Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Há uma distância abissal entre Trump e o molusco. Nem vale comparação. O título do poste deveria ser a imprensa contra Trump.
ResponderExcluirVocê é portador de uma imensurável idiotice.
ExcluirA mídia de maneira geral, está à serviço de uma casta de vermes que só desejam três coisas: poder, controle e escravizar a humanidade ! E foram essa mesma casta de vermes psicopatas, pervertidos e assassinos, que fizeram uso de todas as ferramentas que dispunham, para destruir o hoje o então presidente dos Estados Unidos Donald Trump, em razão do mesmo não fazer parte do sistema que nos controla há séculos. E que Deus o Todo Poderoso, proteja esse homem como também o seu vice, seus secretários e suas respectivas famílias !!!
ExcluirVingança a quem interessar possa:
ResponderExcluirSe existe alguma lógica nas execuções ocorridas nos presídios do Amazonas, de Roraima e do Rio Grande do Norte - ainda que nenhum 'lero-lero' possa atenuar a gravidade dos fatos diante da irresponsabilidade dos governos desses estados, então o que dizer da matança ocorrida em Belém neste fim de semana?
Lá fora houve uma guerra entre facções do crime organizado, enquanto que no Pará houve um descarrego de ódio coletivo (de policiais militares) contra qualquer cidadão comum que viam pela frente, os mesmos que pagam impostos com os quais o governo remunera o soldo dessas bestas.
Mas não pára por aí a assimetria da violência no Pará. Enquanto os governadores daqueles estados mostraram suas caras, ainda que para falar insuportáveis idiotices, o governador Simão Jatene, que mais dever tem, de vir a público pedir perdão a sociedade paraense por este escândalo, preferiu esquivar-se da imprensa.
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As idiotices:
Para o governador José Melo (PROS), a matança na prisão do Amazonas seria atenuada pelo fato dos mortos 'serem todos bandidos'. Para governador Robinson Faria (PSD) a carnificina do Rio Grande do Norte 'só ocorreu devido aos desafetos pertencerem a facções criminosas rivais' (?).
É claro que eu me importo com o destino do imposto que o governo me tomou ano passado. Presos têm de estar num recinto fechado e seguro onde o único flagelo permitido é a falta da liberdade. Insegurança na prisão, bem como facilidades de sair dela, são um desrespeito ao contribuinte.
É mentira o que falou?
ResponderExcluirA ninguém deve ser outorgada a LICENÇA PARA MATAR.. principalmente a um funcionário PÚBLICO que é pago por todos para manter a LEI E A ORDEM
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