24/06/2014

Movimento Acorda Marajó tem pesadelos com novo aumento de tarifas

O Movimento Acorda Marajó interditou o porto do Camará, em Salvaterra, de onde a concessionária Henvil faz o transporte para Belém. O protesto é por conta de um novo aumento de 20% nas tarifas.

Shot018

A ARCON limitou-se a dizer o óbvio: “a revisão tarifária é legal, foi aprovada pelo Conselho Estadual de Regulação e Controle de Serviços Públicos, e o ajuste foi feito para manter o equilíbrio do sistema, já que as empresas para operar têm uma planilha de custos e de investimentos que precisa ser compensada.”.

Mobilidade é elemento de cidadania, portanto, as tarifas precisam ser elaboradas considerando, também, a realidade econômico-financeira do usuário e não apenas a planilha de custos das empresas.

Assim como o Estado, por inserção econômica, subsidia empresas, deve subsidiar a mobilidade visando prevenir que o seu peso no orçamento doméstico não seja excludente ao movimento do cidadão.

Ademais, as planilhas das concessionárias são de duvidoso aferimento, e eu nunca vi um proprietário delas andando de carro popular, sinal de que os lucros não são o acocho que choram na hora do reajuste do preço.

Guardadas as desproporções, não é possível que sejamos tão ineficazes que os preços pagos para atravessar um veículo de Belém a Camará, em balsas precárias, seja mais oneroso do que se cobra para levar veículo de igual tamanho de Calais, na França, a Dover, na Inglaterra, com o conforto ali embarcado.

> Por lá, por 28 euros

A DFDS Seaways, uma das concessionárias do trecho Calais/Dover, cobra para transportar um carro de passeio, com cinco passageiros, 28 euros, o equivalente a R$ 84,00.

Shot010

Os ferries oferecem velocidade, conforto, e luxo aos usuários.

Shot003

Shot005

Shot004

> Por aqui, por 36 euros

No Pará, com o aumento, um carro paga pela travessia Belém/Camará R$ 108,00, o equivalente a 36 euros, o que é 8 euros a mais que o exemplo ao norte, e que poderia ser o suficiente para compensar a desproporção citada na asserção inicial.

A estrutura e os ferries usados aqui são o elemento residual para prover a comparação de pertinência.

Shot017

Shot014

Shot015

Tal singularidade nos permite concluir que é possível até se incomodar com a forma imposta pelo movimento “Acorda Marajó”, mas é de indiscutível razão o conteúdo do que reivindica, pois o berço não é tão esplêndido para ficarmos eternamente deitados.

34 comentários:

  1. Porra Deputado, não faça isso!
    Muito embora eu ache que as nossas belezas naturais são insuperáveis, dá uma vergonha ver as condições dos dois serviços. Eu não acredito que não tenha ninguém para dar pelo menos um grito.
    É vergonhoso, e não é de agora.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tem gente gritando. Só faltam ouvidos para ouvir.

      Excluir
    2. Enquanto isto um dos diretores da Arcon, que por sinal é filho de Soure, posta no face a foto dele assistindo Brasil x Camarões.

      Excluir
  2. Como deputado, o que o Senhor Parsifal Pontes fez para mudar esse cenário caótico que é o transporte fluvial para a Ilha de Marajó via Belém - Camará-Soure, Sou usuária constante e nunca vi nenhuma manifestação política acerca dos politicos, nem do Ministério Público nem, de juízes e de nenhuma autoridade, quanto a esse problema.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ao Poder Legislativo só cabe denunciar as precariedades, pois as políticas tarifárias e de concessões são de prerrogativa exclusiva do Poder Executivo.

      Excluir
  3. Sua comparação é despropositada. A disparidade é questão de economia de escala (sem levar em conta a distância: Dover/Calais= 33 km; Camará-Belém= 46 km). A rota Calais/Dover é atendida por três empresas (46 viagens diárias), com ferries de até 2.000 passageiros e 500 carros + caminhões) que transportam anualmente 10 milhões de passageiros. Ah, sim. A rota une dois países de elevado PIB per capita (20º e 23º; o Brasil é 61º).
    O Movimento, desse jeito, está colocando o Marajó para dormir. Contrate-se uma consultoria para verificar o preço justo (quem paga a conta?). Se o preço estipulado pela ARCON for justo, entrem em cena os senhores deputados/governo estadual para definir estratégias (isentar o diesel utilizado de icms, subsidiar a empresa ou criação de empresa estatal para o transporte).

