Pular para o conteúdo principal

Jader Barbalho espera agosto

shot001

Tudo que posto sobre Jader Barbalho é imediatamente excedido pelos seus adversário como sem valor, o que denota falta de argumento textual .

Sobre o mais recente indeferimento, pelo STF, de mais uma tentativa cautelar para Jader Barbalho assumir a vaga que o povo do Pará lhe outorgou no Senado, eu não preciso escrever nada: basta-me trazer aqui o irreparável texto de um jornalista insuspeito, de quem eu, e o próprio Jader, vez em quando, somos sujeitos de críticas. 

Peço a devida vênia ao jornalista Augusto Barata, que assina o “Blog do Barata”, para colar abaixo o que ele escreveu sobre o assunto, com o que eu concordo em inteiro teor:


JADER BARBALHO – A tentação totalitária

A democracia é, por excelência, o império das leis. Se estas garantem um direito postulado, não há o que discutir. Cabe cumpri-las. Apenas e tão-somente cumpri-las. Postergar um direito assegurado significa, ao fim e ao cabo, conspirar contra o ordenamento jurídico democrático.

Sob essa perspectiva, soa desrespeitosa a continuada tentativa de postergar a posse do ex-governador Jader Barbalho, eleito senador e o segundo candidato mais votado do Pará, nas eleições de 2010. Nem mesmo o estigma de corrupto que aderiu a Jader Barbalho, diante de sua súbita e inexplicável evolução patrimonial, justifica o interdito proibitório branco, na esteira do qual tentam impedir sua posse como senador, assegurada quando o próprio STF entendeu que a Lei da Ficha Limpa só deverá prevalecer nas eleições subsequentes a de 2010.

O que assusta, no imbróglio, é a tentação totalitária embutida na resistência a dar posse a Jader Barbalho. Diante dessa recalcitrância, que contamina até a instância máxima da Justiça no Brasil, na contramão do respeito aos postulados democráticos, emerge, fatalmente, o temor sobre como nós, pobres mortais, poderemos vir a ser tratados, na eventualidade de algum contencioso judicial, se o casuísmo, próprio dos regimes totalitários, prevalecer sobre as garantias constitucionais.

Nessas circunstancias vale, sempre, seguir a lição de Eurico Gaspar Dutra, presidente eleito no período redemocratização que sucedeu o Estado Novo. Vale o que está no “livrinho”, como ele se referia a Constituição Federal.


Comentários

  1. Se há justiça , que se faça justiça!

    ResponderExcluir
  2. Muito sabia a visão critica do Barata,sobre o caso Jader.
    Pobre ser´[a se um cidadão comum precisar da justiça brasileira,os Hitler do STF,querem por força que prevaleça suas ideias,e não a vontade do povo.p

    ResponderExcluir
  3. SPERO QUE UM DIA NESTE PAÍS, O STF POSSA SE UTILIZAR DAS LEIS BRASILEIRAS TRATANDO COM IGUALDADE A TODOS SEM PERSEGUIÇÃO, TOMARA QUE EU AINDA STEJA VIVO PRA VER.

    ResponderExcluir
  4. O totalitarismo embutido nas decisões casuísticas é a mais pura verdade.
    Outrora o grande público nem sabia quem eram os ministros do STF, hoje esses senhores querem notoriedade e pousam para a mídia.
    É assustador.

    ResponderExcluir
  5. http://saojoselibertoigama.blogspot.com/2011/07/profissionais-do-polo-joalheiro-criam.html

    ResponderExcluir
  6. Estou de acordo - cumpra-se a lei, pouco importa o que pensam sobre Jader Barbalho, pois ele tem direito a ser empossado.

    ResponderExcluir
  7. Por mim já tinha assumido à muito tempo,pois um Malino do erário público á mais ou a menos nesse nosso País e Estado que já está infestado, não vai fazer "muita" diferença. Minha avó dizia,me fala com quem tu andas...

