O jornalista Lúcio Flávio Pinto, em resposta à postagem que lhe apela a não desistir de perseguir a Justiça, aceitando o patrocínio do advogado Ismael Moraes, declara que “não está ‘sucumbindo’. Pelo contrário: está se insurgindo”, pois considera que a sua condenação foi política e “política foi” a sua reação.
Lúcio Flávio revela que o seu “desejo é que a opinião pública perceba a amplitude do absurdo e o alcance da violência” da qual ele foi vítima.
É importante que você leia o inteiro teor do texto de Lúcio Flávio aqui.
Em outro comentário, outro jornalista de renome nacional, Carlos Mendes, reporta as pressões que sofreu do empresário Cecílio Almeida quando cobria o caso, revelando, inclusive, ter gravações nas quais se ouvem Cecílio lhe oferecendo suborno para calar-se.
Ao final, Carlos Mendes opina que, Lúcio “deve, sim, ingressar com ação rescisória, porque tem chance de ganhar no Pleno do TJE. O importante é não capitular e manter a condição de réu primário, para não dar munição aos que torcem para que ele seja condenado em outros processos.”.
É, igualmente, importante ler o inteiro teor do comentário de Carlos Mendes, aqui.
Creio que a reação de Lúcio Flávio, repercutida em todo o Brasil, cumpriu o papel que ele deseja: demonstrar a força do poder econômico nas alcovas dos tribunais, e de como os operadores do direito podem negar a Justiça que teriam a obrigação de prover.
Repiso, todavia, o apelo a Lúcio: está claro que a sua insurgência foi operada com êxito. Está claro que os seus leitores, a quem você presta o sagrado serviço da informação independente, há décadas, já tomaram para si a condenação que lhe foi imposta. Está claro, ainda, que eles não desejam se submeter ao veredito e também se insurgem contra ele. Está claro que desejam destituir a sentença. Está claro que querem Justiça.
Considere, meu caro, a ação rescisória não de sua autoria, mas, de autoria de todos os que lhe respeitam e querem que a Justiça se faça. Se possível, assinaremos todos, embaixo da sua lavra na procuração, a nossa.
Ação Rescisória Já!!!!! Vamos em passeata para o TJ. Estou com saudades dos tempos em que não aceitávamos a ditadura e protestávamos. Agora que temos democracia ficamos quietos.
ResponderExcluirParsifal, comente para nós o que o Miistério Publico descobriu que o Deputado Pastor Divino pagava sua empregada domestica com dinheiro da ALEPA. Voces Deputados sérios deveriam chamar a responsabilidade este tipo de Deputado que usa indevidamente dinheiro da ALEPA para fazer barbalhidade.
ResponderExcluirÚnica alternativa para rescindir o julgado.
ResponderExcluirCONSENTE, LÚCIO
ResponderExcluirJá temos uma pessoa física, o advogado Ismael Moraes, que pretende ingressar com ação rescisória para anular a condenação do Lúcio. Além do Ismael, a Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SPDDH) também estaria decidida a entrar na parada com o mesmo objetivo.
Não esqueçamos, porém, que o caso é de ação privada. Portanto, seja pessoa física ou entidade, a rescisória só poderá ser impetrada se houver o consentimento do Lúcio, por intermédio de procuração por ele assinada. Se ele disser "não quero", o assunto morre na hora.
Então, volto a apelar ao amigo Lúcio Flávio: permita que isso seja feito. Em teu nome, mas sob o clamor daqueles que tanto te admiram e que também sofrem com o teu sofrimento.Entendo que essa causa, meu caríssimo Lúcio, não mais te pertence. Ela é de todos nós. Daqueles que, apesar de tudo, ainda acreditam na Justiça. Consente, Lúcio. Vai, consente.
Necessitamos urgentemente de um novo tempo. Façamos, então, a partir da Amazônia, como demonstra o caminho traçado até aqui.
ResponderExcluirCaro Deputado, informo que, por convocação do Secretário Geral Adjunto, advogado Jorge Medeiros, ocorreu ontem à noite reunião extraordinária da Diretoria da OAB/PA, para a qual fui convidado enquanto Conselheiro Estadual a par dos fatos, e da qual participaram o Vice-Presidente, advogado Evaldo Pinto, e o Secretário Geral, advogado Mário Freitas Jr. Após meus esclarecimentos, a Diretoria deliberou em encaminhar o caso da condenação do jornalista Lúcio Flãvio Pinto, em caráter de urgência, às Comissões Permanentes de Diretos Humanos e de Liberdade de Imprensa para que analisem o cabimento de medida judicial, cuja conclusão poderá ensejar que a OAB ofereça patrocínio ao referido jornalista, e caso este aceite, sejam nomeados advogados membros dessas Comissões para assumir a causa em nome da Instituição.
ResponderExcluirQualquer outro esclracimento poderá ser obtido com o Secretário Geral Adjunto da OAB, advogado Jorge Medeiros, no telefone (91) 81189101.
Corrija, com o adendo importante, que dessa reunião participou também, de modo decisivo para as deliberações, o eminente Conselheiro Estadual Mauro Cesar Santos.
ResponderExcluirÊ verdade a causa não seria mais só do ilustre jornalista lúcio Flávio, mas, de todos nós seis leitores que sofrem com a injustiça e abuso de poder econômico .Podem convocar a todos e vamos provocar uma vitória nacional contra o poder do dinheiro
ResponderExcluirLúcio, vivo diariamente as dificuldades de trabalhar com um Judiciário arcaico e vaidoso e, no mais das vezes, colocando-se dois ou três palmos acima de qualquer divindade.
ResponderExcluirNo exercício da minha sanidade existencial, fui igualmente processado por um prefeito local e devidamente condenado judicialmente, tendo de recorrer ao TJE/PA sem qualquer convicção que o direito constitucional à liberdade de expressão venha a ser respeitada, mesmo que o autor da ação tenha tido seus direitos políticos cassados e suspensos por 8 anos, convalidando todas as coisas que foram ditas a seu respeito.
Então, deixe-me pedir-lhe: autorize a Rescisória. Não dê espaço para que a mesquinharia consuma a perseguição notória com tentam - inutilmente, é verdade - desmoralizá-lo.
Um forte abraço
Ademior Braz