18/02/2017

Salvando a lavoura

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Incluídos os 110 dias como presidente interino, Michel Temer caminha para o seu décimo mês de governo.

Recente pesquisa (CNT/MDA) revela que a avaliação positiva da gestão Temer mantém-se nas bordas dos 10% que acham o governo bom e 1,2% que o avaliam como ótimo. O governo Temer é avaliado como ruim ou péssimo por 59% da população.

Temer se bate em três frentes de resistência difíceis de superar em curto tempo: o preconceito conjuntural, que é a forma como ele chegou à presidência da República; o preconceito partidário, que é como a imprensa formadora de opinião desenha o PMDB; e o próprio PMDB, que se esforça para caber exatamente no desenho.

Esses três componentes políticos se potencializam nas medidas econômicas e de ajuste fiscal que Temer banca, necessárias para uma retomada sólida da economia, mas que achatam a popularidade do mais benquisto mandatário até que surtam os efeitos que mitiguem as intervenções.

Temer deixará o governo com nível de aceitação igual, ou menor, do que o recebeu, mas 10 entre 10 analistas sêniores do mercado e cientistas políticos ouvidos, concordam que “apesar das turbulências e de tropeços na área política”, no campo econômico Temer “promoveu uma considerável mudança de rumo no País”.

O acerto da política econômica, capitaneada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que também comandou um processo econômico virtuoso na presidência de Lula da Silva, à frente do Banco Central do Brasil, traduz-se no arrefecimento da inflação, descontrolada desde meados do primeiro mandato de Dilma Rousseff, e na desaceleração do déficit público, que corrói a capacidade de desembolso do Governo Federal.

A inflação foi derrubada pela metade em 8 meses: estava em 10% ao ano quando Temer assumiu e chegou a 5,35% no acumulado em 12 meses, mantendo tendência de queda irreversível, pois o IPCA de janeiro foi de 0,38%, o menor índice do mesmo mês desde de 1979.

Espera-se ainda, que após três anos de recessão, haja um crescimento de 2,5% em 2017. Os gráficos matemáticos, com base no comportamento dos índices que compõem as projeções, apontam esse número, mas eu acho que o crescimento, se houver, não ficará acima de 1%, e já será uma enorme vitória se o número final não for negativo novamente.

Em pouco menos de 10 meses Temer aprovou 62 medidas no Congresso Nacional, que foram desde ajustes administrativos até a aprovação da PEC do teto dos gastos, medida fiscal mais importante da República desde a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Mas a pauta do governo vai à prova de fogo a partir de março, quando o Congresso apreciará uma das duas mais polêmicas e indigestas reformas, que é a da Previdência Social, responsável pelo maior rombo do orçamento federal.

A outra reforma tão polêmica quanto a da Previdência, mas tão necessária quanto, para o Brasil entrar no século XXI e competir em linha de equidade com a economia global, deverá ser encaminhada em março para o Congresso: a reforma trabalhista.

O fato é que o governo Temer conseguiu tirar o bode da sala, tenta arrumar os estragos e tem conseguido relativo êxito na empreitada e isso, em um momento crítico da vida nacional, não pode ser conseguido distribuindo amenidades e nem pode ser oferecido por quem está preocupado apenas com a próxima eleição.

17 comentários:

  1. Caro Parsifal, ao ver que o minerio de ferro está numa boa cotação, cerca dd 90 dolares a tonelada, lembrei do baixo imposto sobre o minerio de ferro extraido no Brasil. É baixo esse imposto se comparado aos impostos que incidem sobre o petroleo. Não poderiam os politicos do estado conseguir que o estado receba uma parcela maior dessa riqueza existente em seu territorio.
    Fiz uma continha: supondo que a parte para o estado seja 5 dolares por tonelada, se a produção for 150 milhões de toneladas, isso daria 750 milhões de dolares, ou cerca de 2 bilhões de reais em um ano. Ainda seria pouco em comparação aos imnpostos sobre petroleo.

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  2. Faltou acrescentar que o desastre econômico capitaneado pelo PT fez os PIBs de 2015 e 2016 caírem funestos 8% e que o Temer por habilidoso político que seja, não é mágico. Como Deus é brasileiro, ajudará no conserto dessas desgraceira.

