03/11/2015

Sem crise no setor bancário

Shot

Não há crise no setor bancário. É o que diz o Itaú Unibanco, maior banco privado do Brasil, ao informar, essa manhã (3), que o seu lucro líquido no terceiro trimestre de 2015 subiu 10% em relação ao mesmo período de 2014. Trocando em números, o Itaú Unibanco teve lucro líquido de R$ 5,945 bilhões no terceiro trimestre.

O comunicado, para não se fazer de rogado, reclamou que esses meros R$ 5,945 bilhões foram 0,3% menor que o resultado alcançado no trimestre anterior, mas para não estressar os acionistas, ponderou que o valor foi 12,1% maior do que o auferido no ano imediatamente anterior.

E ora vejam só: o índice de inadimplência do Itaú Unibanco em operações vencidas com mais de 90 dias, está em apenas 3,3%.

Está bom de vender a Cosanpa para os Setúbal, para ver se eles baixam o índice de inadimplência da companhia.

2 comentários:

  1. os bancos brasileiros, ao menos os grandes, não são verdadeiros bancos, pois dedicam-se muito pouco a atividade bancaria.
    O oligopolio, protegido pelo banco central e pela complacencia do politicos, permite que incompetentes em exercer a atividade bancaria obtenham um bom lucro com pequena e restrita atividade bancaria.

    Os bancos são eficientes em enfiar nos clientes seguros que são dinheiro jogado fora. Isto não é atividade bancaria.
    Os bancos são eficientes em comvencer os clientes a fazer pessimos "investimentos" em planos de capitalização, o que não é uma atividade bancaria.
    Os bancos trabalham em grande escala como agentes distribuidores de titulos do governo federal.
    Eles não são eficientes em emprestar dinheiro. Penso que no conjunto eles emprestam uma pequena fração do que seria emprestado se houvesse livre concorrencia, talvez um quinto, talvez um decimo, e cobram juros 3 vezes, 5 vezes ou até 10 vezes mais de juros do que seria num ambiente saudavel de livre concorrencia.
    A baixa inadimplencia não é sinal de eficiencia.

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  2. vender uma empresa de agua e esgoto para banqueiros não é uma boa idéia, na minha modesta opinião. O ideal é que essas empresas estejam sob controle de um governo, seja estadual ou municipal, se for privatizada, é indispensavel que só possam concorrer empresas com experiencia no ramo e tradiç
    ão de prestar bons serciços, o que precisa ser bem apurado antes de fazerem as propostas.

    se a cosanpa fosse vendida aos banqueiros, iria acontecer o seguinte

    1. a taxa minima mensal iria duplicar ou triplicar ou algo parecido. Haveria alta tarifa minima, mesmo não havendo consumo. isso iria acarretar muitas ações judiciais.
    2 - o corte por não pagamento seria extremamente rapido, entre 24 e 48 horas, e cortariam agua a qualquer hora, inclusive de madrugada. Isso acarretaria mujitas ações judiciais.
    3 - muitas religações não seriam feitas, forçando os prejudicados a entrar na justiça.
    4 - haveria gerentes de conta, e as pessoas de mais posses seriam importunadas pelos gerentes tentando convence-los a construir piscinas, ou construir mais piscinas, e os preços da agua em areas nobres seriam maiores, gerando ações na justiça.
    5 - a qualidade da agua baixaria, e isso seria negado pela direção. Alguns reclamantes teriam sua agua cortada. Só seriam consideradas reclamações contra mau procedimento de funcionarios de baixo escalão, contra atos da diretoria ou setores administrativos não se admitiria reclamação.

    O numero de processos na justiça seria maior do que o numero de processos contra as empresas de telefonia.
    Os itens 1 e 2 fariam ospoliticos ouvir muitas reclamações.

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