    ResponderExcluir
  8. Continua havendo politização da justiça quando o órgão supremo sancionador da constitucionalidade das normas – o Supremo Tribunal Federal – não atua como um órgão jurisdicional, mas como um órgão político do Governo ou de outra força política, disfarçando a sua conduta através de uma aparente judicialização da sua atuação. A nomeação, para ministros, conhecidos pela sua incondicional fidelidade aos partidos de que provem constitui seguramente um indício muito seguro de que muito provavelmente a justiça está totalmente politizada.

    ResponderExcluir
  9. Justiça e Influência Política


    "No Estado de Direito, as garantias constitucionais somente são efetivas quando existem julgadores prontos para a aplicação da lei sem qualquer tipo de influência política. O Poder Judiciário é o guardião dos direitos e garantias fundamentais do cidadão, e é por isso que os seus julgadores possuem garantias para que possam exercer a jurisdição de forma independente. Acreditando nestes princípios foi que um pensador europeu disse o seguinte, "Quando a Política entra por uma porta a Justiça sai por outra". A Justiça deve sempre ser realizada, pouco importando quem se encontre no pólo ativo ou passivo da demanda. É por acreditar nestes princípios que o Brasil novamente voltou a vivenciar um Estado democrático de Direito, onde as pessoas possuem garantias, mas também devem cumprir com os seus deveres e obrigações".

    Paulo Tadeu Rodrigues Rosa
    Publicado no Recanto das Letras em 06/01/2008

    ResponderExcluir
  10. Alice no País das Maravilhas" é um livro escrito no séc. XIX dirigido para crianças. No entanto, quando estava a ler este livro, surgiu-me uns quantos problemas, no qual incluí-se a teoria da justiça.
    Neste livro, a justiça não é igual ao que nós estamos habituados, pois esta justiça é muito injusta, como se pode ver em situações ao longo da obra, como por exemplo, no julgamento do Rato com a Cadela Fúria.
    Neste julgamento, a Cadela Fúria culpa o Rato de um crime que ele não cometeu só para conseguir uma boa refeição e como a Cadela Fúria diz ser a juíza e a jurada, o rato não tem como se defender desta injustiça.
    Só neste julgamento reparamos em duas situações da teoria da justiça da obra de Lewis Carroll. Uma dessas situações, é quando o Cadela Fúria culpa o Rato, que é inocente, de um crime só para comê-lo usando partido de ser mais forte e maior que o Rato. Também reparamos que a Cadela diz que é a juíza e jurado durante o julgamento, portanto o Rato, sem qualquer maneira de se defender, é considerado culpado logo desde do início do julgamento.
    Este julgamento é só uma situação, pois, ao longo da obra encontra-se outro problema parecido com este, como no julgamento do Valete.
    Neste julgamento, Valete é acusado de roubar tartes à Rainha e sem provas concretas que foi o Valete a roubá-las, os Reis abusam do seu poder para culpa-lo.
    Nesta obra,” Alice no País das Maravilhas”, eu conclui que o que interessa é quem tem mais poder e não quem tem razão, ou seja, os Reis (que são as pessoas com mais poder, em principio) podem culpar quem quiserem apenas por não gostarem dessas pessoas, pois não é preciso provas para considerar os arguidos culpados porque as pessoas que têm mais poder são os juízes como os jurados.
    Para concluir, eu ponho estas questões: A justiça do nosso mundo é muito diferente da que está representada na obra? Ou é igual, onde os mais poderosos é que ditam quem são os culpados?

    ResponderExcluir
  11. A BANCADA DAS TOGAS AGRADECIDAS

    Dos ministros que libertaram Cesare Battisti, só Marco Aurélio Mello ─ nomeado pelo primo Fernando Collor de Mello ─ não deve a toga a Lula. Os outros cinco chegaram ao Supremo Tribunal Federal pelas mãos do palanqueiro itinerante. E nenhum escapou da sabatina decisiva com Márcio Thomaz Bastos, advogado e amigo de Lula antes e depois da passagem pelo Ministério da Justiça.