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  3. Parsifal;

    Existem mundos onde estas teses que você apresentou, além de honestas são praticáveis; contudo aqui no Brasil as coisas são diferentes. Ainda nesta noite o 'Mendonção' repetiu este mesmo corolário de medidas duras e saudáveis para a economia brasileira, durante entrevista à Record News.

    Mendonção, relembrando, é mais um desses competentes analistas senior de mercado, cuja passagem pelo governo Fernando Henrique cardoso foi marcada por algumas 'trampolinagens' nos altos cargos que exerçeu, tendo sido apontado como responsável pelo grampo (espionagem de informações privilegiadas do BNDES) que favoreceram o grupo 'Opportunity' do banqueiro Daniel Dantas, que já teve seus dias de manchetes e entre outras foi blindado pelo ministro Gilmar Mendes do STF contra os indiciamentos na operação 'Satiagraha'.

    Daniel Dantas, apenas para recordar, também causou revolta entre setores que denunciaram suas atividades na amazonia por grilagem e desmatamento em larga escala.

    Mas tem também aquela outra 'trampolinagem' via BNDES do 'Mendonção'em que um conchavo entre o FHC e os presidentes dos bancos federais favoreceu a compra da Tele Norte Leste pelo consórcio Brasil Telecom.

    Quais são as intenções dessa gente? Construir um Brasil moderno e auto sustentável ou Armar outros golpes?

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  4. Anônimo 22:24;

    Apenas uma pequena errata. Onde se lê 'capitaneado pelo PT', leia-se 'capitaneado pela coligação PT + o sócio do PT', um crocodilo gigante importado da África cujo apetite voraz e insaciável por cargos e propinas é tão grande que resolveu engolir o próprio sócio.

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  5. ôoooooo perda de tempo seria debater essa tua analise , tu sendo parte do partido q deu o golpe. Inflação q voltou a meta kkkkkk a custa de recessão e desemprego kkkkkk sai fora

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  6. Desde 2015, com a mudança na política econômica( e a adoção da falida politca neoliberal) e a adoção do ajuste fiscal, o gasto social tem sido questionado e sofrido diversos cortes. Com a aprovação da PEC 55 (antiga 241), que foi promulgada e transformada na Emenda Constitucional 95, a situação deve se agravar, com o rompimento do frágil pacto social da Constituição Federal que impõe ao Estado brasileiro o dever de promover direitos sociais. Com a Emenda, ocorrerá um acirramento dos conflitos sociais e, em uma disputa por um diminuto orçamento público, os mais pobres e negros (especialmente as mulheres negras) perderão para o setor financeiro, setores do empresariado e algumas categorias do funcionalismo público. o congelamento dos gastos sociais nos próximos anos representará uma nova etapa no processo de subalternização da população negra: “não é preciso que ela [Emenda, ex-PEC 55] preveja a morte de negros. Basta que ela seja aprovada, segundo as leis, pelo Congresso Nacional, e negros irão morrer, mesmo sem que um tiro precise ser dado. Morrerão nas filas dos hospitais, nas ruas, nas prisões”. o extermínio da população negra será a forma de gestão estatal dos conflitos sociais, pois não haverá como sustentar a fábula de que se pode “confiar nas instituições” quando estas estão desmoronando e não se tem educação, saúde, moradia, saneamento.

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  7. No fim de 2014, tornou-se hegemônica a avaliação de que uma inflação batendo no teto do regime de metas se associava ao fato de a economia brasileira operar próxima do pleno emprego
    No último dia 29 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os resultados referentes ao trimestre encerrado em novembro da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). De ampla repercussão na opinião pública, o maior destaque foi dado ao contingente de desocupados, estimado em doze milhões de pessoas. Desde o início de 2015, vale frisar, foram acrescidos a este contingente cerca de 5,6 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, 2,9 milhões somente no ano passado, sem considerar os dados de dezembro, ainda não divulgados.

