02/05/16

O Adonia vai a Cuba

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Deixou ontem (01) a barra de Miami e singrou rumo a Cuba, o primeiro cruzeiro a realizar a rota entre os EUA e Cuba, desde 1959, quando o Congresso estadunidense estabeleceu os embargos comerciais à ditadura castrista.

O Adonia-Fathom, da empresa de cruzeiros Carnival, a primeira a conseguir a licença para a rota, após o acordo assinado por Raúl Castro e Barack Obama, na recente visita deste à Cuba, chegou a Havana na manhã de hoje (02) e foi recebido com pompas e circunstâncias.

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Depois de Havana, o Fathom, que viaja com todas as cabines ocupadas e 700 passageiros, fará paradas em Cienfuegos e Santiago de Cuba, duas belas e tradicionais cidades turísticas da ilha.

"Sempre quisemos ir para Cuba antes do McDonald's chegar por lá", declarou ao “Sun Sentinel” o norte-americano Joe Dillard, que faz a viagem com a esposa.

Bem, quem quiser conhecer Cuba antes do McDonald's chegar lá, apure-se. Não tardará.

A guerra pelos ministérios

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Tem até um lado prático nessa chanchada: quando as coisas não andarem bem na Agricultura é só se queixar direto ao bispo.

Brasileiro guarda em casa R$ 7,4 bilhões em moedas

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O brasileiro não é chegado a usar moedas como meio de circulação monetária, preferindo guardá-las nas gavetas ou depositá-las nos famosos cofrinhos, e isso está saindo caro para o Banco Central do Brasil.

Segundo dados do BC, divulgados ontem (01) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), nada menos que R$ 7,4 bilhões em moedas estão presos em milhões de porquinhos de louça, ou o que os valha, o que representa 32% das moedas cunhadas até dezembro de 2015.

Têm prejuízos o Banco Central, que paga caro para a Casa da Moeda cunhar um meio circulante que fica 32% represado, obrigando mais cunhagem, o comércio em geral, que tem dificuldades com o troco, e o próprio sistema financeiro, que se vê enxugados R$ 7,4 bilhões do seu meio circulante.

O Banco Central e a Febraban estudam deflagrar uma campanha nacional incentivando o cidadão a não reter moedas e educando-o financeiramente para saber como aplicar aquelas que estão perdendo valor no cofrinho, pois quem as guarda neles, longe de estar poupando, está perdendo dinheiro.

30/04/16

Orologeria

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Relógios mecânicos são o estado de arte da capacidade humana em desenvolver engrenagens autônomas.

Sempre digo que se a mecanologia empregada nos relógios fosse desenvolvida para a mecânica dos automóveis, teríamos engenhos autônomos nos veículos, que entregariam tração sem necessidade de combustíveis, pois já há relógios a corda que funcionam 72 horas com um único ciclo e há aqueles automáticos que permanecem em funcionamento por igual período de tempo, fora do braço.

Como a mecânica dos relógios já está francamente desenvolvida, as relojoarias de renome procuram investir em movimentos e complicações que diferenciem as suas linhas, assim como no luxo e na exclusividade das suas confecções.

Abaixo, sete dos mais caros relógios do mundo, lançados desde 2013, quando se fez o mais recente revival da relojoaria de luxo mundial: