Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Na bucha!
ResponderExcluirSó não vê quem é cego e não enxerga a luz que advém do presidente Lula, que se diga é bem melhor que a CELPA do governador JATENE.
ResponderExcluirdepois vocês dizem que ele não é genial... haja gelo para a dor de cotovelo, tucanos!
ResponderExcluirE haja o FHC aumentar a dosagem de calmantes.
ResponderExcluirDe que adianta o poste se não existe a luz? Não são os anafabetos que elegem o molusco e sua gangue que escrevem a história. São as pessoas que possuem um mínimo de inteligência que redigem a História e nesta a quadrilha do PT estará em destaque. O Mensalão que o diga.
ResponderExcluirO problema é que com os postes que Lula nos impõe, de quando em quando tem apagão.
ResponderExcluir