Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Por falar em máquinas pesadas...quem sabe esse operador não dava um jeito nessa novela....
ResponderExcluirhttp://economia.estadao.com.br/noticias/geral,licitacao-para-obras-nas-eclusas-de-tucurui-esta-suspensa,1534500
Eu já disse várias vezes que bastava entregar o derrocamento aos fogueteiros do baixo Tocantins e não sobraria pedra sobre pedra, pelo custo de 1% do que se vai licitar.
ExcluirÀ época do desmatamento do leito do que seria o Lago de Tucuruí, e trouxeram a Capemi para fazer o serviço, eu também disse que bastava dar um grito para que os madeireiros da região entrassem na área e eles não deixariam nem pé de goiaba braba em pé, em 24 horas.
Mas ninguém me ouve...