Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Afinal, o que há de errado numa carona?
ResponderExcluirO Congresso Nacional tem compromissos mais importantes com o País e com a Nação.
Que tal lavar com sal grosso as duas Casas Legislativas pra limpar a sujeira?
Só poderia ser um deputado do PT,para admitir com o maior cinismo,atos impróprios aos homems públicos e corrupções.
ResponderExcluirRonaldo Guilherme
Em dez palavras, André Vargas fez a mais objetiva e completa confissão de culpa da classe política brasileira. Realmente, não sobra nenhum sem culpa no cartório. Vaccareza disse que não vê problema em político, "como qualquer cidadão brasileiro",pegar carona em jatinho de amigos. Opa, eu também sou cidadão brasileiro, mas os donos de jatinhos não me oferecem carona. Por que será? Será que é só porque não tenho a menor influência nos gabinetes da República? Ah ah ah! Fala sério!
ResponderExcluirSe a fila for menor que dos aeroportos eu prefiro pegar carona.
ResponderExcluirIsso por que ele só falou da carona, por que se fosse feito perguntas sobre outros casos de corrupção a resposta seria a mesma.
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