Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
http://www.brasilcomex.net/integra.asp?cd=988 2016-06-29 16:59:27
ResponderExcluirArmadores criticam mudanças no porto de Belém
Empresários, armadores e operadores portuários demonstraram preocupação com o destino do porto de Belém (PA).
Eles criticam a falta de atenção das autoridades estaduais e municipais e temem que a transferência da operação portuária para Vila do Conde, distante 130 quilômetros da capital paraense.
Segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (14), o governo municipal tem planos de transformar o porto de Belém em área de lazer, levando a carga para Vila do Conde.
Atualmente, cerca de 45 mil Teus são exportadas por ano pelo Pará, sendo 64,84% delas pelo Porto de Belém, que garante às empresas que atuam no comércio exterior melhores condições logísticas se comparado à Vila do Conde.
“A operação no Porto de Belém é viável não somente em termos de volume, mas porque traduz economia no transporte das cargas do produtor aos navios, garantindo competitividade aos produtores paraenses frente o mercado internacional”, afirma um empresário local.
Para armadores e operadores portuários, seria possível reurbanizar a área portuária de Belém, oferecendo áreas de lazer à população, sem desativá-lo, ao contrário, modernizando as suas instalações a fim de permitir uma melhor movimentação de cargas conteinerizadas. Os empresários acreditam que a revitalização urbana no entorno do terminal é compatível com sua revitalização e modernização visando a melhoria da movimentação de cargas.
O Porto de Belém emprega 300 pessoas diretamente e milhares indiretamente. Os seus operadores entendem, contudo, que sua área de manobra de contêineres precisa ser ampliada e outras reformas precisam ser feitas para que o terminal se consolide como “ativo indispensável para o desenvolvimento econômico do Pará”, nas palavras de um empresário.
Entre as empresas de navegação que operam no Pará estão CMA CGM, Mitsui OSK, Marfret, APL, Maersk/P&O e Zim.
fonte: NetComex PARSIFAL SEM AMADORISMO ?
O que diria Almir Gabriel se visitasse as escolas públicas do Pará hoje?
ResponderExcluir'Continuam os alunos jacarés' (sem cadeira para sentar) - principalmente na periferia e no interior;...'Em Barcarena encontrei os alunos cutia' (por falta de vasos sanitários na escola fazem suas necessidades agachados atrás da moita);'Em Marabá encontrei os alunos Van Helsing' (que têm de espantar os vampiros para entrarem em sala de aula).'Na maioria das escolas encontrei os alunos faquir', que durante o ano todo não sabem o que é merenda escolar... e as vezes nem água potável;... etc.
Mas o Jatene tem dinheiro para gastar com o 'bonde-do-inglês-fajuto'. Como a Ana Júlia também tinha dinheiro para a 'indústria-da-mochila-fajuta'. Que má sorte nossa!