19/04/2014

ONGs cearenses confirmam entrevistas a Mikkel Keldorf, mas negam extermínio pela Copa

jorn

O Portal UOL fez o certo no caso "Mikkel Keldorf", de que teriam ocorrido execuções de crianças de rua em Fortaleza por conta da Copa: ao invés de se preocupar com o repórter foi verificar o reportado.

> Em Fortaleza

O jornalista do UOL, Adriano Wilkson, foi a Fortaleza onde encontrou os diretores da “O Pequeno Nazareno”, ONG que atende crianças de rua, que confirmaram terem estado com Keldorf, mas negaram terem dado a informação na forma como ele publicou.

"Não sei qual foi a fonte dele, mas eu não conheço nenhum caso de extermínio. Existem assassinatos, claro, mas por vários motivos. Eu não seria leviano em afirmar que há uma ação deliberada de extermínio por causa dos grandes eventos", declarou Adriano Ribeiro, diretor da “O Pequeno Nazareno".

A ONG “Barraca da Amizade”, cuja diretora, Jacinta Rodrigues, esteve com Keldorf por alguns dias, mostrando a ele o cotidiano das crianças de rua de Fortaleza, também nega o extermínio por conta da Copa.

"Quando a gente conversou, ele estava realmente assustado, revoltado com a desigualdade social. Para alguém que vem de onde ele vem, ver criança passando fome deve ser realmente muito chocante", declarou Jacinta.

Antonio Carlos, que trabalha com crianças de rua há 14 anos em Fortaleza e foi procurado por Keldorf, contesta-lhe as declarações: "Falar em grupo de extermínio de pessoas? Eu não tenho conhecimento disso. Não desse grau de periculosidade.", afirmou Antonio Carlos.

O jornalista do UOL ouviu dos diretores das ONGs que surgem rumores de extermínio de crianças, mas nunca houve comprovação: “Em 2013, os profissionais d'O Pequeno Nazareno ouviram denúncias de que um suposto grupo estaria tirando crianças de locais de concentração de turistas por causa da Copa das Confederações. Mas ao averiguar as denúncias, eles não conseguiram chegar a nada de concreto.”, afirma o jornalista do UOL, Adriano Wilkson.

> Na Dinamarca

De volta à Copenhagen, Mikkel Keldorf, que na verdade é um jornalista independente, ou seja, faz reportagens e as vende às redes interessadas, concedeu entrevista à televisão pública dinamarquesa “TV2”, para cujo Portal vendeu em janeiro desse ano uma matéria sobre "a instabilidade das favelas pacificadas no Rio de Janeiro", quando reafirmou as declarações feitas sobre Fortaleza:

"Uma das minhas fontes tem contato diário com crianças de rua. Ele tem informações de duas crianças que viram quatro outras tomarem tiros quando estavam na rua. Duas delas morreram.”

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Pela forma como Keldorf conduziu o assunto, vários jornalistas escandinavos tem desferido pesadas críticas à sua conduta de não ter aprofundado as informações que diz possuir e ter preferido abandonar o Brasil e a matéria, e se assim optou, não deveria te-la tê-la publicado de forma inconclusa.

> Em Fortaleza

O jornal "Tribuna do Ceará" publicou entrevista com Keldorf, no qual ele contesta a campanha de descrédito surgida nas redes sociais ao seu respeito. A entrevista pode ser lida aqui.

35 comentários:

  1. Deputado: nada como um dia atrás do outro com uma noite pelo meio, não é mesmo?
    Outro dia, o senhor sentou a pua na propaganda do senador Aecio Neves por falta de um acento circunflexo na palavra TÊM. E o senhor estava certo. Mas, agora mesmo, lendo mais um de seus posts, me deparo com essa pérola: ...NÃO DEVERIA TE-LA PUBLICADO...isso mesmo, sem o mesmo acento circunflexo no TÊ-LA. Eu sei que o senhor vai vir com a desculpa de que não tem a mesma obrigação do publicitário. É verdade. Mas, por favor, faça uma revisão de leve nos seus "belos" textos, porque essa não foi a primeira e , com certeza, não será a última vez que situações parecidas acontecem no seu tão prestigiado blog.

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    1. Não se desculpam e nem se justificam erros de português, porque as regras são claras – no caso, monossílabo tônico.
      Como você observa, já cometi vários aqui e sempre que alguém mostra os erros eu os corrijo imediatamente, agradecendo o reparo, que é o que será feito agora.
      Infelizmente não seguirei a sua sugestão: não posso ser revisor de meus próprios textos. Não é aconselhável àquele que escreve, revisar, pois as chances de não ver os erros são de 70% e no meu caso de 90%; depois, para eu fazer isso, o tempo que dedico ao blog mais do que dobraria, portanto, confio que leitores como você, que leem com atenção, façam as devidas correções, o que eu agradeço.
      Sorte minha poder retificar os erros de pronto. O Aécio que puxe a orelha dos seus marqueteiros, pois 30 segundos de um clip custam uma pequena fortuna, o que torna mais injustificável o erro. E o pior: eles não corrigiram até hoje, o que é um desastre.
      E, por favor, sempre que verificar erros de português nesse "tão prestigiado blog", corrija-os: eu agradeço penhoradamente.

