Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
O problema é que a velocidade com que o Jornal é preparado, sobretudo no domingo, acaba por potencializando as chances de erro. Ou então o revisor se mandou pra Salinas pra curtir o feriado e deixou o estagiário pra fazer a revisão. kkkk
ResponderExcluirAcho que o Redator está participando do Programa Pacto pela Educação da Seduc.
ResponderExcluirAcho que o Redator está participando do Programa Pacto pela Educação da Seduc.
ResponderExcluirCom os salários que os jornalistas estão recebendo do Diário e do Liberal isso será uma constante a partir de agora...
ResponderExcluir"O melhor".
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