E o que entristece Deputado é que tanto faz a corolação partidária, tanto faz o "P", são todos farinha da mesma mandioca. Os que estão se deleitando, não querem deixar o filé, os que estão famintos, matam até a mãe se preciso for para banquetear-se. O que todos querem é se empanturrar. E o povo? O povo oh...
Já foi pior. Não há alternativa: ou aperfeiçoamos a democracia ou desistimos dela e instala-se o arbítrio, cuja charge seria o glutão engolindo a colher e o "povo" junto.
Deputado quando é que foi pior, explique-me por favor, pois não consigo visualizar, desde a chamada "democratização", melhoras no comportamento da nossa classe política.
A sua pergunta não chegou. Estou vendo apenas a "repergunta" agora. Não afirmei que já foi pior "depois da redemocratização", e sim que já foi pior. Saímos de uma ditadura, onde o exercício que aqui se faz não seria possível e o simples fato de tecer a menor crítica ao governo poderia significar uma visita ao DOI-CODI ou ser amarrado e jogado em um camburão, como ocorreu comigo, apenas para impingir medo. Há 10 anos existiam as mesmas malversações com o erário e o mesmo descaso, ou mal caso, com as questões sociais, e a sociedade não tinha o direito de ser informada sobre isso pois toda a imprensa era alienada ou comprada. Hoje a imprensa continua comprada, mas não mais está alienada e só vende um dos cadernos do jornal, ou a metade do horário de TV: a outra metade e os demais cadernos usa para denunciar as malversações. Todos os índices sociais do Brasil, medidos por organismos internacionais e chancelados pela ONU, melhoraram significativamente nos últimos 20 anos. Há 20 anos 40% do Brasil era analfabeto, hoje, embora seja necessária a melhora da qualidade da educação pública, ela é universalizada e o índice de analfabetismo caiu para menos de 10%. Há 20 anos a espera para um leito em um hospital público, onde havia um (o Pará tinha apenas um em Belém), era de mais de 6 meses. Hoje a espera ainda é uma tragédia demorada, mas não passa de 30 dias (alguns ainda morrem à espera de um leito. Há 20 anos o índice de indigência era mais que o triplo de hoje). Enfim, eu acabaria os caracteres permitidos pelo Google para comentários mostrando-lhe o que melhorou no Brasil: tudo melhorou. E se ainda estamos reclamando e dizendo que não está bom, imagine o que era isso há 50 anos. Mas isso não é motivo e nem fundamento para não criticar ou parar de reclamar. Temos que fazer todos os dias e os dias todos, esse exercício, pois é assim que progredimos.
E o que entristece Deputado é que tanto faz a corolação partidária, tanto faz o "P", são todos farinha da mesma mandioca. Os que estão se deleitando, não querem deixar o filé, os que estão famintos, matam até a mãe se preciso for para banquetear-se. O que todos querem é se empanturrar.
ResponderExcluirE o povo? O povo oh...
Já foi pior. Não há alternativa: ou aperfeiçoamos a democracia ou desistimos dela e instala-se o arbítrio, cuja charge seria o glutão engolindo a colher e o "povo" junto.
ExcluirDeputado quando é que foi pior, explique-me por favor, pois não consigo visualizar, desde a chamada "democratização", melhoras no comportamento da nossa classe política.
ExcluirA fome e a voracidade desses senhores é digna de zumbis, nem se acaba, nem fica pouca.
ResponderExcluirDeputado ainda espero resposta à postagem que enviei ontem. Quando, depois da "democratização", já foi pior?
ResponderExcluirA sua pergunta não chegou. Estou vendo apenas a "repergunta" agora.
ExcluirNão afirmei que já foi pior "depois da redemocratização", e sim que já foi pior. Saímos de uma ditadura, onde o exercício que aqui se faz não seria possível e o simples fato de tecer a menor crítica ao governo poderia significar uma visita ao DOI-CODI ou ser amarrado e jogado em um camburão, como ocorreu comigo, apenas para impingir medo.
Há 10 anos existiam as mesmas malversações com o erário e o mesmo descaso, ou mal caso, com as questões sociais, e a sociedade não tinha o direito de ser informada sobre isso pois toda a imprensa era alienada ou comprada.
Hoje a imprensa continua comprada, mas não mais está alienada e só vende um dos cadernos do jornal, ou a metade do horário de TV: a outra metade e os demais cadernos usa para denunciar as malversações.
Todos os índices sociais do Brasil, medidos por organismos internacionais e chancelados pela ONU, melhoraram significativamente nos últimos 20 anos.
Há 20 anos 40% do Brasil era analfabeto, hoje, embora seja necessária a melhora da qualidade da educação pública, ela é universalizada e o índice de analfabetismo caiu para menos de 10%.
Há 20 anos a espera para um leito em um hospital público, onde havia um (o Pará tinha apenas um em Belém), era de mais de 6 meses. Hoje a espera ainda é uma tragédia demorada, mas não passa de 30 dias (alguns ainda morrem à espera de um leito. Há 20 anos o índice de indigência era mais que o triplo de hoje).
Enfim, eu acabaria os caracteres permitidos pelo Google para comentários mostrando-lhe o que melhorou no Brasil: tudo melhorou. E se ainda estamos reclamando e dizendo que não está bom, imagine o que era isso há 50 anos.
Mas isso não é motivo e nem fundamento para não criticar ou parar de reclamar. Temos que fazer todos os dias e os dias todos, esse exercício, pois é assim que progredimos.