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    2. Mas que bosta de desculpa esfarrapada, hein? Se eu desse uma dessas pra algum professor meu, seria reprovado na hora.

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    3. Por favor, evite palavras chulas. Talvez o seu professor também as reprove por elas.

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    4. o deputado nao vai ser reprovado, pois aqui nao se trata de uma prova. E, se estiver insatisfeito nao volte

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    5. Eu nunca fiquei reprovado na vida. E sempre tenho passado com louvor. E por que eu estaria insatisfeito?

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  2. Deputado, eu diria que o Sr., é quase teimoso. Não se tratava de desqualificar os fatos narrados pela desqualificação do seu narrador. Mas sim o contrário, desqualificava-se o repórter pela sua "reportagem". O desabafo do dinamarquês no Facebook, saltava os olhos de brasileiros e dinamarqueses, não se sustentava em fatos jornalísticos, apurados por um profissional. Tornou-se viral na internet, e mesmo na chamada grande imprensa brasileira, somente na esteira do movimento #nãovaitercopa, este uma megamanifestação no mundo virtual e quase inexistente no mundo real. Parecido a um fake, penso eu. Agora que ninguém confirma o extermínio de crianças para a realização da Copa do Mundo, que ninguém conhece outras publicações jornalísticas do dinamarquês, quem for totalmente teimoso que aguarde pacientemente novas reportagens do grande jogador de futebol, digo, do grande jornalista dinamarquês.

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    1. In casu, não se trata de teimosia, mas de neurologia: eu não funciono descrendo no que me dizem, pelo fato de eu não conhecer quem me diz. Eu foco no que é dito. E como é público e notória a existência de grupos de extermínio no Brasil, denúncias de eventos referentes devem ser averiguadas.
      Digo sempre aos delegados de polícia: se alguém chega à uma DP e registra uma ocorrência de que um alienígena abduziu o seu irmão, a primeira providência deve ser ir até o local indicado averiguar a ocorrência. Saber se o denunciante é louco é o segundo passo. Inverter essa lógica pode fazer com que a polícia dê tempo ao OVNI desaparecer com o irmão do queixoso.
      Não creio que a repercussão da denúncia se tenha dado pelo motor dos que não querem a Copa no Brasil. A grande imprensa não faz parte desse movimento e poderia represar a denúncia, mas entendeu, corretamente, que tais referências precisam vir à público, até para que possam ser averiguadas, confirmadas, ou desmentidas. Este é o papel da imprensa.
      Há outras publicações assinadas por Mikkel: uma delas está ligada na postagem, eu li, e é uma ótima matéria sobre a pacificação das favelas no Rio de Janeiro, feita em janeiro desse ano. Há ainda matérias dele na China e na África, quando ele trabalhou para a TV 2, uma rede de televisão pública dinamarquesa.
      Eu já fui a enterro de muita gente que estava marcada para morrer, denunciou isso, e foi solenemente ignorado. O Pará é prenhe nisso. A mais recente ocorrência que eu tive o desprazer de participar, foi há 5 anos, quando levei o secretário de Finanças de Novo Repartimento, que estava em uma dessa listas macabras, ao secretário de Segurança Pública do Pará. O secretário achou graça de mim, dele, e do então prefeito que estava junto e disse que “quem quer matar não avisa”.
      Duas semanas depois o secretário foi executado com três tiros. Portanto, não por teimosia, mas por neurologia, não me importa se foi a madre Tereza ou o Fernandinho Beira-mar quem disse: eu quero ver averiguado o que foi dito.
      E note que, em não tendo sido encontrado o fogo, as falas dos diretores das ONGs fazem fumaça: “Existem assassinatos, claro, mas por vários motivos”.

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    2. Parsifal, você está certo. E no fundo você seria um ótimo jornalista, pois uma das primeiras lições do jornalismo é que os jornalistas não devem desacreditar de nada.
      Por mais absurda que seja a narrativa, e por mais inconfiável que seja o narrador, o jornalista tem que focar a narrativa e ir atrás do que há de verdade, ou de mentira, nela, pois é assim que se fazem as grandes reportagens.
      Soou absurdamente absurdo para a maioria dos articulistas norte-americanos, por exemplo, que o próprio Nixon teria determinado plantar escutas no escritório dos democratas no Watergate e mais absurdo soou quando foi publicado que Nixon estava se movimentando para obstruir a apuração do caso.
      Os repórteres, Bob Woodward e Carl Bernstein, que foram averiguar o "absurdo" nunca ocorrido nos EUA, acabaram virando história, por acreditarem em alguém que nunca viram na vida, o tal Garganta Profunda.

