28/03/2014

De Marajó e de pontes

> Marajó

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Eu já sugeri que os voos que saem de Belém para Miami e Lisboa, fizessem escalas no Marajó. É que o crème de la crème dos ranfastídeos parauaras só viajam alhures.

Poderiam, ainda, os marajoaras, reivindicar que os luxuosos festivais de Ópera do Teatro da Paz fossem realizados nas principais cidades do arquipélago, pois, pelo menos nesses momentos, com certeza haveria transporte “rápido e confortável” para lá.

> Pontes de antigamente

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Abriu a temporada de abalroamentos no Pará: no domingo passado (23), uma parte da laje da ponte do Rio Moju veio abaixo quando uma balsa investiu contra um dos pilares.

Ontem, foi a vez da ponte do Outeiro levar mais uma pancada das muitas que já levou: uma balsa carregada de madeira abalroou um dos pilares, mas como a obra já está acostumada com colisões, e tem aguentado todas, permaneceu firme.

É que antigamente as coisas eram feitas com margem de segurança maior, e é por essa, e outras, que o pessoal já está chamando a ponte sobre o Rio Moju de ponte de 1,99.

4 comentários:

  1. Gostaria de conhecer, ou melhor viver neste estado que aparece na propaganda do governo do Pará. Pois só para citar o Marajó, a coisa está feia, além do transporte marítimo ser péssimo, agora nem por avião. Faz 60 dias que a Anac interditou a pista de Soure. E pensar que estamos comemorando os voos para Miami e Lisboa, enquanto não conseguimos nem passear aqui próximo da capital no belíssimo mas abandonado Marajó.

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  2. O problema do Marajó, aqui diga-se, Salvaterra, Soure e Cachoeira não é somente o transporte.
    Vejamos, o que motiva o deslocamento das pessoas do Marajó para o continente?
    O deslocamento se deve para tratamento de saúde, precário na região;
    por melhoria na qualidade da educação;
    por busca na área de serviços, seja público ou privado.
    E no caminho inverso - continente para a região.?
    Para retorno de todos essas atividades acima;
    e para entrega de mercadorias.

    Para o turismo, bem, aqui vejamos, o turista não tem uma rede hoteleira a nível sequer de Alter do Chão (que por sinal é muito boa);
    O sinal de celular é 1A, ou seja até chegar a 4G, sem comentários;
    Caso ocorra um problema de saúde de média complexidade, fatalidade;
    Segurança não é garantida;
    E a tão falada hoje mobilidade, é com hora marcada, sem falar na mobilidade interna;
    Além do que o trade turístico tem a preocupação de alocar pessoas nos hotéis, com preços nada módicos.
    Mas o que o turista tem em opção além da linda praia do Pesqueiro, e dos também lindos campos de Cachoeira?
    Em dois dias já viu tudo.
    Não se agrega valor a pesca esportiva, as trilhas e a cultura marajoara.
    O Turismo hoje é utópico senão houver melhorias nos serviços, dentre outros aqui elencados.
    O transporte precisa de melhorias? sim precisa, com mais segurança, rapidez e conforto, não só para o turista, mas para todos.
    É uma problemática do Governo e da iniciativa privada.
    Bem, por isso, hoje, infelizmente, vou continuar indo pra Alter do Chão, saindo de Belém e em Duas horas se chega lá, e com toda infraestrutura e preços justos.

    Antonio Souza

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  3. Se até o jornal amigo já não consegue dissimular sua frustação, é por que a coisa está muito pior do que se imagina. Enquanto isso,..Segue a pescaria.

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  4. Se o Marajó fosse na Europa ou na Ásia, bombava de turistas. Lá, essa ilha imensa e linda, não perderia em turismo para a Polinésia Francesa.

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