    A taxa de desocupação, por sua vez, foi estimada em 11,8%, meio ponto percentual superior à registrada no trimestre anterior e bastante acima da verificada no mesmo trimestre de 2015 (8,9%). Nesse sentido, cumpre chamar a atenção para o fato de haver uma tendência de alta praticamente ininterrupta desta taxa nos anos de 2015 e de 2016, quebrando com um padrão “normal” de comportamento da taxa no segundo semestre, usualmente descendente. Nesse lapso de tempo, o aumento foi de aproximadamente 5,3 pontos percentuais, tendo como referência a taxa de desocupação de 6,5% registrada no último trimestre de 2014.

    A gravidade da situação do mercado de trabalho evidencia-se ainda pela diminuição, nesse mesmo intervalo de tempo, do contingente de trabalhadores do setor privado com carteira de trabalho assinada (-2,4 milhões) e do emprego público (-278 mil), em paralelo ao incremento dos trabalhadores domésticos (142 mil) e conta-próprias (89 mil), um claro sinal de deterioração da estrutura ocupacional.

    O que provocou a guinada observada no mercado de trabalho brasileiro a partir de 2015, já que, até 2014, o comportamento dos principais indicadores de mercado de trabalho ainda era bastante positivo?

    A resposta a esta questão requer um retorno ao final de 2014 e à discussão econômica que se travava naquele momento. Resumidamente, tornou-se hegemônica a avaliação de que uma inflação renitentemente próxima do teto do regime de metas estava associada ao fato de a economia brasileira estar operando próxima do pleno emprego. Dado o diagnóstico, qual a solução proposta? Reduzir o consumo e aumentar o desemprego no país, favorecendo a abertura do hiato do produto, e, portanto, a queda da inflação.

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  8. A conturbada deposição da presidenta Dilma Rousseff e a ascensão do seu vice-presidente, Michel Temer, significaram, do ponto de vista da política econômica, o completo abandono da possibilidade de que medidas estruturantes de combate à recessão pudessem ser formuladas e implementadas. Um padrão de convenção pró-crescimento foi definitivamente rompido.

    Até o presente momento, as iniciativas do atual governo apontam para uma reforma estrutural do sentido e do alcance da intervenção do Estado brasileiro. A PEC 55 é o exemplo mais ilustrativo do que aqui se quer chamar a atenção. O seu real propósito é a diminuição brutal do gasto público, restringindo, para isso, o crescimento das despesas primárias e enrijecendo a política fiscal por longos vinte anos.

    De modo complementar, a reforma da Previdência Social proposta visa, justamente, a tornar possível que o teto de gastos decrescente estabelecido pela PEC possa ser viável no futuro. Amarra-se, dessa forma, não só o curto-prazo, mas a possibilidade de utilização de uma política fiscal expansiva, pelo prazo de vários mandatos presidenciais. Uma insensatez, sem dúvida.

    Nesse cenário, as perspectivas para o mercado de trabalho brasileiro para este ano não são nada alvissareiras. O anêmico crescimento da economia mundial, o combalido mercado interno de consumo, o setor privado altamente endividado, sem acesso a crédito abundante e barato e sem perspectivas positivas de demanda efetiva futura, e o gasto público excessivamente contido não deixam alternativas de escape para a retomada do crescimento econômico, o que impossibilita, portanto, qualquer perspectiva positiva para o mercado de trabalho brasileiro em 2017.

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  9. O que provocou a guinada observada no mercado de trabalho brasileiro a partir de 2015, já que, até 2014, o comportamento dos principais indicadores de mercado de trabalho ainda era bastante positivo?

    A resposta a esta questão requer um retorno ao final de 2014 e à discussão econômica que se travava naquele momento. Resumidamente, tornou-se hegemônica a avaliação de que uma inflação renitentemente próxima do teto do regime de metas estava associada ao fato de a economia brasileira estar operando próxima do pleno emprego. Dado o diagnóstico, qual a solução proposta? Reduzir o consumo e aumentar o desemprego no país, favorecendo a abertura do hiato do produto, e, portanto, a queda da inflação.

