21/08/2014

Não vá ao banco sem antes chamar a polícia

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6 comentários:

  1. Na verdade, a área da segurança pública, está entregue a amadores.

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  2. Ontem postei comentário sobre a morte do adolescente no EUA e falei justamente da privatização da segurança pública. Vou além, como todo serviço privado, só tem direito quem pode pagar. Por isso nos bairros periféricos é só peia. Nos bairros "nobres" o policiamento privado corre solto, geralmente gerenciados por ex-policias ou até mesmo de policias na ativa. Essa é nossa realidade, com pontuais exceções. O que foi declarado reflete a total falta de consciência da função policial num Estado Democrático de Direito. Não podemos esquecer da cultura social que aceita o abuso, a extorsão e é parceira na corrupção, que naturalmente tem dois lados: o policial-bandido corrupto; o cidadão-bandido corruptor. A crise é do sistema, não é pontual. A corrupção policial é a mais rídicula delas, a ponta do iceberg todos sabemos.

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  3. O fim da picada nessa área é quando um comandante desses vai às telas para "orientar" o cidadão a NÃO usar jóias, esconder o celular, deixar de andar nas ruas em determinada hora, etc... Parece que a culpa é da vítima. Quando na verdade tanto os cidadãos são vítimas da violência, por conta dessa inépcia do governo, como os próprios policiais, civis e militares, que administram a miséria que as Instituições passam.

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    1. A culpa é do bandido, mas não custa se precaver e tentar evitar passar por isso.

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  4. me passa o telefone pra fazer a solicitação da pm?? :P abraços

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  5. Seguindo uma lógica básica, podemos concluir que as instituições de segurança pública apenas funcionam como depósito de servidores, mas sempre se apresentam aos cidadãos como organizações racionais planejadas de maneira eficiente para atingir objetivos pré-determinados. Nesse ambiente não podemos esquecer dos seus diretores/dirigentes/comandantes que perdem boa parte do seu tempo justificando diariamente a contradição entre o que a instituição realmente faz e aquilo que oficialmente deveria fazer. Que maravilha, nada de novo debaixo do céu. Erving Goffman, pesquisador norte americano, permaneceu dentro de um hospício para desenvolver essa tese que se aplica como uma luva para as instituições públicas brasileiras, especialmente para a briosa Polícia.

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