Pular para o conteúdo principal

A ordem da fila

ar

O presidente da Associação dos Consultores Jurídicos do Estado do Pará (ACONJUR), consultor Jurídico do Estado Fagner Henrique Maia Feitosa, em alentados argumentos, elucida a recente decisão do STF sobre a posse de suplentes.

O entendimento do articulista é exatamente aquele que eu já havia postado aqui, afirmando que, no caso local, com a licença do deputado estadual Sidney Rosa (PSDB) para assumir uma secretaria de estado, pela decisão do STF, assumiria a deputada Tetê Santos, que é a 1º suplente do PSDB e não o deputado Haroldo Martins, que é 1º suplente do DEM.

Ratifica ainda, o consultor jurídico do Estado, que é clara na legislação, e na decisão do STF, que a “formação de coligação é uma faculdade atribuída aos partidos políticos para disputa do pleito, tendo caráter temporário e restrito ao processo eleitoral.”.

Por esta luz, exemplifica o consultor “Haroldo Martins será suplente, para qualquer caso, apenas de Márcio Miranda (DEM); Nélio Aguiar será suplente apenas de Alessandro Novelino (PMN); que Augusto Pantoja será primeiro suplente (e não segundo) apenas de João Salame (PPS); Mário Filho será primeiro (e não terceiro suplente), mas apenas de Josué Bengston (PTB); Ademir Andrade (PSB), Raul Batista (PRB), Jorge Panzera (PCdoB) e Zé Carlos (PV) não serão considerados suplentes de Geovanni Queiroz (PDT), e sim Odair Corrêa; o suplente de Lira Maia (DEM) será Nelson Parijós, entre outros exemplos.”.

Clique na imagem para ler o artigo completo do Dr. Fagner Feitosa, a quem eu parabenizo pelo texto.

Comentários

  1. Dr Parsifal, isto é uma sacanagem que os politicos inventaram. A gente vota no cara pra ser deputado e depois a gente se depara ele sendo secretário. Oras vão se.....

    ResponderExcluir
  2. Deputado, desde a edição da Resolução TSE 22.610/2007 a ideia da justiça eleitoral era SEPULTAR essa questão e definir que o mandato era do partido. As coligações que são formadas durante a campanha servem para que os partidos que, unidos em forma de coligação, comuniquem-se com a justiça eleitoral como se partido fossem, porém essa "personalidade jurídica" é temporária, acabando no dia da eleição. Então por que coligar ??? Bem, essa coligação permite, em termos bem simples, que os principais nomes dos respectivos partidos consigam, em tese, com uma chapa mais forte, alcançar o quociente eleitoral e, assim, a tão sonhada vaga. É por isso que os grandes partidos geralmente se coligagão com os mais fracos, pois querem somente os votos daqueles candidatos mais fracos em quantitativo de votos, porém esses "poucos" votos de vários "candidatos pequenos" , ao final, fazem a uma grande diferença na bancada a ser feita pelo (s) partido (s) mais beneficiado (s) coma a coligação.
    Contudo, após o dia da eleição, tudo volta como era antes, cada partido com sua vida própria, INCLUSIVE, no momento de preenchimento de uma vaga, seja por expulsão de um parlamentar, seja pela sua morte, ou mesmo no caso de assumir uma vaga em secretaria, quem assume é o suplente do partido. Resumindo: quem conseguiu se beneficiar com a coligação e se elegeu, parabéns; quem não conseguiu se beneficiar com a coligação e NÃO se elegeu, que arregace as mangas da camisa e vá a luta.

    Aquilles.

    ResponderExcluir
  3. Deputado, o Álbum do Beatles em tela contem a musica Tome Together (Venha Junto) composição de Lennon/McCartney.

    A musica tem tudo a ver com a temática.

    Uma coligação política é realmente temporária.

    Um trecho da musica:depois ele diz"Eu te conheço,você me conhece".

    Espero que a forma fugaz das alianças políticas não se estenda ao povo.

    ResponderExcluir
  4. Só o fato de Admir Andrade não ser suplente já é uma vitória!

    ResponderExcluir
  5. http://www1.folha.uol.com.br/poder/856771-posse-de-suplentes-gera-disputa-na-camara-dos-deputados.shtml

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.

Postagens mais visitadas deste blog

Parsifal

Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.

Mateus, primeiro os teus

Convalescendo da implantação de um stent , o governador Simão Jatene (PSDB-PA) foi apanhado, ainda no Hospital do Coração (SP), na manhã de ontem (03), por uma desagradável matéria da “Folha de S. Paulo” reportando que “ao menos sete familiares, além da ex-mulher e da ex-cunhada” de Jatene exercem cargos de confiança no Executivo, no Legislativo e no Judiciário do Pará. A reportagem declara que, somados, os salários dos familiares do governador “ultrapassam R$ 100 mil mensais”. > Sem incidência de nepotismo As averiguações já foram matérias em blogs locais. Quando me foi perguntado se feriam a Súmula 13 do STF (nepotismo), opinei que não, o que foi agora ratificado pela reportagem da “Folha” que, ouvindo “especialistas” declarou que os “casos não se enquadram diretamente na súmula vinculante do STF”. Nenhum dos parentes ou afins relacionados pela “Folha” está a cargo de órgãos vinculados ao executivo estadual e a matéria não demonstra a existência de cargos ocupados, no Poder...

Deputado Alessandro Novelino, assessor e piloto perecem em acidente aéreo

O Corpo de Bombeiros sobrevoou, de helicóptero, a área onde foram encontrados os destroços da aeronave bimotor Sêneca, de propriedade do deputado Alessandro Novelino (PMN), e lá desembarcou, através de cabos, dois policiais da corporação, que confirmaram não haver sobreviventes. Os corpos das três pessoas que estavam na aeronave foram localizados a certa distância dos destroços: o piloto da aeronave, Roberto Carlos Figueiredo, o deputado Alessandro Novelino e seu assessor parlamentar, José Augusto dos Santos. Os corpos já foram transportados, pelo Corpo de Bombeiros, para Belém e estão no Instituto Médico Legal Renato Chaves, que depois dos procedimentos exigidos os entregará às respectivas famílias. O Sêneca decolou às 8h30m de hoje (25) do aeroclube do Pará, com destino à fazenda do deputado no município de Tomé-Açu. Após 18 minutos de voo desapareceu do radar. No final da manhã os destroços da aeronave foram localizados em uma área, sem acesso por terra, no município do Acará. ...