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A heroína de Porto Rico

Depois de desbancar renomadas tenistas do mundo e sendo apenas a 34ª colocada no ranking da Women's Tennis Association (WTA), a porto-riquenha Moica Puig (foto), 22 anos, levou a medalha de ouro do tênis feminino dos jogos olímpicos de 2016. Puig é a mais nova heroína de Porto Rico, pois o país jamais conquistou uma medalha de ouro, sendo esta a primeira da sua história. Por isso, ao vencer ao soar o gongo encerrando a partida que a tornou ouro, Puig jogou a raquete e voou de alegria.

Asuka Teramoto

A ginasta japonesa, Asuka Teramoto, em uma pirueta perfeita sobre a trave de equilíbrio. A foto é de Damir Sagolj, para a Reuters.

Simone Biles

O voo da norte-americana Simone Biles, para finalizar a sua evolução nas barras assimétricas, nos jogos olímpicos de 2016. A foto é de Emmanuel Dunand para a AFP.

O primeiro ouro

Abaixo, a judoca brasileira Rafaela Silva, de azul, corre para o abraço ao derrotar sua oponente, Sumiya Dorjsuren, da Mongólia. Foto: Marcelo Theobald/Agência O Globo. A vitória de Rafaela sobre Sumiya deu ao Brasil, ontem (08), a primeira medalha de ouro dos jogos olímpicos de 2016. A foto acima é de Pedro Kirilos para a Agência O Globo.

Salto sem paraquedas a 7,5 quilômetros de altura

O norte-americano Luke Aikins foi o primeiro paraquedista da história a saltar, sem o paraquedas, de 7,5 quilômetros de altura e cair em uma rede, estendida a 60 metros do solo, são e salvo: A façanha ocorreu em Simi Valley, no estado da Califórnia.

Libertinos e estroinas

Quando da realização da Copa de 2014, fui criticado por ter sido contra o Brasil sediar o evento. Preferia que os R$ 28 bilhões gastos fossem totalmente investidos em infraestrutura de base. Os ingênuos sugeriam que o saque era investimento e que, no mínimo, a publicidade da Copa seria propaganda “gratuita” do Brasil alhures, o que aumentaria o fluxo turístico. O único fluxo turístico que aumentou foi o dos argentinos (300% em relação a 2014), mas não por causa da Copa de 2014 e sim porque o dólar chegou a R$ 4, fazendo com que o real já acumule 20% de desvalorização em relação ao peso argentino, o que me faz repisar a opção de que jogamos R$ 28 bilhões em terra que goleiro pisa, onde nem grama nasce. Mas não nos bastou a Copa de 2014 : a mesma irresponsabilidade fiscal se repete com as Olimpíadas, que custarão ao Brasil R$ 36,7 bilhões, dos quais 57%, ou R$ 20,9 bilhões serão sacados contra o erário. Mas o Brasil, com certeza, será, de novo, notícia positivo mundo afora, o que r...