18/07/2016

Licenciosidades

Shot010

Em artigo intitulado “O crime organizado no governo Jatene e na SEMAS servindo à multinacional Bunge”, o advogado socioambiental Ismael Moraes, revela o suposto conluio entre a autoridade ambiental do estado e a multinacional Bunge, que segundo ele recebe da Semas tratamento diferenciado das demais empresas que buscam licenciamento para exercerem atividades no Pará.

Para ler o artigo, clique na imagem.

13 comentários:

  1. Parsifal, no meu entendimento o grande culpado por este desastre em Vila do Conde sem duvida é a CDP. A começar pela Presidencia, salvo melhor juizo que não entende nada de portos e navios e como sempre um emprego para um politico. Alias este negocio de emprego para politicos não é previlegio do PMDB e sim de todos os partidos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Relate isso para a Marinha do Brasil, responsável legal e tecnicamente pela apuração de todos os acidentes navais. Eles ainda não conseguiram concluir o inquérito que apura as causas, para emitir proceedimentos que possam impedir futuros acidentes. Há várias hipóteses até agora aventadas, nenhuma coincide com a sua, mesmo porque o presidente da CDP não era o comandante do Haidar e nem o operador portuário na ocasião.

      Excluir
  2. Francisco Marcio18/07/2016 21:21

    Falando em bois... Diga para esse plebeu, se está matéria do Diário é fogo amigo ou é o quê? " Parte dos 700 mil litros de óleo diesel que estavam no Haidar vazaram para as águas, as consequências... para o meio ambiente foram graves..."

    Ou estão fritando V.Exa? Brigou com o chefe e o seu pupilo?

    Ah, mais um detalhe: o ritmo das postagens por aqui anda mais lento do que a retirada das carcaças dos bois do Haidar, viu. Qual o motivo?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Apenas um ato falho, que ocorre nas melhores famílias: vazaram apenas 9 mil litros. Na verdade, os tanques eram de 700 mil litros.
      A retirada das carcaças já foram concluídas há mais de três meses. A demora é na retirada do navio.

      Excluir
  3. http://www.segurancaportuariaemfoco.com.br/2016/07/codeba-recepciona-novos-funcionarios.html AI,AI,AI.

    ResponderExcluir
  4. Qual foi o escritorio de contabilidade que contou as carcaças dos bovinos retiradas deste navio? Houve auditoria nesta contagem?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Você deve estar brincando. O que se chamam de carcaças são milhares de ossos desagregados que seria uma grande anedota contar. O importante é que o casco do navio está limpo, e isso também é uma força de expressão, pois só saberemos se todos os ossos foram retirados quando a salvatagem dos casco for feita, pois há algumas partes de difícil acesso, como as salas de máquinas por exemplo, que os mergulhadores, por questão de segurança, não poderiam penetrar, e podem ter vazado carcaças para lá. E caso ainda haja alguma lá, na ocasião da flutuação, elas deverão, obrigatoriamente, ser retiradas.

      Excluir
    2. Não estou de brincadeira não, como os animais so tem uma cabeça era só contar este membro. Ao contrario e pagar pelo serviço que disque foi feito.

      Excluir
    3. Isso me faz lembrar Chagas Freitas, jornalista brasileiro que foi governador da Guanabara, quando houve uma campanha de vacinação antirrábica no estado e o chefe da vigilância sanitária afirmou que na Guanabara havia 13 ratos para cada habitante. Chagas Freitas virou para o chefe e lascou: os habitantes da Guanabara são contados pelo Censo, agora me responda por favor, qual foi o censo que contou esses ratos?
      O contrato não foi feito por quantidade de cabeças. Houve um contrato para retirar as carcaças do navio. A precificação foi por homens/hora/equipamentos mais os BDIs legais. Os preços unitários são aqueles das tabelas aprovadas pelo TCU, aos quais as estatais estão submetidas.
      O que tem que ser fiscalizado não são as cabeças nas covas, mas se os preços unitários da relação homem/hora/equipamentos apontados e pagos foram efetivamente prestados e isso é feito pelos fiscais do contrato.

      Excluir
    4. Neste caso penso salvo melhor juizo que não foi pago todo o que foi contratado pois como não se sabe se todas as carcaças foram retiradas.

      Excluir
    5. Você continua sem entender ou continua brincando. O contrato foi feito por homem/hora/equipamentos. Foram pagas as horas dos homens e dos equipamentos usados conforme os preços unitários apontados, fiscalizados e atestados e não número de carcaças retiradas. Se foi despendido 1h, paga-se 1 hora, independente de terem sido retirados 1 ou 100 carcaças nesse período de tempo. Se um mergulhador passou 1 hora dentro do navio, paga-se 1 hora de mergulhador, independente de ele ter ensacado 1 ou 100 carcaças.

      Excluir
  5. Podemos notar que a Marinha sozinha não dá conta dos crimes ambientais e o Estado muito menos. Tem que ser criado um órgão que controle as embarcações com carga (registro cadastral da empresa, tipo de carregamento operacionalizado , horários das viagens, impostos pagos, etc...),ou seja, maior controle do Estado do Pará nós seus rios. NÃO EXISTE CONTROLE ALGUM.

    ResponderExcluir
  6. Admiro sua paciência em responder a tanta baboseira. Interessante como as pessoas tecem opiniões sem o mínimo conhecimento de uma causa.

    ResponderExcluir

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.