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não é despropositada. As desproporções são compensadas pela abissal diferença entre as estruturas e os serviços, que é o que se deseja evidenciar. Há mais de três empresas na rota. As operações de venda é que são concentradas.
      A distância é praticamente a mesma e a navegação no trecho Calais/Dover é muito mais pesada (correntes mais fortes) que a fluvial para Camará, e exige, pela grandeza dos ferries, mais torque e maquinaria 500 vezes mais potente e mil vezes mais cara. O número de passageiros que você declara não é da rota Calais/Dover e sim do porto de onde partem as rotas, que atendem outros pontos da Europa marinha, que totalizaram, em 2013 (Dover) 12,7 milhões de passageiros. O movimento maior da rota é a rodoferroviária, através do Eurotúnel.
      A escala é elemento de redução de tarifa, mas a rigidez e a exigência dos investimentos são elementos de linha governamental de provimento de serviços de excelência. Para erigir, e manter, um ferry na linha em tela são necessários investimentos que a balsa travestida de ferry que serve Camará, com os péssimos serviços que presta se torna um mero parafuso no conjunto e demonstram que os concessionários investem pouco e ganham muito. Ou você conhece algum que ande de Fiat Uno?
      O fato de o Brasil ter PIB per capita menor não remete a tarifa mais elevada e sim a subsidiamento dela, para que ela seja menor.
      O Acorda Marajó contratar uma consultoria? Creio que quem está dormindo nessa travessia é você: as pessoas do movimento estão labutando para baixar o preço da travessia porque não têm dinheiro sequer para pagá-la, o que dizer para contratar consultorias.
      E não é preciso consultoria para concluir se a tarifa é justa. A pergunta é? Ela é justa para quem? Garanto-lhe que não é para o usuário, que paga preço de primeiro mundo e recebe serviços pré-históricos.
      Políticas de subsídios não são prerrogativa de deputados e sim iniciativa exclusiva do Poder Executivo, que deve elabora-la, como fez para fazer pousar aqui os dois voos internacionais (Miami e Lisboa), mas parece que não interessa ao governo a rota Belém/Camará.

      Excluir
    2. Anônimo 12:52;

      A sua resposta é um belo exemplo de como alguns defendem o atraso em que se encontra a nossa região. Utiizar essas embarcações é uma coisa para quem não se importa com segurança, nem liga para o mínimo de conforto. Entre a Inglaterra e o Marajó é possível visualizar uma longa escala de progressos, a começar por informações corretas, limpeza, banheiros arrumados, eliminação de ratos e baratas, lanches que não façam mal a saúde (esquilho e pipoca não contam), poltronas dispostas de modo confortável e de fácil evacuação em caso de acidentes (os naufrágios demonstram que muitos morrem sem chance de sair da ratoeira), passageiros em número estritamente igual ou menor ao máximo permitido, quipamentos de salvatagem sempre renovados e em número suficiente, tripulação composta por profissionais experientes e legalmente habilitados (pois são comuns os acidentes provocados por curiosos), barcos equipados com tecnologias navais viáveis para tornar a viagem mais rápida e mais segura.

      Excluir
  4. Falta tb levar em consideração que os custos daqui e de lá não são os mesmos. Só daria pra comparar os dois casos se os custos fossem iguais e aqui no Brasil tudo é mais caro do que no resto do mundo, desde o transporte até o playstation

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Aí está a desproporção. Os custo não são os mesmos, mas a diferença de estrutura e serviços é tão desproporcional que os preços daqui se tornam 10 vezes maiores que os de lá, pois os investimentos necessários para ser um concessionário lá são 100 vezes maiores que ser um aqui.

      Excluir
  5. ALGUÉM TEM QUE CHORAR PA, PA, PA, PA, PA

    Parsifal

    Tenha paciência, fazer esse comparativo é demais, claro que o valor para o Marajó esta altíssimo , claro que o serviço prestado é péssimo, também é claríssimo que nem uma das secretarias de governo (transportes, Turismo etc ) fazem algo para melhorar nada!

    Quando um turista passa direto para Manaus não é porque não queira conhecer o queijo de búfalo na fonte, provar um Acari muqueado, tomar uma sopa de Turu ou apreciar arte e paisagem marajoara e sim porque seus euros ou reais só conseguem bancar a travessia.

    Tem mais, publique uma foto do local onde a passagem é vendida no subsolo do terminal se você tiver coragem de não se envergonhar em ser paraense, se publicar sua vergonha não esta salva, ela continuara comprometida nem que seja de sono dado que se um passageiro não chegar ao local de embarque às 4 horas da manhã corre um serio risco de não conseguir embarcar!

