O governador Simão Jatene (PSDB) foi recebido, ontem, 03, em Brasília, pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), a quem “expôs os interesses do Estado ao criar a taxa de controle sobre a atividade mineral”, criada por lei estadual, no final de 2011,
Simão Jatene, na ocasião, ressaltou “a necessidade de o governo federal solucionar o problema que afeta as indústrias eletrointensivas, devido às altas taxas pagas pelo consumo de energia.
A Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração a Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM), que, segundo cálculos do governo, arrecadará por volta de R$ 800 milhões ao ano, já está em vigor no Pará, todavia, não há informações de que ela já esteja sendo, efetivamente, cobrada.
A demora na implementação se deve, quiçá, ao fato de o aparelho arrecadador da espécie demandar tempo para ser criado, ou implementada estrutura já existente para o lançamento.
O que o governador alegou ao ministro das Minas e Energia, sobre o alto custo da eletricidade no Brasil ser um empecilho à competitividade das empresas eletrointensivas, é um um fato que precisa ser enfrentado pelo sistema nacional de energia.
O Brasil é um dos países que produz energia com o menor custo absoluto do mundo e tem o preço mais caro de Megawatt/hora dos 27 maiores produtores de energia do planeta.
A média mundial do preço do Megawatt/hora é de R$ 215,50. O preço do Brasil é de R$ 329,00. Isto tem um impacto de peso específico significativo nas industrias eletrointensivas, mas, também, em todo parque industrial nacional, tornando os preços dos “Made in Brazil” de parca competitividade.
Veja, abaixo, um gráfico demonstrando os preços dos seis maiores produtores de eletricidade do mundo, sendo o Brasil o que cobra o mais alto valor por M/H.
Foto e texto em aspas: Agência Pará de Notícias
Isto é resultado das conversas Jatene X Jader
ResponderExcluirO que será que o PMDB levou em troca,hen deputado
Agora é que Tucuruí e região vão pro lago, tudo vai ser varrido pra baixo do tapete, camuflado pela SEMA (Mosaico, parque aquicolas, condicionantes da eclusa, royalties, PIRTUC, condicionantes, etc...), vai entender a política, em Brasília o PMDB se articula com PT (casa civil da presidência, ELETROBRAS, ELETRONORTE, DNIT, e outros), no Pará o PMDB coliga com PSDB, que não coliga com PT que coliga em Tucuruí com PPS que é coligado do PSDB, chega de falcatruas, todos giram em corrupção...!
ResponderExcluirÉ incrível que parceria como essa não cheira nada pra ninguém, aos pacotes de governabilidade são sinônimos de cegueira!
ResponderExcluir