Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Se precisar que algo seja dito e não seja feito quem devo chamar?
ResponderExcluirAmor faz uma feijoada pra receber nossos amigos no final de semana?
ResponderExcluir- tudo bem querido vc só sabe falar, fazer que é bom...
exemplificado senhor deputado, conte quantas deputadas tem na ALEPA? a sociedade ainda é machista e se depender de mim vai continuar.
Ao anônimo das 05:25: Vá pra casa, Padilha!!!!!
ResponderExcluirParsifal;
ResponderExcluirA frase da sra. Tatcher é muito relativa. Nestes anos todos que tenho andado sobre o planeta terra, não tive esta certeza. Mas de uma coisa estou convencido: muita coisa que se diz e/ou se faz, acaba voltando.