Pular para o conteúdo principal

Cadáver de Yasser Arafat é exumado para verificar se líder foi envenenado

Shot001

Ainda no velório de Yasser Arafat, já se comentava que ele teria sido envenenado. Os palestinos apontam Israel como o autor da conspiração.

As circunstâncias do seu falecimento, em 2004, um mês após ser levado para Paris para um tratamento médico, e as controvérsias da causa mortis, alimentam as dúvidas de uns e a certeza de outros.

> Envenenamento por substância radioativa

Recentemente, a Al Jazeera reportou que peritos encontraram “vestígios de plutônio nas roupas de Arafat na ocasião da sua morte.”.

arafat

O envenenamento radioativo é uma das maneiras de Estados eliminarem inconvenientes. Em 2006 se comprovou, em Londres, que o ex-espião russo, Alexander Litvinenko, foi envenenado por polônio. A ordem teria partido de Putin.

Ontem (27) começou o fim da controvérsia do caso Arafat: peritos da Suíça, França e Rússia exumaram o cadáver para verificar vestígios de substâncias radioativas. Saber-se-á o resultado do exame em até quatro meses.

Shot005

> Arafat, o líder

Arafat foi um grande e honrado guerreiro da causa palestina. Soube o momento exato de baixar armas e construir o diálogo que o levou a arrebatar o prêmio Nobel da Paz.

A falta que a liderança dele faz na região é o preço que pagam os palestinos de não o verem mais em Ramallah, de onde, mesmo homiziado pelos israelenses, comandou a Autoridade Palestina com resignação.

Comentários

  1. materіalnа, nie oferowаła różnych mglistych ρostaci opłaty jak pół coefficients
    księstwa natomiаst księżnіczka czy też na przekór.
    - Вez

    рroblemów - zadeklaroωał Аrnolԁ.
    - Co więcеϳ się nie targowali. Dzіwili ѕię ϳеnо.

    .

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.

Postagens mais visitadas deste blog

Campanha para nomeação de Defensores Públicos aprovados em concurso

Os aprovados no concurso da Defensoria Pública do Pará, em 2009, labutam pela nomeação e, às vésperas da expiração do prazo do concurso, 23.07.2011, iniciam uma campanha para não terem as suas expectativas frustradas. No concurso de 2009 foram aprovados 148 candidatos, dos quais 56 foram nomeados e 92 aguardam nomeação. Por emenda da deputada Simone Morgado, o Orçamento do Estado, para 2011, prevê dotação para a contratação de 45 Defensores Públicos. A Defensoria Pública do Pará está recebendo, desde janeiro deste ano, os repasses financeiros já acrescido o valor da emenda citada, mas, até o momento não notificou os aprovados para nomeação, assim como não dá explicação alguma da não providência. Dos 144 municípios do Pará, 83 não possuem Defensores Públicos. Das 117 comarcas instaladas no Pará, em apenas 65 há Defensores Públicos lotados. O Grupo de Concursados requer a nomeação dos 45 Defensores Públicos para os quais o órgão possui dotação orçamentária e recursos financeiros para c...

Deputado Alessandro Novelino, assessor e piloto perecem em acidente aéreo

O Corpo de Bombeiros sobrevoou, de helicóptero, a área onde foram encontrados os destroços da aeronave bimotor Sêneca, de propriedade do deputado Alessandro Novelino (PMN), e lá desembarcou, através de cabos, dois policiais da corporação, que confirmaram não haver sobreviventes. Os corpos das três pessoas que estavam na aeronave foram localizados a certa distância dos destroços: o piloto da aeronave, Roberto Carlos Figueiredo, o deputado Alessandro Novelino e seu assessor parlamentar, José Augusto dos Santos. Os corpos já foram transportados, pelo Corpo de Bombeiros, para Belém e estão no Instituto Médico Legal Renato Chaves, que depois dos procedimentos exigidos os entregará às respectivas famílias. O Sêneca decolou às 8h30m de hoje (25) do aeroclube do Pará, com destino à fazenda do deputado no município de Tomé-Açu. Após 18 minutos de voo desapareceu do radar. No final da manhã os destroços da aeronave foram localizados em uma área, sem acesso por terra, no município do Acará. ...

Parsifal

Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.