25/08/2016

Francisco em Auschwitz II – Birkenau

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O papa Francisco cruza, solitário, o portão de entrada do tragicamente mais famoso dos complexos de campos de concentração que o nazismo construiu na Segunda Guerra Mundial: o campo de extermínio de Auschwitz II – Birkenau, no sul Polônia.

Em Auschwitz II – Birkenau, segundo testemunho de Rudolf Höss, um dos comandantes do local, no Julgamento de Nuremberg, mais de três milhões de pessoas foram assassinadas, cerca de 2,5 milhões em câmaras de gás, 90% deles judeus.

O número mais aceito hoje é que foram à câmara de gás, em Auschwitz II – Birkenau, cerca de 1,3 milhão de judeus.

6 comentários:

  1. Francisco Màrcio25/08/2016 22:03

    O ritmo de postagem aqui está igual ao nosso piloto de fórmula 1, Rubens Bala. Será que é o fim do governo Dilma que está causando isso? Também, já nem sei, agora que V.Exa vai estar ( saiu algum dia?!?) no poder...

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    1. Não tenho tempo para lamentar o fim do governo Dilma e nem para festejar o começo do governo Temer. As campanhas dos candidatos do PMDB às prefeituras e câmaras municipais é que consomem agora as minhas lástimas e as minhas festas. Com a redução do tempo de campanha para praticamente 30 dias, 3 dias viraram 1.
      Mas, como eu digo nessas horas de aperto, e nunca faço: um dia eu saio dessa vida...

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  2. Dr. Parsifal,

    Porque que Hitler perseguia tantos os judeus ?

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    1. Hitler não inventou o antissemitismo, mas com certeza foi ele quem mais materializou esse preconceito, elevando-o a um holocausto jamais visto na história.
      Hitler queria fazer uma limpeza étnica na Alemanha, e assim elaborou, com bases em preceitos de pureza racial preexistentes, que existiam três raças: as “fundadoras” ou superiores, representadas pelos povos germânicos, as “depositárias”, pelos povos eslavos, e as “destruidoras” ou inferiores, que tinham nos judeus o exemplo paradigmático.
      Além disso, existia, à época, disseminado na Europa, mas sufocado pelos governos democráticos, o mito da “conspiração judaica mundial”, que pregava a ideia de que o poder econômico do povo judeu e monopólio que eles detinham dos meios de comunicação, iriam fazer com que eles, por uma mera questão de tempo, dominassem os governos do mundo inteiro e imporiam o judaísmo.
      Há várias outras teorias que creditam a Hitler um preconceito pessoal com o povo judeu, mas que não se sustentam fora de um contexto histórico honesto. O antissemitismo nazista era um programa de governo baseado no arianismo, ou seja, na pureza da raça, que era invocado para justificar o confisco das riquezas econômicas e financeiras do judeus da Alemanha, como forma de entesouramento do Estado alemão entre guerras e durante a guerra, que cambou para o cruel extermínio puro e simples.

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    2. tem uma "coisa "que fiquei sabendo só depois da existencia da internet, Hitler tinha um avô judeu, rico, esse avô teve um filho ou filha com a governanta, que ele mandou embora. O filho ou filha da governante foi o pai ou a mãe de hitler. Psicologia é complicado, mas pode ser que isso tenha intensificado o ódio, que era moda naquele tempo.

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  3. Dr. Parsifal,

    Obrigado pelos esclarecimentos sobre o assunto.De fato, foi um exterminio em massa.Ainda bem que o 3° Reich foi derrotado pelas forças aliadas, embora ao custo do sacrificio de milhares de vidas, entre civis e militares.

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