25/06/2016

Tears in Heaven

Em 20 de março de 1991, o guitarrista, cantor e compositor Eric Clapton deixou o seu filho de 4 anos, Conor, no apartamento de uma amiga da sua mãe, no 53° andar de um prédio, em Nova Iorque.

Por um desses descuidos que o destino aproveita para nos castigar, Conor subiu à janela do apartamento e caiu.

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Eric Clapton ficou destroçado e não saiu de casa por vários meses, em um longo e doloroso exílio.

Seu amigo e compositor Will Jennings, passou a visitá-lo e incentivá-lo a compor, como forma de afastar a dor.

Foi daí que surgiu a mais bela balada, na verdade um acalanto, composta por Clapton, um sucesso mundial que poucos sabem a origem: Tears in Heaven, no vernáculo, Lágrimas no céu.

Como as traduções que vejo de músicas são péssimas, pois a maioria as faz literalmente, abaixo vai uma tradução minha, do que Clapton quis significar:

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17 comentários:

  1. Muito legal! Adoro essa música e jamais saberia essa história se não fosse aqui.

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  2. Presidente, pensei que o sr só escrevia sobre política a atualidades. Gostei do blog, dos assuntos tratados e muito mais sobre a origem dessa belíssima canção.

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  3. Me lembrei da primeira vez que te vi cantar.Na casa do Zé Carlos e Mara em Tucuruí naqueles momentos precedentes a tua campanha vitoriosa de segunda vez para prefeito da cidade. Saudades daqueles momentos que não quero esquecer.

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    1. Foi uma bela campanha, também, aquela. Cheia de fortes emoções... As campanhas municipais são sempre com aquela música do Milton: fé cega e faca amolada.

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    2. Foi a minha primeira e como houve emoções, inclusive tiros...

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  4. Boa noite. Parsival,
    Sobre campanha politica : Em Tucurui, no ano de 1964, lembro-me , como se fosse hoje, que a campanha do candidato a Prefeito Raimundo Ribeiro de Souza, o Diquinho, era feita de um alto falante instalado no alto de uma casa situada no antigo "Alto do Bode", atual Colinas, perto do colégio as Irmãs. Um dos locutores era seu Galvão (Raimundo Maia Galvão Filho)e, um detalhe : As musicas militares tocadas na campanha eram do americano John Philippe Souza, o Genio das Marchas. Como na Tucurui dos anos 60 não tinha a poluição sonora de hoje -exceto os apitos dos trens da EFT, chegando e partindo -, a propaganda politica era ouvida em toda a cidade.Desta forma, todo dia, a tarde, eu esperava o programa para ouvir, nos intervalos das falas, as marchas militares : "El Capitan", "The Washington Post", "The stars and the stripes forever", "Semper Fidelis" e outras.As musicas de Souza transcederam o ambito de musica militar e se tornaram, como se dizia antigamente: "Eternas e belas paginas musicais".

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    1. Em 1964 eu tinha 4 anos e ainda não "morcegava" comício. As lembranças que tenho da política em Tucuruí são a partir dos 8 anos, quando a memória pretérita flui sempre que se vai buscá-la.
      O Sousa (permita-me corrigir-lhe: a grafia é com "S" e não com "Z") também tocava no 7 de setembro, na alvorada, às 5 da manhã, e eu não tinha como não ouvir tudo o que tocava na "Boca de Ferro" do Manuel Seco, pois bem na porta de casa, na Praça Jarbas Passarinho, havia um alto falante no cume do poste.
      A The Stars and Stripes Forever era a minha preferida, principalmente a parte da flauta.
      A minha primeira campanha como "morcegador" de comício, passeatas e etc, foi a do segundo mandato do seu Lelé, em 1968, quando Tucuruí não tinha mais que 2 mil eleitores. EU lembro que ele ganhou com uma diferença esmagadora de 539 votos. Ele fez a passeata segurando uma cartolina com o número e desfilou com ele segurando-a com os dois braços levantados.
      Nesse dia eu levei uma surra quando cheguei em casa, tarde da noite: cerca de 20h.

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  5. https://www.cdp.com.br/conteudo?id=45553914&estrutura=39151 https://www.cdp.com.br/conteudo?id=45553898&estrutura=39151 presidente isso são sinônimos de novas contratações para a área operacional do porto,uma vez que já um tempo se encontra precária dentro da cia diga-se de passagem,grato.

