21/03/2014

Nada de novo no front

A primeira pesquisa Ibope de 2014, divulgada ontem (20), não traz novidades: a presidente Dilma continua a franca favorita para vencer a eleição em 1° turno e os demais candidatos à presidência da República patinam em sofríveis patamares. Abaixo os cenários de 1° turno:

> Cenário 1

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> Cenário 2

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> Cenário 3

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No cenário 3 os pré-candidatos Eymael (PSDC), Levy Fidélix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram.

Mesmo que houvesse um 2° turno, a presidente Dilma o venceria. Abaixo os cenários de 2° turno:

> Cenário 1

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> Cenário 2

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O cenário 2 do 2° turno revela que Marina Silva, quando disputa uma eleição isolada, consegue reaver a sua histórica preferência de votos obtida na primeira eleição presidencial que disputou.

> Cenário 3

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O Ibope ouviu 2.002 eleitores em todo o país entre os dias 13 e 17 de março. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00031/2014.

10 comentários:

  1. É impressão minha ou a Dilma não chegou em nenhum dos cenários acima dos 50%??? Esse segundo turno promete, ainda mais com brancos/nulos acima de 20%, só esperar!!

    Raimundo Rodrigues

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  2. Caro dep. O sr pode informar se há alguma pesquisa mais recente sobre eleição para governador do pará? Abçs

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    1. Não conheço nenhuma feita esse ano. Há boatos de uma do PSD, mas nunca a vi.

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  3. A oposição está é desesperada com esses índices pois sabe que quando começar a propaganda eleitoral serão mostrados todos os feitos do governo, que não são poucos e que não são mostrados pela chamada grande mídia de massa de nosso País. Observe que se você se informa somente por Globo, Veja, Folha de São Paulo, tem-se a impressão que o Brasil está a beira da falência, mas é um pouco contraditório, pois estamos com o menor desemprego de todos os tempos. O povo vota em quem produz melhorias em suas vidas, ou será que o PT seria eleito e reeleito se estivesse fazendo um péssimo governo?

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  4. Ronaldo Gomes21/03/2014 20:13

    Dep. o senhor não acha que possíveis eventos, como os levantes recentes passados, podem influir decisivamente nesse pleito?? O senhor acha que governo e oposição estão municiados para isso??

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    1. Creio que eventos similares aos de junho/2013 podem influir no humor eleitoral o brasileiro. O grau de influência deverá ser diretamente proporcional à virulência dos eventos e o mais, ou único, prejudicado poderá ser o governo. Há, todavia, a possibilidade de o governo, por ter aprendido com junho, ter maior condição de maneja-los.

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    2. Mas dep. o senhor não que se decidir uma eleição presidencial com "possíveis eventos virulentos", não seria muito ruim para nossa democracia, pois não passamos por um momento de instabilidade em nosso País?

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    3. Uma coisa é o que queremos ou achamos, outra é o que pode, ou não, ocorrer. Os eventos não dependem da nossa querência e nem podem ser controlados por ela. Se ocorrerem é preciso inteligência para manejá-los.

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    4. E o que você deseja, deputado, uma eleição virulenta ou uma eleição seguindo os preceitos democráticos? Acho que eu nem presiçava perguntar, né?

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    5. Uma coisa não exclui a outra. O fato de haver manifestações violentas não tornam as eleições antidemocráticas, apenas podem influenciar na vontade do eleitor por mudar o governo que ele pode achar ser o motivo do que se protesta contra.

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