Aperreado com a onda de violência que assola São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) tenta minimizar o problema com retórica.
“É preciso tomar cuidado para não se criar uma campanha contra São Paulo e não gerar o pânico na população.”.
“Os números de assassinatos e mortes diárias em São Paulo são proporcionais ao tamanho da população.”.
“O Estado tem tamanho de país, aqui é maior que a Argentina.”.
As pérolas cometidas por Alckmin são premissas que não resistem a uma elementar concatenação lógica: então o “normal” é ter um número de assassinatos diretamente proporcional à população? Se ficarmos acima, temos que matar menos; se ficarmos abaixo temos que providenciar alguns assassinatos.
Se as falas não são a perfeita tradução da inoperância são o retrato em branco e preto do cinismo: já que estamos falando em níveis e proporcionalidade, Alckmin que se vire para que a acentuada guerra entre a polícia e os bandidos paulistas volte ao “normal”.
Parsifal;
ResponderExcluirA crise de violência em São Paulo é ameaçadora justamente porque os seus elementos estão presentes em todos os estados: traficantes, bandidos endividados com traficantes e policiais.
Penso que acertastes na raiz exposta do problema: a questão me parece ser esta! guerra de interesses somente intereses, entre bandidos e policiais com a população no meio pagando o pato!
ResponderExcluirO número de assassinatos no Pará não é diferente. Infelizmente a grande midia paraense nao divulga como deveria divulgar, mas basta olhar as paginas policiais que aqui na regiao metropolitana tem muita gente morrendo.
ResponderExcluirOra, é muita desfaçatez apresentar justificativas injustificáveis Governador, interessante seria o senhor agir consoante vosso discurso !!!
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