    Foi fazendo essa viagem que os Caçulas cantaram “O piquenique foi bom, mas a volta é que foi tão triste briguei com meu amor na estação” e depois emendaram “em toda volta de piquenique alguém tem que chorar Pa, Pa, Pa, Pa, Pa, Pa,” , eles ainda hoje estão certos , a volta é na base do pisão, sem representante da Setran , da Arcon , da Capitania ou pasme alguém com cargo de mando da própria empresa!

    Agora dizer que quando alguém chega transportado em estado grave de helicóptero em Belém não é porque o transporte seja mais rápido e sim porque o custo de transporte é menor que o cobrado pela Henvil é pura maldade!

    Em tempo, Wanderley Cardoso depois visitando o Marajó também cantou “O PIQUENIQUE”


    ((((MCB))))





    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Você tem essa foto de onde a passagem é vendida?

      Excluir
  6. Pôxa senhor blogueiro. Não tem cabimento a comparação. Lá, a ligação é entre dois países de primeiro mundo. Aqui é no Brasil. Sem falar que, aqui, o público usuário é muito menor e inconstante. Salvo nas épocas das férias de julho. Contudo, o preço pode também ser subsidiado pelo empresariado. Afinal, quem não pode não se estabelece.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Deixei claro as desproporções, mas a pertinência se faz à modo, pois os custos dos países de primeiro mundo são muito maiores que os nossos e os investimentos para se colocar no mercado são 100 vezes maiores que os nossos. Além disso, a travessia Calais/Dover não tem monopólio: mais de 10 empresas a fazem e isso dilui a escala.
      O fato é que o preço da tarifa aqui, mesmo sem subsídio, deveria ser menor, pois o lucro do concessionário é absurdo. Basta dar uma espiada no nível de vida que essa turma leva.

      Excluir
  7. O pior, Deputado, é trecho Carapajó - Cametá, na PA 151. O valor pago por 1 hora de uma lerdíssima balsa é de 55 reais. Inclusive questionei a tarifa, que em épocas de carnaval são elevadas em 10 reais, perguntando ao gerente da balsa a razão e o documento da ARCON que autorizava reajustes casuísticos. Ele disse que a concessão é feita pela prefeitura/município e que a ARCON não tem ingerência na atividade, por ser o circuito dentro do único minicípio, no caso de Cametá. Pode? E o Rio Tocantins não é nacional?

    ResponderExcluir
  8. Francisco Márcio24/06/2014 18:25

    À bem da verdade os nossos transportes marítimo, ferroviário, terrestre, aéreo, são todos precários. Agora daí a Sua Excelência dizer:

    "Nunca vi um proprietário delas andando de carro popular."

    Isso resolve o problema? Claro que não. Vossa Excelência sabe o preço de um "ferry" desses? Quanto um empresário precisa dispender de investimento nesse negócio? Vossa Excelência, sabe o que é:

    Folha de pagamento, PIS, COFINS, ISS, ICMS, IRPJ, FGTS, etc...

    Não sabe. Pois está há décadas mamando nas tetas da vaca, há décadas tomando conta da bolsa da viúva chamada Brasil. Refestelado daí é fácil criticar.
    Aproveite a chance, quando bater o desemprego ( se o seu pupilo não for eleito ) monte uma empresa e conheça as agruras...
    Tens coragem Dr.?!?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Dizer que os beltranos, assim como eu, não andam em carro popular, não resolve nada mesmo, apenas sustenta a tese demonstrada, e era uma expressão que eu adorava dizer aos empresários de ônibus em Tucuruí quando eles iam à prefeitura chorar que se eu não autorizasse aumento das tarifas eles quebrariam.
      Em 12 anos, 4 como vice-prefeito e 8 como prefeito, eu dei apenas três aumentos de tarifa que eles queriam que fosse todo ano. E pasme: eles não quebraram, eu exigia ônibus novos ou lhes caçava a concessão e eles colocavam, e jamais deixaram de andar em reluzentes camionetes de luxo, que trocavam todos os anos.
      Mas como eu ia dizendo, você errou de novo, pois eu sei quanto custa um ferry desses (não é um ferry e sim uma balsa velha com uma cumeeira e eu já tive 4 dessas balsas velhas, sem as cumeeiras, um tempo que eu resolvi ser sócio de um garimpo fluvial em Rondônia); eu sei o quanto um empresário precisa despender para prestar o péssimo serviço em voga; eu sei o que é folha de pagamentos; eu sei o que é PIS, COFINS, ISS, ICMS, IRPJ, FGTS, e o etc, inclusive o IRPF, que em 2014, para mim, foi uma talagada de R$ 383 mil, que eu pago, aliás, com imenso prazer, pois é sinal que estou ganhando bem.
      A coragem de montar uma empresa eu já tive há mais de 30 anos, além da que herdei do meu pai, que fará, em outubro de 2014, exatamente 50 anos de existência, e diferente de muitas outras que existem por aí, não deve um centavo de nenhum dos impostos citados e todos os outros incidentes.
      A propósito, não são só duas. Tem mais uma, a imobiliária do grupo, que administra os imóveis da família. Não, não aceito os seus imóveis para alugar: a imobiliária é única e exclusivamente para administrar os imóveis familiares.
      Como você vê, eu sou corajoso e como não sou dono de concessão pública, sempre que eu tiver oportunidade, arrocho-lhes a tarifa porque todas elas estão superdimensionadas em, no mínimo, 50%, ou você já viu algum deles andando de carro popular?