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    3. Convenhamos. Que existem assassinatos, claro, e por vários motivos no Brasil, definitivamente não é uma novidade-notícia que se precise apurar a veracidade, nem que se precise preparar 2 anos e meio para reportá-la...

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    4. Claro que precisamos apurar a veracidade de toda e qualquer notícia, principalmente se a notícia reporta assassinatos.

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    5. óbvio que devemos apurar os assassinatos. óbvio que eles existem. A questão é outra. A propósito: a Record noticiou que um homem diz ter provas que Michael Jackson não morreu... É uma notícia (programa Balanço Geral, edição nacional). E aí, vamos apurar a veracidade?

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    6. E por que não? Aliás, há milhares de pessoas que acreditam nisso, não só quanto ao Jacko, mas quanto a Presley, Hitler etc. E há dezenas de jornalistas que vão atrás da averiguação e escrevem ótimos livros sobre o assunto. Eu já li uns 10 e achei todos ótimos. Se não acreditei, fiquei com uma dúvida danada.
      Mas, a sua pergunta, que eu já respondi, retruco-lhe com outra:
      1. Há uma notícia de que Michael Jackson não morreu.
      2. Há uma notícia de que um disco voador pousou na Marambaia.
      3. Há uma notícia de que o B777 da Malaysia Airlines está pousado na Praça da República.
      2. Há uma notícia de que duas crianças de rua foram executadas na Cremação.
      Qual delas deve ser apurada primeiro?
      Uma das primeiras lições da dialética argumentativa é a seguinte: não contra-argumente sua posição com ilações absurdas, pois o seu discurso perderá conteúdo com tal equivoco.
      Mas será que o Jacko não está vivo mesmo...?

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    7. Apurar a última, que é mais verossímil, em primeiro lugar. No caso do dinamarquês, o UOL não fez o certo não. Primeiro deveria investigar depois repercutir, dada a total falta de objetividade no desabafo no Facebook do jornalista. Não houve matéria do dinamarquês, publicada em nenhum órgão de imprensa, mesmo independente, ou blog. Houve uma postagem em uma conta pessoal do Facebook, e uma tremenda repercussão na imprensa brasileira, que não checou os dados antes de passar em frente. O que também fez este blog. Menos mal para o blog, que usou uma suposta antes da denúncia.

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    8. Você está totalmente equivocado na cronologia. A imprensa não repercutiu uma postagem do Facebook - e não há problema algum em repercutir postagens do Facebook - e sim a matéria da Tribuna do Ceará, que foi o primeiro jornal a publicar a matéria e conceder a pauta às agências de notícias. Mikkel só postou no Facebook depois de chegar à Dinamarca, quando a matéria da Tribuna do Ceará já era disseminada.
      Cabe sim o tento ao UOL, pois foi o único - que eu saiba - que foi averiguar in loco o que reportou e fez a matéria sobre o que encontrou.
      O jornalismo é dinâmico e a matéria é o que chamam nas redações de "pauta quente", portanto não poderia jamais ser represada: qualquer redator, como todos fizeram, a publicaria. Os outros jornais erraram em não ir atrás do novelo, como o UOL foi, para informar aos seus leitores como ele se desenrolava.
      Esse blog é pessoal e eu repercuto o que me parece interessante aos leitores, discutindo com eles as suas opiniões, e é exatamente por saber que a opinião deles é valiosa que recebo os comentários e os respondo.
      E creia, exatamente pelo fato denunciado ser totalmente verossímil, como você mesmo opinou, que ele foi repercutido aqui e em toda a imprensa do mundo.

