Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Já que não querem dividir o Pará, resolveram anexar o Ceará! Pobre Para grande!
ResponderExcluirCadê o senador do açai pra explicar isso???
ResponderExcluirRiquezas do Pará... indivisíveis mas perdíveis.
ResponderExcluirEnquanto em belém o nobre fruto e descarregado em feiras sujas e manipulado em diversas máquinas insalubres.
ResponderExcluirNão valorizam o que é nosso depois ficam loucos para não dividir.
ResponderExcluirO paraense não ama as maravilhas do Pará, a imprensa e redes sociais só divulgam as coisas ruim. As boas iniciativas, as belezas paraenses e as pessoas de bem não servem de pauda para divulgação da imprensa.
ResponderExcluirOs Dirigentes políticos não se unem para defender os interesses do Estado, por isso, o Ceará é o maior exportador de Açai, o Maranhão exporta nosso minerio, o Amazonas, sedia a copa do Mundo e assim por diante... E o Nosso Senador "Açai" até nenhum projeto para valorizar a cultura do Açai paraense.
Será que os Portugueses enterraram uma cabeça de burro em terra paruara?