Pular para o conteúdo principal

Volta e meia

fed

A presidente Dilma, que à época em que era chefe da Casa Civil da presidência da República portava-se favorável ao fim do sigilo dos documentos do governo, mudou de ideia ao chegar à presidência e passou a defender a possibilidade de sigilo eterno.

Diante, todavia, da declaração da maioria dos membros da Câmara Federal, de que a modificação do texto pelo Senado permitindo eterna prorrogação de sigilo, seria suprimida pelos deputados, a presidente decidiu trocar o dito de agora pelo dito de outrora e defender a possibilidade de uma só prorrogação.

Em assim sendo, se aprovado no Senado o texto da forma como saiu da Câmara, todos os documentos do governo passam a ser de domínio público em no máximo 50 anos.

Comentários

  1. Faço apenas um reparo à apresentação da matéria, esclarecendo que não há emenda alguma propondo o sigilo eterno dos documentos e que o texto original enviado pelo então Presidente Lula e por sua Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, previa, expressamente, que não haveria sigilo algum – nem eterno, nem provisório – sobre questões que envolvessem direitos humanos.

    O resto é lorota e tentativa de passar a imagem de uma presidente fraca e indecisa... Coisas do PIG e da oposição sem argumentos.

    A cada dia, a Comissão da Verdade vai se mostrando algo indispensável para o Brasil.

    ResponderExcluir
  2. Tem mais é que mostrar TUDO agora, nunca deveriam ter escodido nada. Nós,brasileiros, temos direito de saber a verdade do que aconteceu naqueles tempos, ou será que alguém tem medo da verdade? Ora, esperar 50 anos é mais uma vez trepudiar em cima de nós. Quem de nós que vivemos naquela época estará vivo pra saber a verdade?Isso é nojento.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.

Postagens mais visitadas deste blog

Campanha para nomeação de Defensores Públicos aprovados em concurso

Os aprovados no concurso da Defensoria Pública do Pará, em 2009, labutam pela nomeação e, às vésperas da expiração do prazo do concurso, 23.07.2011, iniciam uma campanha para não terem as suas expectativas frustradas. No concurso de 2009 foram aprovados 148 candidatos, dos quais 56 foram nomeados e 92 aguardam nomeação. Por emenda da deputada Simone Morgado, o Orçamento do Estado, para 2011, prevê dotação para a contratação de 45 Defensores Públicos. A Defensoria Pública do Pará está recebendo, desde janeiro deste ano, os repasses financeiros já acrescido o valor da emenda citada, mas, até o momento não notificou os aprovados para nomeação, assim como não dá explicação alguma da não providência. Dos 144 municípios do Pará, 83 não possuem Defensores Públicos. Das 117 comarcas instaladas no Pará, em apenas 65 há Defensores Públicos lotados. O Grupo de Concursados requer a nomeação dos 45 Defensores Públicos para os quais o órgão possui dotação orçamentária e recursos financeiros para c...

Deputado Alessandro Novelino, assessor e piloto perecem em acidente aéreo

O Corpo de Bombeiros sobrevoou, de helicóptero, a área onde foram encontrados os destroços da aeronave bimotor Sêneca, de propriedade do deputado Alessandro Novelino (PMN), e lá desembarcou, através de cabos, dois policiais da corporação, que confirmaram não haver sobreviventes. Os corpos das três pessoas que estavam na aeronave foram localizados a certa distância dos destroços: o piloto da aeronave, Roberto Carlos Figueiredo, o deputado Alessandro Novelino e seu assessor parlamentar, José Augusto dos Santos. Os corpos já foram transportados, pelo Corpo de Bombeiros, para Belém e estão no Instituto Médico Legal Renato Chaves, que depois dos procedimentos exigidos os entregará às respectivas famílias. O Sêneca decolou às 8h30m de hoje (25) do aeroclube do Pará, com destino à fazenda do deputado no município de Tomé-Açu. Após 18 minutos de voo desapareceu do radar. No final da manhã os destroços da aeronave foram localizados em uma área, sem acesso por terra, no município do Acará. ...

Parsifal

Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.