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    9. A imprensa nacional majoritariamente repercutiu sim a postagem no Facebook, conforme link por mim já postado neste Blog de O Globo, que tinha o mesmo teor da grande maioria dos veículos nacionais. O UOL está certo em averiguar. Ele errou ao repercutir antes de averiguar. O blog é pessoal, é fato. Mas como o próprio blogger deixou claro nos comentários da postagem original sobre o dinamarquês, as pautas aqui colocadas são checadas previamente, para lhes apurar a veracidade e a pertinência (ressalte-se a favor do blog e do blogger, que obviamente não tem a estrutura dos grandes meios de comunicação para tal apuração - mais uma vez, menos mal para o blog). Por fim, deputado, rebato seu sofisma: não concordei que o fato denunciado (extermínio de crianças em favor da organização da Copa do Mundo) era totalmente verossímil. Respondi a suas questões hipotéticas, dizendo que seria, entre as opções dadas (que incluíam a não morte do inesquecível Michael Jackson), a mais verossímil (infelizmente) era a de que crianças estavam sendo mortas em um bairro popular de Belém. E eu respondo que deveria se apurar, em primeiro lugar. O que é diferente de repercutir na forma de notícia. A repercussão geral de toda a mídia, com texto praticamente clonado, somente deve haver após a apuração revelar algum indício de veracidade da denúncia. Especialmente quando a denúncia parte de um desconhecido em sua conta particular do Facebook. E não, não acho que não se possa reproduzir postagens de Facebook. Por exemplo do Facebook do deputado Parsifal Pontes. É lógico que Diário do Pará e O Liberal repercutam denúncias surgidas no seu facebook, já que se trata de uma figura com representatividade na sociedade, de currículo conhecido e até, neste caso, com um mandato popular. E um anônimo, como é para o Brasil o dinamarquês Mikkel, não merece repercussão? Sim, mas somente após a devida apuração. O UOL a fez, mas inverteu os papéis, primeiro noticiou, depois apurou, e encontrou o que era mais ou menos óbvio: não se sustentava em fatos o relato do dinamarquês. Creio eu que, em tempos de internet, a mídia tradicional precisa estar mais atenta: com a mesma rapidez com que ela dissemina uma "notícia" mal colhida, acaba sendo desacreditada na mesma rede mundial de computadores. Quanto a este blog, está perdoado em sua quase-teimosia. Bom final de feriadão!

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    10. Você continua errado na cronologia. A Tribuna do Ceará foi quem forneceu a pauta à grande imprensa e não a postagem de Mikkel no facebook. Essa foi feita um dia após a publicação na Tribuna, por acordo com Mikkel. Quando a postagem veio ao facebook o mundo inteiro já tinha sido pautado pela Tribuna. O equívoco de conteúdo se faz porque os textos são os mesmos: o que Mikkel entregou à Tribuna foi o mesmo que ele postou no facebook um dias depois.
      Você vai cansar de procurar links: a pauta está na imprensa do mundo inteiro, com mais de 20 mil retornos, e não há a menor possibilidade de a imprensa, no mundo, inteiro, ter hesitado um segundo em publicar a pauta, pois se o casso tivesse desdobramento o jornal teria passado batido, portanto, a publicação é preventiva.
      Você não conseguirá sair da armadilha que caiu: a notícia é verossímil, pois a tese na qual você opinou é a mesma do suposto fato. Se o fato não é - e não está provado que não é e nunca será, pois a Segurança Pública do Ceará não instaurou inquérito para apurar, o que deveria ser feito imediatamente, inclusive coma oitiva de Mikkel por rogatória, pois o caso além de verossímil é grave – concreto é outra pauta.
      99% dos jornalistas que estão no Brasil são desconhecidos. 90% dos jornalistas brasileiros são desconhecidos e isso não é argumento para, a priori, desacredita-los.
      O tempo em que a investigação vinha antes da publicação da pauta acabou com o advento da rede. É exatamente pela fluidez da internet que a imprensa inverte, em todo o mundo, a lógica do jornalismo investigativo: primeiro ela publica a pauta, se esta é quente, e depois investiga, publicando sempre o desfecho da investigação. Quem inaugurou essa inversão aliás, foi o Washington Post, no início da década de 70, com o caso Watergate, que como já dito aqui por um comentarista, sofreu o mesmo processo de descrédito com os jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, que publicaram suposta espionagem no comitê dos democratas, ordenadas por ninguém mais que o presidente Nixon.
      O Post foi duramente criticado – deveria investigar antes e não fazer uma acusação ao presidente sem provas - Woodward e Bernstein fizeram da investigação uma novela e todos os dias havia um capitulo do que eles conseguiam, e a pauta, sem provas, do Washington Post culminou com renúncia de Nixon.
      Desde então, todo manual de jornalismo, determina que a pauta seja publicada e a notícia averiguada, o que, aliás, é uma referência ao sistema de investigação civil: você vai à DP e faz a ocorrência, que é a notícia do crime. O delegado instaura o inquérito e vai atrás da solução do caso.
      Não é teimosia. É neurologia. Sou 100% crédulo quando a notícia é verossímil.

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    11. deputado, comparar, para lhe amparar nos argumentos, a pauta do Washington Post com a pauta do dinamarquês Mikkel, não é quase-teimosia, é teimosia e meia.

