24/07/2014

IDH 2014: Brasil ocupa a 79ª posição e está ligeiramente acima da média mundial

O Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) publicou hoje (24) o IDH 2014 (Índice de Desenvolvimento Humano) dos 187 países do planeta. Os índices são aferidos com base no ano de 2013.

O Brasil continua com o descompasso entre o desenvolvimento econômico e a justiça social: estamos entre as 10 primeiras economias do mundo, mas amargamos a 79º posição no IDH.

Com índice de 0,744, estamos 4 centésimos acima da média da América Latina, que é de 0,740, e 42 centésimos acima da média mundial que é de 0,702.

Abaixo a evolução do IDH no Brasil, desde 1980 até 2014, demonstrando que o país elevou, desde lá, o IDH em 36,4%.

> Evolução do IDH do Brasil

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A escala do IDH vai de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor o desempenho do país. As faixas dentro dessa escala são classificadas em “desenvolvimento humano alto”, “muito alto”, “médio” e “baixo”.

Embora na 79º posição, o IDH do Brasil está na faixa dos países com desenvolvimento humano alto.

Observando os países que formam os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil ocupa o segundo lugar nesse corte.

> Posição dos Brics

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Embora seja a maior economia da América do Sul, o Brasil ocupa a 5ª posição no IDH do continente sul-americano, abaixo da Venezuela, cuja economia patina de mal a pior.

> IDHs da América do Sul

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Pelo quinto ano consecutivo, no topo da lista do IDH está a Noruega, com 0,944, e na lanterna está o Níger, com 0,337.

> Os 10 melhores IDHs do mundo

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> Os 10 piores IDHs do mundo

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Abaixo o IDH, dividido por faixas de desenvolvimento, dos 187 países, na edição de 2014. Os países que apresentam um “0” depois do IDH são os que mantiveram o índice; os que apresenta um número seguido de uma seta para cima, foram os que subiram no ranking e o número representa os centésimos adquiridos; os que apresentam um número e uma seta para baixo foram os que caíram.

O Brasil, por exemplo, subiu 1 centésimo de 2013 (referência 2012) para 2014 (referência 2013).  

3 comentários:

  1. Parsifal;

    Isso é só o início.

    O ministro de relações exteriores de Israel disparou um míssil em cima do orgulho dos brasileiros, marcando uma série infindável de deboches internacionais sobre a derrota de 7X1 para a Alemanha. "Desproporcional é isso",disse. Aguenta!

    O "Anão Diplomático".

    Várias guerras estão sendo travadas ao mesmo tempo, em diferentes áreas do globo terrestre e, como todos deviam saber, as nações que defendem seus interesses não se importam em massacrar aqueles que consideram como ameaça. É assim na Síria, é assim no Iraque, é assim no leste da Ucrânia, ou na Chechenia, ou no pequeno e tumultuado mundo ocupado por judeus e palestinos.

    Tomar partido do opressor no leste da Europa e na Pérsia, e dos oprimidos no oriente médio - é o que o Brasil vem fazendo. Dilma precipitou-se contra o foguete israelense que pulverizou a escola palestina, mas foi muito 'soft' em relação ao foguete russo que abateu o avião malasiano cheio de gente que nada tem a ver com o conflito. Precisa crescer.

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  2. deputado pelo seu grafico percebe-se claramente que o idh brasileiro patinou durante o governo dilma

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    1. O Brasil sempre teve curva ascendente no IDH, desde a primeira medição, em 1980. No governo Dilma, independentemente de gosto eleitoral, subimos 1 centésimo, e esse 1 centésimo tirou o Brasil da 80ª para 79ª posição, o que não é um feito fácil, pois a escala é medida em centésimos.
      Destarte, como dito na postagem, continuamos patinando mesmo é na justiça social, pois é inconcebível sermos uma das 10 maiores economias do mundo e estarmos com lá embaixo, embora na escala dos altos.

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