      Excluir
  9. é mais uma prova incontestável do desgoverno do Jatene.

    ResponderExcluir
  10. Será que não tem outra empresa que possa fazer concorrência ?

    ResponderExcluir
  11. Este monopólio e uma fabrica de dinheiro .

    ResponderExcluir
  12. Francisco Marcio24/06/2014 22:41

    Qual é a sua empresa Excelência? Qual é a empresa que Vossa Excelência herdou?
    À propósito, quem lhe disse que tenho imóveis para alugar? E quando os tiver ( plebeu, também ascende na pirâmide social ), Sua Excelência acha mesmo que eu teria coragem de entregar em suas mãos para administrar?
    Contente-se com o ervanário da viúva...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Você acha mesmo que eu vou lhe transformar em meu consultor empresarial? Quem faz sustentações usando fatos que ignora é dialeticamente descuidista a ponto de transformar o ervanário da viúva em uma enorme juquira retorcida.
      Sim, plebeus ascendem. O Amador Aguiar, filho de lavradores, conseguiu seu primeiro emprego, aos 22 anos, como office boy no Banco Noroeste e morreu deixando a maior instituição financeira privada do Brasil, o Bradesco, para os herdeiros.
      Mas não perca tempo com debates sobre coragens ou covardias imobiliárias: eu já disse que não aceito imóveis de terceiros.
      Não, posso me contentar. Eu já lhe disse que dinheiro nunca é o suficiente. Se o fosse, por exemplo, o Bill Gates já estava dando o Windows de graça.

      Excluir
    2. Deputado, eu já lhe disse que esse FM é um tucano despeitado. Mas A SOL brilha para todos não é mesmo?

      Excluir
    3. Mas eu gosto é de sombra.

      Excluir
  13. Francisco Marcio25/06/2014 06:19

    Já esperava a resposta evasiva, políticos, como Vossa Excelência, fogem da publicidade ( a Justiça Eleitoral determina o contrário ) aos seus bens como o diabo foge da cruz. No site de consulta pública não aparece nenhum CNPJ vinculado ao pai da legalidade, honestidade, o político Parsifal de Jesus Pontes, CPF: 124.394.442-00.
    Mas não perca o seu ( já raro ) sono, o pobre plebeu aqui fica somente no debate...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Agora você delirou: como é que você quer que haja um CNPJ vinculado ao meu pai, que faleceu há mais de 30 anos?!
      No meu CPF, idem, você não encontrará vinculação direta, pois como deputado sou impedido de deter cargo de direção ou vinculação direta de responsabilidade, ou estaria a empresa impedida de participar de certames.
      E delirou mais ainda ao intuir que eu tenho que lhe dar explicações dos meus bens (nem meu eleitor você é).
      E aí o delírio se transformou em transe: onde está escrito, por mim, ou por outrem, que eu sou "legalidade" e "honestidade"? Eu jamais emito parecer sobre mim mesmo, principalmente se for elogios, pois isso da própria boca é vitupério. E da boca alheiam jamais saem elogios a políticos.
      Você jamais será motivo para eu perder sono. Eu não tenho sono.

      Excluir
    2. Francisco Márcio25/06/2014 14:28

      Vossa Excelência é muito, muito mais inteligente do que isso:

      "Nenhum CNPJ vinculado ao pai da legalidade". O pai da legalidade, nesse caso é sua Excelência, que dispara sua metralhadora acusatória pra todo lado.
      Ademais, como homem público que é ( em fim de carreira, bem verdade ), e pai da moralidade, imaginei não ser problema à divulgação das empresas que Vossa Excelência, por ventura, faça parte do quadro societário...
      O receio da divulgação é com medo de retaliação dos seus inimigos ( isso é momentâneo, logo, logo, Vossa Excelência volta aos seus braços )?