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    12. Não, continua sendo neurologia. As teses são semelhantes: descrédito no objeto pautado.
      E não é a pauta do Mikkel. É a pauta do Globo, Folha, Estadão, Zero Hora, Correio, Dia, Veja, ISTOÉ, Terra, IG, G1, R7 e todos os demais brasileiros, além de toda a imprensa escandinava e parte da europeia.
      E, pasme, os jornalistas independentes do Brasil, que mantêm aquele que eu reputo o melhor portal de notícias independentes do Brasil, o NOO (quando eu me aposentar eu quero um portal igual), publicou uma entrevista com o Mikkel (http://noo.com.br/entrevista-mikkel-jensen/)
      É só neurologia. Como eu lhe disse, eu acredito nas pessoas até que eu tenha prova em contrário.

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  3. Nós brasileiros podemos até não acreditar, mas dinamarqueses não costumam mentir. Eles não entendem muito bem o significado de mentira.

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    1. Pelo amor de Deus, como é possível tanta ignorância??? Os dinamarqueses não sabem o que é mentira, eles são alienígenas e completos imbecis.

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  4. O ''engraçado" deputado é que os jornalistas escandinavos criticaram severamente o ''jornalista'' dinamarquês, e os "jornalistas" e alguns blogueiros brasileiros fizeram exatamente o inverso, o defenderam e repercutiram sua matéria sem pestanejar.

    O que me faz pensar que os jornalistas escandinavos respeitam muito mais o Brasil e são muito mais sérios que os "jornalistas brasileiros".

    Claro que o fato do tal ''jornalista' ter falado mal do Brasil e da copa, certamente lhe deu toda a credibilidade necessária ao tendencioso jornalismo tupiniquim, se fosse o contrário e o tal sujeito tivesse falado bem do Brasil e da copa, ai sim a estória seria outra e cara teria sido malhado sem dó e sem piedade. Isso é lamentável...

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    1. Assim como no Brasil, toda a imprensa escandinava repercutiu a postagem de Mikkel e não declarou que ele não existe, é um fake, um likefake, inconfiável, lunático, contra a Copa no Brasil, ou coisa que o valha.
      Os jornalistas escandinavos não criticaram Mikkel com a pecha de que ele não existe, que é um fake, um likefake, inconfiável, lunático ou contra a Copa no Brasil, e sim porque tendo ele sabido de notícia tão grave, tenha abandonado a matéria, ou seja, ele foi tratado como um jornalista que é, ninguém negou a ele a profissão, mas o avaliaram como um mal jornalista e isso há em todas as profissões.
      Discordo totalmente da avaliação comparativa. A seriedade ou não de uma profissão não é condicionada à nacionalidade mas ao compromisso e ao foco profissional. Há jornalista bons e há mal jornalistas, independentemente de serem escandinavos ou brasileiros e nesse caso, como já dito, tanto os jornalistas escandinavos quanto os brasileiros repercutiram a matéria e a criticaram identicamente.
      Mikkel não falou mal do Brasil e nem da Copa. Ele opinou que o evento está direcionado não para os brasileiros e sim para os estrangeiros, com o que eu concordo plenamente.
      O seu raciocínio está equivocado: ninguém é malhado por falar bem da Copa. Toda a grande imprensa nacional é a favor da Copa, pois está ganhando e vai ganhar muito dinheiro com o evento. Os que são contra os gastos com o evento no Brasil é que são malhados e até taxados de não patriotas.
      Lamentável, para mim, é gastar esses R$ 40 bilhões em estádios quando a nossa saúde, educação, mobilidade urbana e segurança pública deveriam ser a prioridade e prestados à população como o padrão que a Fifa exige para levar o lucro do que estamos comercializando. Para manter o assunto no objeto, lamentável é saber que 70% das crianças do Brasil jogam bola enchendo meias com papel, em baixadas sem esgoto, 30% delas serão evadidas das escolas, 8% delas serão mortas ainda na juventude e 28% delas não conseguirão concluir um curso superior em um país que é a 8º economia do mundo.

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  5. Estudo da OIT (Organização Internacional do Trabalho) com diversos indicadores socioeconômicos compilados mostra que, entre 2003 e 2009, a pobreza no Brasil caiu 36,5%, o que significa que 27,9 milhões de pessoas saíram da condição nesse período. Segundo a OIT, são consideradas pobres aquelas pessoas cuja renda fica abaixo de meio salário mínimo mensal per capita.

    O ensino superior no Brasil atingiu em 2013, 7.037.688 de matrículas na graduação, o que representa crescimento de 4,4% em relação a 2011. Desse total, o número de matrículas nas instituições públicas chegou a 1.087.413 e, nas privadas, a 5.140.312. Nas escolas privadas, houve crescimento de 3,5% e, nas públicas, de 7%. Os dados são do Censo da Educação Superior de 2012, divulgado em setembro de 2013 pelo Ministério da Educação (MEC).