    Estes pontos foram explicitamente apresentados ao debate público pelo atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, então economista-chefe e sócio do Itaú-Unibanco, em artigo na imprensa, ainda em 2013: “(…) o combate à inflação requer estar disposto a abrir mão de coisas valiosas. A sociedade está preparada para (temporariamente) reduzir o consumo e desaquecer o mercado de trabalho para reduzir a inflação?”. Nesse mesmo sentido, o Banco Central, em atas de reuniões do Comitê de Política Monetária (COPOM), vinha alertando, há um bom tempo, mas de maneira mais incisiva a partir de 2014, para os riscos inflacionários de uma economia que opera com uma “estreita margem de ociosidade no mercado de trabalho”, ou seja, com taxas de desemprego muito baixas.

    Além de uma inflação oscilando próxima ao teto do regime de metas, a estagnação da economia brasileira e o crescimento da dívida pública compunham o cenário econômico de 2014, em um contexto internacional crescentemente adverso, vale dizer, dadas a desaceleração da economia mundial pós-crise de 2008 e a deterioração dos termos de troca.

    O ajuste Dilma-Levy, implementado a partir do final de 2014, procurava lidar com os problemas acima apontados. O objetivo era promover um ajuste fiscal capaz de conter o crescimento da dívida pública, trazer a inflação para o centro do regime de metas e, dessa forma, criar as bases para a retomada do crescimento econômico, através da recuperação da confiança do setor privado. Para tanto, lançou-se mão do aumento de impostos e de tarifas públicas, da redução de subsídios e de desonerações tributárias, e do corte dos gastos públicos.

    Entretanto, ao contrário do esperado, as aludidas medidas (i) alimentaram uma impressionante escalada da taxa de inflação, impulsionada pelo aumento dos preços administrados, em especial energia e derivados de petróleo, e ainda pela expressiva desvalorização cambial; (ii) auxiliaram na derrubada do crescimento econômico, já combalido por problemas hídricos e energéticos, pela paralisação das cadeias do petróleo e do gás e da construção, e pelo conturbado cenário político; e, como decorrência deste último ponto, (iii) promoveram um expressivo aumento da dívida pública, ao contrário do objetivo alardeado inicialmente.É pouco discutível, dado o cenário econômico internacional adverso, que havia a necessidade de mudança na política econômica brasileira. Porém, optou-se por um caminho equivocado, com pouca ou nenhuma preocupação em retirar o país da recessão, que, àquela altura, já era visível. Do ponto de vista do mercado de trabalho, a sinalização dada foi de que todos os sacrifícios necessários seriam empreendidos para combater a inflação e o crescimento da dívida pública, ainda que no curto prazo isto significasse uma desaceleração ainda maior do crescimento econômico.

    Diante desse cenário, os agentes privados não enxergaram alternativa a não ser promover um forte ajuste na força de trabalho, o que implicou, em termos macroeconômicos, a redução do contingente de trabalhadores ocupados.

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  10. ui....kkkkkk
    Jornal do Brasil - Você também comentou que uma nova recessão deve ser esperada para 2017, já que o governo Temer não teria um plano de recuperação da economia e de combate ao desemprego. PEC 55, China e Trump colocam novos impasses. O que podemos esperar para a economia do país nos próximos anos. Você vê algum horizonte capaz de gerar otimismo em relação à situação brasileira?

    João Sicsú - Não há nenhum sinal de recuperação da economia. O consumo das famílias está extremamente debilitado, o investimento público também, e o investimento privado depende de expectativas em relação à economia do país, que hoje são cadentes. Cada dia se espera menos da economia brasileira, o investimento privado está parado.

    O canal das exportações poderia ser uma saída, mas ele é muito limitado, pois não depende do que acontece no Brasil. O Brasil não tem nenhum controle sobre o comportamento da China, ou sobre as medidas a serem adotadas pelos Estados Unidos, sobre a trajetória dos preços de commodities, Apostar no caminho da exportação em um país tão grande e com um mercado volumoso é apostar no nada. Podemos ter algum sinal positivo, mas não compensará o sinal negativo dos outros -- no consumo das famílias, no investimento público e privado. O ano de 2017 deve ser de recessão, não de estagnação. Será uma repetição de 2016.

