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Lutando contra o preconceito

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Pepe Mujica, como é chamado,  é o presidente mais pobre do mundo: recusou a residência presidencial, continua morando na sua humilde chácara nos arredores de Montevideo e dirige o seu fusca 1974. 

Na juventude foi guerrilheiro do Movimento de Libertação Nacional-Tupamaros, que se batia contra a ditatura uruguaia.

Em 1971 foi apanhado pelo regime em uma operação da guerrilha. Foi torturado na prisão, onde passou 14 anos, até a queda da ditatura, em 1985.

Quando a ditatura caiu, os Tupamaros se tornaram um partido político e Mujica, desde então, foi eleito deputado, ministro da Pecuária, Agricultura e Pesca e Senador. Em 2009, elegeu-se presidente do Uruguai.

A sua esposa há 40 anos, a ex-guerrilheira Lucía Topolansky, também foi presa em 1972 e libertada após a queda da ditatura. Lucía é senadora.

Veja abaixo parte de uma entrevista com o peculiar Pepe, sobre a legalização da maconha.

 

Comentários

  1. Quando teremos um político desses no Brasil, o lula molusco era assim antes do poder.

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  2. Conversa fiada. Legalizar a droga é legalizar o narcotráfico. Em vez de tráfico de drogas, haverá o livre comércio da droga, e, claro, aumentará o seu consumo. Com mais drogas consumidas, mais vidas serão aniquiladas. Esses imbecis deviam parar com essa besteira de legalizar das drogas.

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    1. Imbencil mesmo é quem tem um pensamento como o seu sem nenhum rigor cientifico. Nos EUA, nos estados que legalizaram o uso da maconha o tráfico praticamente desapareceu e nessas eleições desse ano mais 8 estados aprovaram em plebiscito o uso. Os principais países da Europa tem o uso da maconha legalizado. Quem mais faz campanha pela não legalização das drogas são os traficantes que não querem a legalidade concorrendo com eles. O trânsito, a diabetes, a hipertensão e o sedentarismo mata mais que todas as drogas juntas. O cigarro, que é uma droga legal e o álcool que também é, e que você compra em qualquer esquina, mata mais que o trânsito, a diabetes, a hipertensão e o sedentarismo juntos.
      Finalmente, a proibição das drogas é uma grande hipocrisia, pois qualquer um pode comprar qualquer droga na hora que quiser na frente de uma escola, ou em qualquer esquina da Praça Batista Campos ou da República, da mão de traficantes e o dinheiro que se paga a eles vai para o crime organizado.
      Portanto, imbecil é que proíbe e a ignorância mata mais que tudo o que eu disse antes junto.

      Aquiles de Freitas, de Marabá, onde o tráfico de drogas mata mais do que overdose.

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    2. Esse é maconheiro de carteirinha!

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    3. Os verdadeiros imbecis só não percebem, ou fingem que não percebem, uma coisa: com a legalização das drogas, saem os "traficantes" e entram os "comerciantes". Legalizadas as drogas, fica igual ao cigarro e o alcool: continuam fazendo vítimas aos milhões, mas os seus "comerciantes" serão endeusados porque "pagam" impostos (que na verdade são pagos pelos abestados que fumam, bebem ou se drogam) e contribuem para os partidos no poder. Foi mais ou menos isso que fizeram com o mensalão: tentatam "oficializar" o Caixa 2.

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    4. Então tá. Vamos proibir os comerciantes de fazer comércio e vamos proibir os políticos de fazer caixa 2 e vamos proibir os petistas e tucanos de fazer mensalão.
      Se não, eu prefiro comprar maconha na Big Ben porque ele não mata ninguém para por a maconha na prateleira, recolhe o imposto e quando eu der umas baforadas saberei quanto de ICMS eu paguei para o Estado.
      O Raul Aguilera é menos prejudicial e mais útil do que o Gordo do Aurá que ainda se elegeu vereador em Ananindeua com dinheiro do tráfico e não paga um tostão de imposto por isso. Portanto, eu prefiro que saiam os traficantes e entrem os comerciantes.
      Quem será o imbecil nessa história?

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    5. É idiotcice pensar que traficante ou comerciante paga imposto neste País. Quem paga é o consumidor, ou, no caso das drogas, se forem legalizadas, o usuário, ou melhor, o viciado. A Big Ben podia era vender placebo de maconha para o Anônimo das 10:30, já que placebo também não mata, não produz dependência e quem o utiliza não fica "doidão".

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  3. Aquiles de Freitas;

    Os que defendem a descriminalização da maconha querem resolver um problema universal através de uma ponto-de-vista particular - ou melhor: uma abstração da realidade epidemiológica. Todos sabemos que existem aqueles que neurologicamente são menos vulneráveis a certo tipo de dependência, pois isto acontece também em relação ao cigarro, ao álcool, aos analgésicos, aos ansiolíticos, aos antidepressivos, etc, etc, etc.