    A taxa de desemprego caiu de 12,4% em 2003 para 5% em março de 2014 no Brasil o que é considerado pleno emprego. Mas isso não interessa não é mesmo? Continuamos a ser o pior país do mundo e agora com a copa o povo brasileiro está condenado à miséria eterna.

    O deputado foi prefeito duas vezes no tempo em que não teve copa do mundo, certamente por este motivo o Sr. resolveu todos o os problemas de infraestrutura da sua cidade, deu bolas para todas as crianças jogarem, fez rede de esgoto em todos os bairros ou pelo menos na metade? Resolveu o problema de segurança pública e resolveu o problema de evasão escolar e do desemprego em Tucuruí.

    Sendo assim, de posse das chaves dos cofres da prefeitura e sem a copa para atrapalhar durante suas administrações, o senhor conseguiu resolver todos os problemas da sua cidade. Parabéns.

    O senhor encontrou a solução, basta não mais fazer copa do mundo no Brasil que todos os problemas do pais estarão resolvidos para sempre.

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    1. Interessa, e muito. Esses dados, e todos os outros que mostram como o Brasil tem progredido, são mostrados pela imprensa, já foram postados aqui no blog, e são motivo de orgulho nacional.
      O Brasil é um dos países que mais desenvolveu no mundo nos últimos 50 anos e o nosso programa de inclusão social é um sucesso visto no mundo todo e a imprensa publica isso sempre.
      Isso não significa, todavia, que devemos jogar o lixo para baixo do tapete. A imprensa tem a obrigação de mostrar o que não alcançamos ainda para nos indignarmos e cobrar, com veemência, as reformas e responsabilidades necessárias.
      E não, o Brasil não é o pior país do mundo. Como eu já lhe disse, somos a oitava economia do mundo e um dos mais pacíficos, tolerantes e hospitaleiros da Terra. O Brasil está entre os 10 países mais procurados por emigrantes do mundo inteiro - a imprensa já publicou isso também - e estamos progredindo exatamente porque não escondemos as nossas mazelas, contamos elas para o primeiro que sentar na mesa do bar onde tomamos uma cerveja, e temos a enorme facilidade de aceitar ajuda para resolve-las.
      Para mim, o Brasil é o melhor país do mundo e daqui eu não mudo nem amarrado. E porque eu adoro o Brasil é quero deixa-lo as minhas filhas melhor do que eu o recebi dos meus pais, eu vou elogiar as nossas qualidades, como há muitas postagens aqui, e alardear os nossos defeitos para que busquemos sempre ser melhor hoje do que fomos ontem. Não comungo com o Ricupero, embora nada tenha contra quem pensa como ele.
      E você continua com uma dialética absurda que só tornam improdutivos os seus argumentos.
      Não, eu não resolvi todos os problemas de Tucuruí e olhando em retrospectiva a nota que eu mesmo me daria seria um reles regular, exatamente porque eu não priorizei, com a atenção merecida, o que deveria ser priorizado.
      Mais absurdo ainda é levar, como usual, o tento ao res do chão. Não ter copa não resolverá os nossos problemas, o que os encaminha é responsabilidade com as prioridades básicas e não com delírios eventuais.
      Mas não se apoquente: teremos copa, ora pois!

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    2. Parsifal, acho que esse Zeca é um completo esquizofrênico que não sabe distinguir alho de bugalhos. Ele acha mesmo que a discussão aqui é a copa. Meu Deus do céu! Não ter copa vai resolver o problema do Brasil! Ele é do tipo que quando acaba o argumento ele chuta o pau da barraca, igual a criança que quando tá perdendo o jogo espalha as cartas na mesa, ou na linguagem da copa, pega a bola e fura. Você tem muita paciência com doido...

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    3. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirma que a Copa do Mundo criará 3,6 milhões de empregos. Ele garantiu a entrega de mais de 90% das obras de mobilidade urbana e reforçou que o evento deixará reflexos positivos para o trabalhador brasileiro. Segundo o ministro, o dado sobre a abertura de postos de trabalho integra documento elaborado pela consultoria norte-americana Ernst & Young e a Fundação Getúlio Vargas.
      O estudo citado por ele faz referência ao crescimento do PIB, com o cálculo de que a Copa produzirá crescimento de 0,4% ao ano até 2019. E destaca também dados relacionados a arrecadação tributária, investimentos públicos e privados. “O relatório aponta que, para cada R$ 1 real de investimento público, há a contrapartida de quase R$ 4 de investimentos privados”, afirmou Rebelo.
      A Copa do Mundo foi apenas uma referência para o governo federal antecipar obras de mobilidade urbana”, ressaltou.
      Rebelo menciona também obras que, em sua avaliação, darão retorno para as populações de várias regiões do país. “No caso de Cuiabá (MT), por exemplo, o prefeito (Mauro Mendes) disse que a Copa antecipou pelo menos em 30 anos a construção do Veículo Leve sobre Trilhos. Tem o metrô de Fortaleza. Essa ligação da Jacu-Pêssego; a Fatec em Itaquera, que recebeu investimentos dos governos federal, estadual e municipal. Itaquera, que é o bairro com menor IDH de São Paulo, mudou. E isso ocorre em todo o Brasil. O impacto da Copa do Mundo vai além do emprego que será gerado”, disse.

