25/09/2014

A novela do “dinheirinho”

Shot 005

Com o título que toma esta postagem, Lúcio Flávio Pinto, um dos mais prestigiados e impolutos jornalistas do Brasil, manifesta-se sobre o episódio do “dinheirinho” que, por mais incrível que possa parecer, ainda não foi objeto de uma portaria do Ministério Público abrindo uma investigação.

Inaugura o texto com uma desafio que joga ao chão a pitoresca nota da Sefa, publicada em “O Liberal”, de que a informação é pública: Lúcio sugere a qualquer mortal que ligue para o subsecretario de Receitas da Sefa e peça a relação, para ver se ela será dada com o “claro” fácil retrucado por Nilo Noronha, opinando que começa aí o crime de tráfico de influência.

É óbvio que o distinto leitor deste blog jamais conseguirá o que a filha do governador obteve. Se ela fosse apenas Izabela não chegaria ao secretário e, se chegasse, não arrancaria tão facilmente dele o ranking desejado”, lavra Lúcio Flávio.

Na esteira da parte tomada por “O Liberal”, em defesa da senhora Izabela Jatene, repta Lúcio que se o jornal “garante aos seus leitores que o jornal dos Barbalho adulterou a gravação, suprimindo o trecho em que Izabela Jatene diz que o ‘dinheirinho deles’ seria para o Pro Paz, agora cabe-lhe provar o que diz, como o inimigo fez. Deve ter outra cópia da fita (ou está blefando)”.

Eu, idem, ainda não ouvi esta fita em que, com a mesma clareza e modulação do restante do diálogo, Izabela Jatene completa a frase com o “pra financiar o Propaz”. Alguns garantem que a ouviram em um tal “ruído por baixo”. Seja lá o que “um ruído por baixo” significa, o Molina não conseguiu captá-lo.

Lúcio Flávio encerra o texto opinando que “há imoralidades, ilicitudes, crimes e outras matérias nesta história para que ela não se reduza a um bate-boca primário. Afinal, pode haver dinheiro público (ou “dinheirinho” privado) na trama, desviado para fins nada nobres e, talvez, nunca contabilizados.”.

Para ler o artigo completo clique aqui.

7 comentários:

  1. O Lúcio poooooode. Como era previsto o seu blog é tudo de bom. Demorou mas chegou chegando.

    ResponderExcluir
  2. A Isabela é funcionaria pública e o crimeem tese cometido por ela poderia ser investigado pela Decrif/PC. O delegado que toma conhecimento de um ilícito e nada faz para investigalo prevarica. Agora imagina se fosse um policial pego em escuta dizendo que vai pedir um dinheirinho. Logo seria solicitada a preventiva dele só pra dar uma satisfação a mídia.

    ResponderExcluir
  3. Amadores só no nome tudo da mesma raça!

    ResponderExcluir
  4. Será que o Éder Mauro, enquanto delegado de polícia, soube desta operação abafa? Vai daí a turbinagem da campanha dele... Hummmmm!

    ResponderExcluir
  5. A escolha é sua!
    “ Quando o povo fala ou foi ou é ou será!”
    “ Onde há fumaça há fogo!”

    ResponderExcluir
  6. Onde o artigo do Lúcio. Quero ler

    ResponderExcluir
  7. Na capital paraense, Izabela Jatene tornou-se expressão idiomática, significando um dinheirinho extra, um por fora. Será que você poderia me arranjar uma Izabela Jatene aí pai?"

    ResponderExcluir

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.