23/06/2014

Quando o carteiro chegou e o meu nome gritou com uma carta na mão…

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A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), ou simplesmente Correios, tinha mais da metade do lucro provido pela entrega de cartas e telegramas, o que a transformou em uma das maiores empresas da América Latina, mas a internet aposenta os carteiros e os Correios precisam se reinventar.

Wagner Pinheiro, presidente da estatal, declara que desde 2009 a receita dos Correios cresceu 35% e os custos, no mesmo período, subiram 60%, o que fez com que o lucro despencasse: em 2012 foi de R$ 1 bilhão e em 2013 amargos R$ 300 milhões, valor que está longe do suficiente para os investimentos em uma nova linha de logística.

A entrega de mercadorias adquiridas no comércio eletrônico, que já movimenta R$ 150 bilhões anuais no Brasil, é um dos itens que os Correios desejam liderar para recuperar fôlego.

Para isso precisa cortar custos e até 2016, segundo os especialistas em reinserção de empresas em novos mercados, os Correios terão que diminuir pessoal e focar na oferta de produtos financeiros, serviços postais eletrônicos, telefonia móvel, certificação digital e digitalização de documentos.

Portanto, cada vez mais rareiam  cenas como a do título da postagem, cortado do belo samba-canção “Mensagem”, de Aldo Cabral e Cícero Nunes, lançado em 1946 pela Isaura Garcia, e reciclado em um brega que fez sucesso nos anos 60 com a Vanuza:

“Quando o carteiro chegou
E o meu nome gritou
Com uma carta na mão
Ante surpresa tão rude
Nem sei como pude chegar ao portão”

3 comentários:

  1. Inclusive se reinventar no que diz respeito ao transporte de mercadorias, pois uma encomenda enviada por mim para o Rio de Janeiro com o peso de 300gramas e medindo 15x20x20cm custou-me 21 reais quase 15% do valor da peça e demorou 25 dias para ser entregue..afff

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  2. Aproveitando este espaço, gostaria de uma opinião sua a respeito: Tenho um carro sedan da Hyundai de valor relativamente alto e ele foi batido por um motorista alcoolizado em sua traseira e, como tenho seguro o acionei e pasme, na concessionária CAOA daqui, não fazem serviços de troca de peças novas de lataria, manda para oficinas que prestam serviços a ela e esta não tem equipamentos nem capacidade para tal, pois não fizeram qualquer tipo de treinamento pela fábrica ou seja, a Hyundai só faz vender e que se lixe a pós-venda. Que providências deveria tomar?

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    Respostas
    1. É possível uma ação de indenização por danos materiais e morais, pois a revendedora autorizada é também responsável pela pós venda e se ela oferece isto de maneira precária, pode ser responsabilizada. Caso você conclua que deve acionar a CAOA, procura um advogado que lhe explicará maiores detalhes.

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