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Rebeldes tomam a Praça Verde. Kadafi está sitiado em seu bunker

As redes Al Arabiya e Al-Jazeera noticiam que 95% da cidade de Trípoli já está nas mãos do Conselho Nacional de Transição, que coordena as forças rebeldes que há seis meses combatem o ditador Muamar Kadafi. É certo que os rebeldes já estão no centro político da cidade, a Praça Verde, rebatizada, desde a sua tomada esta tarde, de Praça dos Mártires, e que um dos filhos de Kadafi, Saif al-Islam, considerado o seu lugar tenente, está preso. As notícias sobre o próprio Kadafi, cujo bunker continua resistindo, são desencontradas e emissões da TV Líbia continuam a ser transmitidas com mensagens conclamando os líbios que resistam com ele até o fim. Em uma tentativa de por termo à batalha de Trípoli, a União Africana emitiu um comunicado no qual oferece asilo ao ditador no Zimbábue ou em Angola, mas, ele declinou e disse que não sairá da Líbia. Há, todavia, quem afirme que Kadafi deixou mensagens gravadas e já está fora de Trípoli.

Você e os famosos

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A batalha de Trípoli

Os ataques aéreos e o cerco marítimo da OTAN, aditados pela desidratação causada pelo bloqueio comercial à Líbia, dividiram o país entre as forças leais a Kadafi e os rebeldes que, aos poucos, isolaram o ditador na cidade capital, Trípoli, onde ele têm teimosamente resistido. Ontem, os rebeldes conquistaram uma valiosa cabeça de ponte: tomaram Zawiya, a apenas 50 quilômetros de Trípoli, e ali instalaram um ponto de inflexão às marchas do oeste e leste, que devem estar, neste momento, desfilando rumo à capital, que já sofre esparsos bombardeios. Trípoli, fundada no século VII a.C pelos fenícios e depois anexada pelos cartagineses, é umas das belas e pitorescas paragens que se debruça sobre o Mediterrâneo. Dentre muitas outras que já assistiu nos seus quase três mil anos de história, está prestes a ser paço do confronto final entre os rebeldes e as forças de Muamar Kadafi que, embora combalidas, ainda deverão oferecer feroz resistência. O repórter Matthew Price, da BBC, que cobre as esc...

Veja: Mario Negromonte (PP). IstoÉ: Ideli Salvatti (PT)

A revista “Veja” chegou às bancas neste sábado com as baterias voltadas para o Ministério das Cidades, uma das mais cobiçadas pastas da Esplanada, com um orçamento de R$ 22 bilhões para 2011.  Reporta que “deputados do Partido Progressista (PP) procuraram na última quarta-feira a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para informar que, em guerra aberta pelo controle do partido, o ministro das Cidades, Mário Negromonte, estaria prometendo uma mesada de R$ 30 mil a parlamentares do PP em troca de apoio político para ele.”. O PP nunca digeriu a nomeação de Negromonte para o Ministério das Cidades, que foi colocado na cota do partido, mas não agrada a maioria da legenda, que afirma ser o ministro uma imposição do PT da Bahia. Como eu já afirmei aqui, estes consórcios partidários são comuns no Planalto. No caso do Ministério das Cidades, segundo os progressistas, há um contrato de adesão com o PT para aceitar o ministro, e como a maioria não foi contemplada pelas cláu...

OAB-PA: um caso de polícia

Ismael Moraes foi um dos primeiros a denunciar o “Caso Altamira” e segue combativo na cobrança de providências do Conselho Federal.

Dilma, a base, FHC, Kassab e Gal Costa

  Em busca de melhorar a sua relação com o Congresso, a presidente Dilma resolveu submeter-se as enfadonhas reuniões com líderes partidários, atividade para a qual ela não tem aptidão, mas, é contingência de todo governante fazer. No início da semana os primeiros canapés foram servidos aos líderes do PMDB, seguidos pelos cardeais do PTB, PRB, PSC e PP: por todos ela mandou edulcorados recados ao PR, dizendo-se ansiosa pela volta do partido à base. Ao PR isto soou como aquele belíssima bolero do Lupicínio Rodrigues, “Volta”, cujo apelo diz “ volta, vem viver outra vez ao meu lado, não consigo dormir sem teus braços, pois meu corpo está acostumado... ”. Se o bolero for cantado pela Gal, então, meu amigo, não tem quem resista. Além do mais, é fácil, a quem nunca saiu, retornar: apesar do senador Nascimento ter anunciado a debandada, a sigla não arredou, e nem arredará, um micrômetro das posições ocupadas. Seguindo o enredo, no Palácio do Planalto, na quinta-feira, a presidente fo...

O bom combate

Clique no quadro para ler a íntegra do artigo no blog “Espaço Aberto”.