      Mas como é uma notícia favorável à Copa deve ser tudo mentira, a consultoria norte-americana Ernst & Young e a Fundação Getúlio Vargas devem ter feito um relatório falso e com dados fictícios somente para enganar a população.

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    4. José,

      Por favor, abstenha-se de desferir ofensas pessoais. Conteste o que o Zeca diz, mas não o ofenda. Não podemos achar que quem tem opinião diversa da nossa (e eu não acho que as opiniões dele sejam diferentes das minhas, pois desejamos a mesma coisa) seja esquizofrênico ou louco. Eles só têm opinião diversa e por elas devem ser respeitados.

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    5. Zeca,

      E como é que você sabe disso?! Não são só notícias contra a Copa que saem na imprensa?
      Não creio que o Aldo ligou pra você e confidenciou isso. E não usarei os seus argumentos do absurdo para retrucar que se tivéssemos copa todos os anos no Brasil os nossos problemas estariam resolvidos.
      É uma frustrante constatação, no entanto que precisamos pagar um ágio de 20 bilhões para termos investimentos de 10 bilhões que alavancam um crescimento de menos de 1%.
      Constatação pior ainda é ouvir de um prefeito que o evento foi o responsável por um investimento que só seria feito em 30 anos!
      Somos, os políticos, uns incompetentes mesmo e merecemos, todos, ir para o inferno, pois os recursos para essas obras estão disponíveis no BNDES desde o PAC 1, lançado no último ano do governo Lula, e muito antes, em forma de tomadas especiais, a juros subsidiados, carência de 5 anos e 20 anos para pagar.
      O verdadeiro legado da copa é ela estar desvelando a nossa falta de expediência para alavancar um país que com um pouco mais de responsabilidade fiscal estaria com o triplo de crescimento. Pena que para percebermos isso estejamos pagando o ágio referido.
      E mais uma vez você está equivocado: o discurso do Aldo não é falso e não seria necessário a Ernst & Young e a Fundação Getúlio Vargas para constatar isso: inundar a economia, em período tão curto, com R$ 40 bilhões diretos e o triplo disso indiretos para movê-los, tem como efeito imediato as repercussões apontadas, em qualquer macroeconomia.
      A questão é que 70% disso não tem sustentabilidade de inversão econômica no tempo, escorcha o orçamento, alonga o deficit público e quando a conta bater na porta será cobrada em forma de aumento de tarifas públicas (a da energia já virá em 2014) e o estresse inflacionário, que por sua vez estressa os juros, que por sua vez estressa o dólar, que por sua vez nos faz comprar mais um balde para aparar a goteira, pois não há jantar de graça, a não ser para a FIFA.
      É desse círculo vicioso que temos que sair, para fazermos o upgrade que precisamos para que o esforço da nação repercuta na pátria.

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  6. Uma entrevista do Ministro dos Esportes não é uma matéria de iniciativa da imprensa, e a exceção apenas confirma a regra.
    Mas vamos ver alguns números:
    O Brasil ocupou, em 2012, a posição de número 73 em lista dos países mais corruptos do mundo, a qual é medida segundo a percepção populacional, são desviados, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, de responsabilidade da ONU, ao menos R$ 200 bilhões por ano no Brasil (dados de 2012).
    O valor é superior à soma dos valores dispendidos em saúde e educação, os quais, em conjunto, são responsáveis pela despesa de R$140 bilhões. Isto é, não havendo corrupção, os valores investidos nestes setores poderiam dobrar e ainda restariam R$60 bilhões.
    Como o Deputado pode ver o Brasil segundo a ONU em 2012, perde 200 bilhões POR ANO para a corrupção, com este dinheiro dava para dobrar os valores gastos com a saúde e a educação no Brasil por um ano, e com a ''sobra'' daria para pagar as despesas com a copa e ainda sobrariam 20 bilhões.
    Como pode ver o verdadeiro problema do Brasil não é a copa do mundo e sim a corrupção. O dinheiro gasto na copa bem ou mal está nas obras, empregos e infraestrutura, agora me diga onde estão os recursos desviados pela corrupção?
    Com isso temos que dar graças a Deus pelo governo ter gasto 40 bilhões com a copa, pelo menos vemos algo de concreto (desculpe o trocadilho Rs), caso contrário estes 40 bilhões fariam parte dos 200 bilhões surrupiados pelos corruptos só em 2013.
    Agora façamos uma continha rápida: 40 bilhões a cada cinquenta anos é uma gota no oceano em comparação com os 200 bilhões anuais surrupiados pelos corruptos.
    Diante disso podemos constatar que a copa não é e nunca foi um problema para o Brasil, o verdadeiro problema do Brasil é a corrupção e a impunidade sua irmã gêmea , sem corrupção teríamos muito mais saúde, educação e infraestrutura , e estes 40 bilhões para o Brasil seria troco...
    Ao contrário do que disse o José, os comentários sobre a copa são pertinentes a esta matéria sim, pois segundo o ''jornalista'' as crianças estariam sendo exterminadas em Fortaleza por causa da copa. E foi por causa da copa que a matéria negativa do ilustre desconhecido "Jornalista" Freelancer no Facebook teve tanta repercussão na grande mídia.

