Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Nobre Deputado,
ResponderExcluirÉ que ela é muito bem informada.
Até demais.
ExcluirImpressiona esse vídeo de 15 de setembro
ResponderExcluirhttps://www.youtube.com/watch?v=ssJWTq_zRQI
Tudo indica que a diferença de Dilma para Aécio será maior no segundo turno que no primeiro. Caso isso se confirme, ou mesmo que caia um pouco, ficará demonstrado que Marina não é capaz de influir decisivamente em uma eleição nacional. Para piorar, seu apoio à Aécio rachou a Rede, o que dificultará mais ainda a ação política da ex-candidata no futuro. Sai do pleito bem menor do que entrou.
ResponderExcluirA Marina é corrosiva. Acabou com o PSB e nem consegui fundar a REDE. Isso que dá num tempo desses acreditar em beata. São tantos personagens perdendo as máscaras que já fico pensando daqui a quatro anos na próxima eleição. Reforma política pra ontem.
ResponderExcluirDeputado, tá mais para tartaruga sem casca kkkk
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