Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
E o rabo do lado de fora do gato do Senador Demóstenes (DEMo-GO), visto pela Operação Montecarlo, da PF, deputado? E o Carlinhos Cachoeira? Os fatos sobre as relações do bicheiro Cachoeira com o senador Demóstenes, bastião da "moral" e da "ética" (rsrsrs), se avolumam. Gostaria de ver uma superpostagem sua sobre os desdobramentos da Operação Montecarlo, que, segundo o blog do Nassif, já chegou na revista Veja.
ResponderExcluirOlá Che,
ExcluirO assunto estava pautado para a semana, mas a morte do Chico atropelou a pauta. Devo tratar do assunto na terça ou quarta.