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    1. Infelizmente esses sinos não dobram pela CPD e sim pelos terminais privados que surgem na mesma proporção que aumentam as cargas. A maioria dos produtores e exportadores são os donos desses novos portos.
      O que a CDP precisa fazer e tomar consciência disso e se reinventar como uma empresa mais enxuta e eficiente, tentando ser competitiva com as limitações legais impostas que, diante dos TUPs, lhe diminui a competitividade.
      Além do mais, não falta pessoal à CDP. O quadro determinado pelo DEST é suficiente. O problema é a distribuição espacial e orgânica do pessoal, que é excepcionalmente mal gerenciada, e dificilmente será resolvida, devido exatamente à legislação que a restringe.

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    2. 0009570-36.2013.8.14.0051
      http://webconsultas.tjpa.jus.br/consultaprocessoportal/consulta/principal?detalhada=true ENGRAÇDO NÃO É ISSO QUE O FILHO DO ADM DE SANTARÉM DIZ NO RELATO DO PROCESSO,ACHO QUE SR DEVERIA FAZER MAIS INCURSÕES,GRATO. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1126365407426733&set=pb.100001598537891.-2207520000.1466964261.&type=3&theater

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    3. O que se diz em processos não muda a realidade dos números e nem o estabelecimento dos fatos: a CDP mantém uma receita bruta na casa dos R$ 140 milhões, o que não responde ao aumento inercial das suas despesas de pessoal e de manutenção estrutural, e os TUPs que surgiram já movimentam o dobro disso em receitas brutas de movimentação de carga, se cotejadas fossem com as tarifas públicas da CDP.
      O aumento de 10% ao ano de movimentação de carga no arco norte, principalmente grãos e fertilizantes, não tem rebatimento total na receita da CDP, pois 90% vão para os TUPs. Até mesmo as áreas que a SEP tenta leiloar, em poligonais da CDP, quando arrematadas, serão TUPs e o valor da outorga, ao contrário do que os desinformados alardeiam, não virá para a CDP e sim para a União.
      Não há incursão que dê jeito nisso, a não ser a eficientização da empresa, ou ela, e todas as demais companhias de docas, se não se reinventarem, serão privatizadas por preço vil, pois é essa a intenção do governo quando começou a conceder licenças de operações aos TUPs.

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    4. https://www.cdp.com.br/documents/10180/74468/Extraordin%C3%A1ria+de+30.06.2015/18280e1c-5a59-471c-b490-a4075f654904
      QUANTO É O JUROS DISSO AO MêS...

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    5. Engraçado não é isso que diz esse doc:(Nota Técnica Gergep nº 01/2012, Referência: C.I./Gergep 39/2011, 05/03/2012, Dimensionamento de Postos De Trabalho Nas Unidades Portuárias).

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    6. Não é engraçado. É apenas um exercício sobre premissas falsas, sem cotejamento com a realidade periférica.
      Qualquer exercício tem que ser cotejado com a conjuntura nacional e mundial, pois não vivemos em uma bolha já há muito tempo. Nenhuma empresa sobrevive se não prover o seu próprio sustento orgânico e não estocar capital para manter a sua infraestrutura, pelo menos, atualizada e isso é um imperativo à CDP, que há mais de 10 anos não investe na infraestrutura dos seus portos por falta de recursos diretos. Os portos públicos estão sucateados e continuam caros em comparação com a precificação lateral.
      Não é atuarialmente sensato a pressão por aumento de quadro sem antes analisar se a redistribuição espacial e orgânica pode ser equacionada e no caso, pode, mas há impedimentos legais para tal, portanto, a solução é outra que todos deveriam estar preocupados em contornar. A receita tradicional de simplesmente aumentar o quadro de telefonistas porque as ligações estão demorando para serrem atendidas é morta.
      O mundo está muito dinâmico e competitivo para as ideais tradicionais e a burocracia das notas técnicas que inspiram soluções equivocadas são pasto certo para a necrose da ferida que se quer curar.
      Repiso a tecla: ou as companhias de docas (e todas as demais estatais) se reinventam ou serão, como já estão sendo, engolidas pela realidade dos TUPs.

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    7. 26/06/16 15:54

      O que você mostra não é empréstimo, portanto não há juros.

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  6. De fato, Parsifal. Naquela epoca, 8 da noite já era tarde e hora de todo mundo já estar em casa, principalmente crianças, mesmo porque, por volta das nove e meia da noite, a energia eletrica ser desligada e a cidade toda ficar a luz de lamparinas e, para os de maior recursos financeiros, a luz de lampiões "Petromax".

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    1. Em casa tínhamos um Petromax e um Aladim e eu tenho ambos, como relíquias, até hoje. Mas só eram usados quando havia alguma visita importante à noite, como o padre ou o prefeito.

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