18/10/2016

A tal bipolaridade moral

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A ministra Lúcia ataca o que eu chamo de bipolaridade moral do brasileiro, que acusa e condena, em segundos, malfeitos alheios, mas pratica, cotidianamente, várias bolinagens que julga “de somenos importância”.

A questão é que quem fura a fila do cinema e pisa onde não deve, não vai hesitar em cometer delitos de maior vulto quando o for o gerente do cinema ou o feitos da praça.

A pena é que tem, por proporção de justiça, gradação. Mas substantivamente, como trovou Batista Campos, o patife é patife e o boi é boi.

9 comentários:

  1. a começar a ética por eles(que dizem que ética é só pra puta e fresco). o dia que eles prenderem seus proprios pares eu acreditarei no que ela diz...ou seja: NUUUUUNCA.

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    1. Independentemente de quem diz, a verdade está no que está dito.

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  2. Antonio -Toniel19/10/2016 13:48

    Me veio em mente uma tese de defesa que muito foi usadas por advogados nos tribunais do júri, sem que estivesse prevista no código penal: A legitima defesa da honra nos crimes passionais. Ou seja, muitos homens homicidas de mulheres se valiam da defesa da honra pra serem absolvidos pelos jurados. Embora, a tese não estivesse amparo legal, encontrava amparo no comportamento da sociedade. A sociedade exige um comportamento do homem traído. A sociedade não perdoava a mulher adultera tornando-a merecedora do lixamento e até da perda da vida. Logo, se a sociedade exigia e cobrava uma comportamento do homem traído, como ela, a sociedade, iria condenar o réu que agia de acordo com a psicologia social coletiva.

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  3. Francisco Márcio19/10/2016 15:24

    O problema da gradação é que ela não atinge os 3 P`s...

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  4. Francisco Márcio19/10/2016 17:50

    Com todo respeito: preto, pobre e puta...

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    1. O comentarista aí de baixo acrescentou mais um P.

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  5. Não são mais 3Ps. ,as sim 4. preto,pobre,puta e Petistas.

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  6. Somos um povo corrupto querendo políticos honestos. 99,9% daqueles que criticam quem está no poder faria a mesma coisa se estivesse lá. Ouvi uma vez de um deputado federal envolvido em corrupção do qual sou amigo:" Não me julgue, quando se chega em Brasília tudo parece normal". Realmente, o "normal" depende do ambiente em que se vive.

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