      Excluir
    3. Não é a minha inteligência que está em pauta e sim a síntese: teria que haver dois pontos depois da "honestidade".
      Embora pudesse ser lisonjeiro pata mim ser o pai destas três beldades (legalidade, honestidade e moralidade), refuto-lhes a paternidade: as únicas três filhas que tenho têm outros nomes. Procure o pai dessas moças no céu, pois aqui na Terra, segundo o Diógenes, a lanterna dele apagou antes que ele achasse esse um: elas são órfãs.
      Agora você acertou: eu adoro disparar a minha metralhadora. Só não miro, como sói saber, os amigos.
      E você acha mesmo que é possível alguém se esconder no meio de cotas societárias para enganar governos? Governos sabem de tudo. Até a hora em que você espirra, que é para eles dizerem "saúde", se você for da comandita ou "dane-se" se for da oposição.
      Eu não tenho inimigos. Só tenho adversários e adversário meu é o último que me fez raiva, quando eu esqueço imediatamente a raiva feita pelo anterior e já corro com ele para espezinhar o desafeto da hora: é assim que fazem os governos, os políticos e os países. E é assim que caminha a humanidade. Quem faz política com o fígado morre de cirrose.

      Excluir
  14. Acredito na causa legitima do interesse popular em combater este aumento abusivo, pois o aumento da tarifa da passagem é só o começo para outros aumentos do gás, da água mineral, arroz, feijão charque e por aí vai. Aproveito a oportunidade e faço um questionamento simples aos grupo que administra o transporte fluvial: Se é tão caro manter os custos operacionais, por que vcs não largam o osso? Agora ao Sr. Deputado: Quais são os subsídios que o estado oferece aos empresários do setor fluvial, desde incentivos fiscais até as concessões contratuais?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O grande incentivo que o Estado oferece a essas empresas é não fiscalizá-las e nem cobrar delas os investimentos aos quais se obrigam quando recebem a outorga. Isso, para ambos, já é mais que o suficiente.

      Excluir
  15. Grande viagem Deputado, Calais..... 7 milhões de turistas comparado ao Camará (Marajó), é uma brincadeira da sua parte!
    Compare Cujupe (Travessia do Maranhão) que já transporta 1milhão e 600 mil passageiros ano, olhe os preço, são melhores do que em Calais.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pela sua lógica,porque não temos milhões de turistas, temos que nos contentar com o desmazelo e a incúria do que nos oferecem e pagamos caro. Melhor, ou pior ainda: deveríamos tirar a balsa e quem quiser ir ao Marajó que pegue uma canoa e vá remando.
      Continuo com a minha lógica: se pago preço de primeiro mundo quero serviços correspondentes.
      Não importa se é 1, 1 milhão ou 10 milhões de passageiros. Os serviços públicos têm que ser dignos e os preços públicos têm que acessíveis à realidade do usuário.
      Não conheço Cujupe. Vou averiguar.

      Excluir
    2. Pela sua lógica,porque não temos milhões de turistas, temos que nos contentar com o desmazelo e a incúria do que nos oferecem e pagamos caro. Melhor, ou pior ainda: deveríamos tirar a balsa e quem quiser ir ao Marajó que pegue uma canoa e vá remando.
      Continuo com a minha lógica: se pago preço de primeiro mundo quero serviços correspondentes.
      Não importa se é 1, 1 milhão ou 10 milhões de passageiros. Os serviços públicos têm que ser dignos e os preços públicos têm que acessíveis à realidade do usuário.
      Não conheço Cujupe. Vou averiguar.

      Excluir
  16. Já pesquisou Deputado, custa R4 70,00 o carro pequeno. Na propaganda solicitam que os bilhetes sejam adiquiridos com bastante antecedencia. É só uma hora de viagem, se fossem 3h (3X70) = R$ 210,00, CALAIS é lixo!

    Deputado nós estamos falando do custo BRASIL, preço do DIESEL, MÂO-DE-OBRA, MOTORES, etc..... de desgoverno.....e.....
    O negocio é bom já que estão fazendo novos Ferrys em Belém.
    Sem deboche Deputado, também temos salários e custo de deputadas nas assembléias, É dose pra Leão.

    Vamos mudar esse mundinho que tá aí, mas não com estes candidatos que se apresentam, verdadeiros vampiros.

    ResponderExcluir

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.