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  11. O presidente do Banco Mundial (Bird), Jim Yong Kim, criticou o governo de Michel Temer no programa 'Noite Total', da rádio Globo & CBN. Ele ressaltou que nunca viu um governo desmontar políticas populares em benefício do povo.
    "É a primeira vez que vejo um governo destruir o que está dando certo. Nós do Banco Mundial, o G8 e a ONU recomendamos os Programas sociais brasileiros para dezenas de países, tendo em vista os milhões de pobres brasileiros que saíram da extrema pobreza nos governos anteriores a esse", lamentou Jim Yong Kim.
    Ele fez ainda previsões sombrias para o Brasil. "Agora a fome vai aumentar consideravelmente em 2017. Cortar programas sociais que custam tão pouco ao governo, como o Bolsa Família, é uma coisa que não tem explicação".

    é Parsifal...estás pregando no deserto kkkkkkkkkkkkkkk


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    1. programa social sem economia ajustada nao existe, simplesmente, pq nao tem dinheiro

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  12. Parsifal, tu estás pobre de comentaristas. O pessoal, ou de repente é um só idiota, se limita e copiar e colar notícias de jornal ou opinião alheia. Os caras, ou o cara, não se dá ao trabalho nem de ler o que está copiando e colando. Deve ser algum petista burro, que não pensa e nem tem a menor capacidade de escrever algo de próprio punho. Eu hein.

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    1. Anônimo das 17:23;

      1. Repetições ocorrem geralmente por falta de experiência de quem usa o blog ou por lentidão na internet, que custa a retornar a confirmação do envio do comentário.

      2. De fato é comum nos grandes blogs apenas poucas pessoas comentarem, mas você não percebeu que alguns comentaristas já tomaram suas doses diárias de 'Rivotril' (Clonazepan 2mg ao dia) e por isso estão ficando menos 'bipolares' que você. Vá tomar a sua dose e volte.

      Durma bem e tenha bons sonhos.

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    2. Burro é fazer parte de uma Claque que bate palma àquilo q esta distoando da realidade. ai é apenas o q estão afirmando economistas de várias matizes. ou tu não leu um cometário das 10:25 em que dizia q não valia nem a pena perder tempo num debate q esta praticamente esgotado: não tem crescimento este ano e o país está numa recessão.

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    3. Copiar e colar comentário é pura burrice e falta de mão própria para debater. Se eu for procurar na internet artigos de economistas, tem 100 mil para cada gosto e opinião. Copiaste e colaste as opiniões que tu concordas, já que não tem competência para escrever uma.

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  13. O 'sonho capitalista' no país da burocracia, do esbulho e da vigarice política:

    Um dos temas tão repetidos nos discursos neoliberais do PSDB e PMDB - principalmente a nível nacional - como modelo de desenvolvimento social é a livre iniciativa; uma coisa que milhões de brasileiros um dia procuram, e geralmente no dia errado, da forma errada e no local errado. Em tempos de demissão em massa como a crise econômica atual, isto representa uma grande armadilha para espoliar o cidadão comum, através dos expedientes vicioso que a toda hora são criados para tropeço dos aventureiros e vantagem do governo e de seus associados.

    Em conversa com J.C.S, um velho conhecido, perguntei a quantas andava a firma que constituiu anos atrás em função de um serviço prometido e nunca executado. A resposta veio de forma muito incomum para ele - com outra pergunta, me questionando por quê não perguntei pelo carro que ele disse que ia comprar com a poupança que estava fazendo. E como alguém que de repente largou o sorriso e tomou uma expressão facial de grande insatisfação, contou-me que já havia gasto todo o dinheiro guardado e ainda não conseguira dar baixa na papelada. Que multas e mais multas, taxas, pagamento por serviços, etc, tinham zerado sua poupança e, só Deus o mantinha confiante na vida.

    Justamente no ano em que 12% da população brasileira perdeu o emprego, o governo federal instituiu mais burocracias para enredar os novos candidatos a 'um negócio por conta própria' em armadilhas burocráticas que renderão milhões de reais em multas, principalmente em relação aos que fracassarem e abandonarem os seus projetos, tornando-os inativos. Não sei se houve parceria com o Conselho Federal dos Contadores, mas fato é que em segundo plano os seus representados serão beneficiados.

    É válido lembrar que ao criar perrengues para firmas inativas (como a exigência de DCTF e certificação digital) o governo também deu uma rasteira em quem vai procurar o seguro desemprego e não vai poder receber por causa de suas 'pendências empresariais'.

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