    Não é diferente com a maconha. Há os que têm "segurança neurológica" para fazer uso contínuo (provavelmente moderado) desta droga e como tal acham-se no direito de não serem discriminados; entretanto a maioria dos jovens que faz uso de maconha com regularidade, ou perde o ritmo dos estudos e das conquistas econômicas dos demais de sua geração, ou progride para o uso de drogas mais fortes, cai na dependência química e transforma-se num calvário para a família, vizinhos e amigos.

    Conheço muitos usuários de maconha que pararam de estudar, não trabalham, vivem atrelados e dependentes do núcleo doméstico onde nasceram; conheço também muitos que se tornaram dependentes e morreram de AIDS, morreram de acidentes, morreram de violência decorrente da droga (cobranças, furtos, assaltos, etc). Não eu não posso concordar com a liberação da maconha. Maconha não é analgésico, maconha não é antidepressivo, maconha não é hoemônio. As pessoas que se viciam nestas substâncias não pululam as páginas policiais e os programas de TV dedicados a violência urbana.

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    Respostas
    1. Sem problema. Concordo com você, mas então vamos parar com hipocrisia e vamos defender também a criminalização do cigarro, do álcool, do carro, do avião, da internet, do celular, porque tudo isso vicia e causa mortes. Imagine você que mistura explosiva é dirigir usando o celular!! Isso é mais letal que maconha! Então, para que ninguém dirija passando SMS, vamos proibir carro e celular.
      Ah, eu sou viciado em Doril. Isso está me matando! Vivo com dor de cabeça e tomo um todo dia. Vamos proibir o Doril.
      Ah, também vamos proibir os traficantes. Pronto! De hoje em diante estão proibidos os traficantes!
      Sabe o que é? É que não adianta proibir nada. Tudo o que você imagina que vão proibir vão surgir pessoas que oferecerão o que é proibido e fazer fortuna com isso, matar e roubar para manter o seu comércio e quem quer usar vai matar e roubar para comprar.
      Portanto, eu prefiro comprar o meu Doril na farmácia porque se proibirem eu vou comprar do traficante.
      E eu pensei que maconha não era proibido... Porque quem quiser compra em qualquer boca de fumo...

      Aquiles de Freitas, viciado em Doril, mas se eu quiser compro crack ali na esquina da 21 que é vendido em uma banca do jogo do bicho.

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  4. Anônimo de 16 de Novembro das 07:57

    Conheço milhões de casos de violência doméstica, estupro, mortes no trânsito, morte por afogamento, mortes por câncer, cirrose, tuberculose, AIDS e tudo o que vc puder pensar de pior, causado pela droga mais consumida: o ÁLCOOL. E como conseguiram engarrafá-lo, colocaram-lhe um rótulo e pode até fazer propaganda na TV com belas mulheres e paisagens, vc aceita com naturalidade...consome e aceitará que seu filho consuma com a naturalidade e a passividade de um cordeirinho.

    Portanto, o que está em jogo é tributa ou não...pois a tributação do Álcool e do cigarro (que mata tanto quanto) deve pagar toda essa esculhambação que causa na sociedade.

    Esqueça a possibilidade da Humanidade se ver livre das substâncias entorpecentes...o homem depois que provou o primeiro cogumelo, curtiu e não largará jamais essa escada de incêndio...esqueça também essa coisa de que a droga vai dominar a todos, e que daqui alguns anos teremos um horda de zumbis perambulando...só uma pequeníssima faixa de zumbis continuarão se renovando, é estatístico, não brigue com os números...a grande maioria continuará consumindo as substâncias entorpecentes de forma moderada.

    O que não podemos aceitar é a violência e a rede criminosa que esse consumo gera e alimenta...que aí sim, torna a sociedade refém e apavorada, com a ação de uma pequeníssima minoria. Esse clima de tensão e medo é muito pior que qualquer droga.

    Descriminalizemos as drogas. Legalizemos primeiro a maconha...depois criemos um política de industrialização das substâncias das outras drogas. Livremos o Brasil dessa hipocrisia, que é uma droga!



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  5. Brasil um país de hipocrisias!!!! esse devia ser o lema do país, um país que é um lixo em todos os aspectos que olharmos, saúde, educação, segurança, saneamento básico, politicos, população etc etc!! mas todos fingem que vivem na suiça... aqui todo mundo vai no puteiro mas a prostituição é proibida( deixamos de arrecadar dinheiro e regulamentar uma profissção) todo mundo gosta de jogar, bingo, poker, casino etc etc mas o jogo é proibido perdendo novamente arrecadação, impostos turismo geração de emprego e etc... todo mundo fuma maconha, isso mesmo, todo mundo fuma maconha tenho 30 anos e de 100 amigos uns 70 fumam maconha mas tbm nao se discute seriamente a situação e assim vamos levando a nossa suiça brasileira! e com certeza alguem vai comentar aqui embaixo que a familia brasileira etc etc que a religião etc etc que nossas crianças etc etc mas essa mesma pessoa ja experimentou maconha se for homem comeu uma puta e se foi em las vegas ou aqui no golden palace bingo fez uma fezinha!!! BRASIL, que nojo...

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