Os aprovados no concurso da Defensoria Pública do Pará, em 2009, labutam pela nomeação e, às vésperas da expiração do prazo do concurso, 23.07.2011, iniciam uma campanha para não terem as suas expectativas frustradas. No concurso de 2009 foram aprovados 148 candidatos, dos quais 56 foram nomeados e 92 aguardam nomeação. Por emenda da deputada Simone Morgado, o Orçamento do Estado, para 2011, prevê dotação para a contratação de 45 Defensores Públicos. A Defensoria Pública do Pará está recebendo, desde janeiro deste ano, os repasses financeiros já acrescido o valor da emenda citada, mas, até o momento não notificou os aprovados para nomeação, assim como não dá explicação alguma da não providência. Dos 144 municípios do Pará, 83 não possuem Defensores Públicos. Das 117 comarcas instaladas no Pará, em apenas 65 há Defensores Públicos lotados. O Grupo de Concursados requer a nomeação dos 45 Defensores Públicos para os quais o órgão possui dotação orçamentária e recursos financeiros para c...
E o que entristece Deputado é que tanto faz a corolação partidária, tanto faz o "P", são todos farinha da mesma mandioca. Os que estão se deleitando, não querem deixar o filé, os que estão famintos, matam até a mãe se preciso for para banquetear-se. O que todos querem é se empanturrar.
ResponderExcluirE o povo? O povo oh...
Já foi pior. Não há alternativa: ou aperfeiçoamos a democracia ou desistimos dela e instala-se o arbítrio, cuja charge seria o glutão engolindo a colher e o "povo" junto.
ExcluirDeputado quando é que foi pior, explique-me por favor, pois não consigo visualizar, desde a chamada "democratização", melhoras no comportamento da nossa classe política.
ExcluirA fome e a voracidade desses senhores é digna de zumbis, nem se acaba, nem fica pouca.
ResponderExcluirDeputado ainda espero resposta à postagem que enviei ontem. Quando, depois da "democratização", já foi pior?
ResponderExcluirA sua pergunta não chegou. Estou vendo apenas a "repergunta" agora.
ExcluirNão afirmei que já foi pior "depois da redemocratização", e sim que já foi pior. Saímos de uma ditadura, onde o exercício que aqui se faz não seria possível e o simples fato de tecer a menor crítica ao governo poderia significar uma visita ao DOI-CODI ou ser amarrado e jogado em um camburão, como ocorreu comigo, apenas para impingir medo.
Há 10 anos existiam as mesmas malversações com o erário e o mesmo descaso, ou mal caso, com as questões sociais, e a sociedade não tinha o direito de ser informada sobre isso pois toda a imprensa era alienada ou comprada.
Hoje a imprensa continua comprada, mas não mais está alienada e só vende um dos cadernos do jornal, ou a metade do horário de TV: a outra metade e os demais cadernos usa para denunciar as malversações.
Todos os índices sociais do Brasil, medidos por organismos internacionais e chancelados pela ONU, melhoraram significativamente nos últimos 20 anos.
Há 20 anos 40% do Brasil era analfabeto, hoje, embora seja necessária a melhora da qualidade da educação pública, ela é universalizada e o índice de analfabetismo caiu para menos de 10%.
Há 20 anos a espera para um leito em um hospital público, onde havia um (o Pará tinha apenas um em Belém), era de mais de 6 meses. Hoje a espera ainda é uma tragédia demorada, mas não passa de 30 dias (alguns ainda morrem à espera de um leito. Há 20 anos o índice de indigência era mais que o triplo de hoje).
Enfim, eu acabaria os caracteres permitidos pelo Google para comentários mostrando-lhe o que melhorou no Brasil: tudo melhorou. E se ainda estamos reclamando e dizendo que não está bom, imagine o que era isso há 50 anos.
Mas isso não é motivo e nem fundamento para não criticar ou parar de reclamar. Temos que fazer todos os dias e os dias todos, esse exercício, pois é assim que progredimos.