O italiano Maurizio Savini adora mascar chicletes. Mas, o interessante mesmo é o que ele faz com o chiclete depois de mastigado: ele o usa como matéria-prima para sua esculturas, como a da foto acima.
Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Deputado, tem acontecido um absurdo com os concursados da Sesan. Após providenciarem todos os exames e laudos médicos exigidos no Edital, os mesmos estão voltando do IPAMB, porque não estão aceitando os tais exames sem, olha que absurdo, a palavra APTO escrita no exame. Por mais que os exames declarem que o concursado está dentro da normalidade, não aceitam. Tem uma enfermeira que não deixa nem o concursado chegar até o médico do trabalho. Ou seja, exames que custam até R$ 200,00 estão sendo refeitos apenas por causa de uma simples palavra. E nada disso consta no Edital. Pode isso?
ResponderExcluirNill