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    1. Como não? Ele se auto entrevistou, fez um jornal só pra ele, e publicou a entrevista? Eu ainda não consegui verificar de onde você tirou a certeza de que a imprensa é contra a Copa: ela é visceralmente a favor, pois lhe gera riqueza. Não há um só veículo de comunicação que seja contra, pois o evento vai incrementar a receita deles em cerca de 40% com os anunciantes.
      A Copa não é problema em parte alguma. O problema é ela ser feita com dinheiro público e você desvelou o que a serve: a corrupção. É isso mesmo, o Brasil joga pelo ralo da corrupção - e tudo o que você trata já foi publicado aqui no blog - quase um Brasil inteiro a cada 5 anos. E não é somente a corrupção perpetrada pelos políticos, mas também a corrupção das pessoas: a maior corrupção do Brasil é a sonegação perpetrada por pessoas físicas e jurídicas.
      E a maior lógica da Copa com dinheiro público é exatamente a corrupção: ela a serve com conveniência, maestria e expediência. Cerca de 40% dos gastos dela, por serem de difícil fiscalização, vão para bolsos privados.

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  7. Para encerrar, o Deputado notou que a grande mídia parou de fazer matérias sobre a Petrobrás? Como uma pessoa bem informada o Deputado deve conhecer os motivos, estou certo? É o que eu disse, a grande mídia não está preocupada com a informação e muito menos com a verdade, está preocupada apenas com as suas conveniências, e por isso renunciou à sua credibilidade.

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    1. Os motivos estão no livro "Privataria tucana": o esquema da Petrobras, assim como o mensalão, são franquias tucanas compradas pelo PT.
      A mídia sempre agiu dessa forma no mundo inteiro, quando os interesses dos que as sustentam estão em jogo. Isso não quer dizer que ela não tenha credibilidade: ela tem. A sua leitura é que tem que ser abrangente (sempre se informar em mais de uma fonte) seletiva (há veículos de comunicação que não escondem as suas preferências, e isso é ótimo, pois você saberá ler a notícia com a devida seleção) e crítica (o seu ponto de vista deve ser confrontado com a leitura).

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    2. Parabéns o Senhor não decepciona em sua resposta, só discordo da credibilidade que a grande imprensa pode ainda até ter alguma, no entanto a sua credibilidade atual estão anos luz da credibilidade que tinha no passado a grande mídia brasileira, de eleger e derrotar candidatos à Presidência da República, e isso não faz muito tempo não.
      Se a grande mídia tivesse pelo menos 10% da sua antiga credibilidade não haveria razão para checar por outros meios a veracidade das suas matérias e denuncias publicadas, que em questões que envolvem política e governos, em grande parte são manipuladas e direcionadas. Exemplos? É só comparar a mesma matéria sob o prisma da Veja e da Carta Capital, ou comparar a mesma matéria política publicada no O Liberal X Diário do Pará.

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    3. Não foi a imprensa que perdeu credibilidade: ela ainda a tem e ainda influi, positiva, ou negativamente, na vida do país, como sempre influiu e sempre influirá.
      O que mudou foi a leitor. Ele está crítico.
      Quanto à dualidade LiberalxDiário, não há problema algum, pois as linhas de ambos são claras e definidas quanto ao engajamento que possuem e o leitor está avisado dessas linhas para afinar a leitura crítica dos textos.
      Em todos os estados e países isso ocorre. Nos EUA, por exemplo, o Washington Post é alinhado aos Democratas e o New York Times aos Republicanos e essa dualidade se replica na imprensa estadual e municipal.
      A convivência social é feita através de manipulações. Sempre alguém, ou grupos, pugnam por manipular outrem ou outros grupos, e as pessoas ou grupos que conseguem manipular melhor estão mais no topo que as se deixam manipular.
      O ser humano, se veste, estuda e respira manipulação. Ela pode ser boa ou má e isso que determina a correlação de classes.

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