    Desde janeiro de 2003, cumpre a Márcio verificar pessoalmente se o chefe pode confiar no candidato, mesmo se indicado por padrinhos influentes. Coube a Frei Betto, por exemplo, apresentar Joaquim Barbosa ao presidente interessado em nomear um jurista negro. O nome de Ricardo Lewandowski foi soprado ao marido por Marisa Letícia, que havia sido vizinha da mãe do doutor em São Bernardo e vivia ouvindo referências elogiosas ao filho sabido.

    Ayres Britto nem precisou de protetores: o presidente o conhecia desde 1990, quando tentou eleger-se deputado federal pelo PT de Sergipe. Carmen Lúcia ganhou a vaga porque o chefe do Executivo resolveu que o STF precisava de mais uma mulher. Luiz Fux, oficialmente nomeado por Dilma Rousseff, já estava escolhido quando o governo começou. Sempre depois de submeter o favorito à triagem de Márcio Thomaz Bastos, Lula incluiu em seu legado a vaga reservada ao candidato de Sérgio Cabral.

    Numa das mais lastimáveis sessões da história do Supremo, os cinco, apoiados por Marco Aurélio Mello, transformaram o presidente da República no único e incontrastável árbitro de pedidos de extradição. Parece não fazer sentido. Mas faz

    ResponderExcluir
  12. Anônimo 17/07/2011 00:09:00

    O patrimônio acumulado pelo Sr. Jáder Barbalho na política (este sim) é algo de "feérico e extravagante" aos olhos dos que não vivem um conto de fadas.

    Não esqueçamos de que "país das maravilhas" para os que se servem do poder, é o mesmo "país do bizarro" para milhões de brasileiros que sofrem a precariedade das instituições e dos serviços públicos, abalados por ininterruptos escândalos de desvios de dinheiro público.

    ResponderExcluir
  13. muito boa, antonio vi isso acontecer aqui na minha cidade, o verador foi acusado de matar Agemiro Gomes do PMDB e apos uma investigação ele foi preso aí os poderosos entraram em ação, em função da prisão ele foi impedido de tomar posse, eu Raimundo Coelho suplente assumi, apos 78 dias o supremo através de politicos - PT concede liberação da prisão só pq dep. federais tinham interesse em função do pedido de investigaçao que tinha partido de Jader, claro o crime foi contra o candidato do PMDB.
    resultado: eu que tinha assumido a cadeira dele, veio um Juiz substituto e deu liminar favorável a ele, sendo que ele tinha perdido todos os prazos de diplomação e posse junto a Camara.
    os bandidos poderosos stão em toda parte.

    RAIMUNDO COELHO
    DE RIO MARIA

    ResponderExcluir
  14. Sou a favor de uma devassa nesse Judiciário, Esses Arautos Melâncólicos da Justiça fazem e desfazem sem prestar contas a parte de direito, que é a População Brasileira.

    ResponderExcluir
  15. Eele tá provando do veneno ao qual ele contribuiu e muito contribuiu para que surgise neste país: o compadrio e a perseguição a quem bem entender da parte destes a quem ele execra hoje. Ou vcs esquecem o quanto ele perseguiu o hoje aliado pepeca? Bem feito. que ele passe longo tempo na geladeira. é pra ele ver como é que se sente quem não é político patife da laia dele,que usa de BILHÕES(como ele gosta de pomposamente pronunciar, lembras?)de artificios pra postergar o que ajuizado contra si ou empurrar pra frente seus o que não é de seu interesse. E viva Joaquim barbosa.

    ResponderExcluir
  16. Isso é coisa de quem não tem conhecimento nenhum sobre como funciona um processo. Qualquer um minimamente alfabetizado juridicamente sabe que decisões do plenário só podem ser mudadas pelo plenário. Totalitário seria um ministro sozinho mudar a decisão tomada por todo o tribunal.

    Parsifal, você tem formação na área e sabe que a decisão do Peluso está certa.

    ResponderExcluir
  17. Vc, Parsifal, meu caro, sabe muito bem pq o Jader não foi empossado ainda! Mesmo motivo do Capi! O tal lá do Amapá, ou do Maranhão, ou de todo lugar, sei lá, que ta freando isso!

    ResponderExcluir
  18. Jader apresentou os embargos de declaração contra o acórdão do STF , o MPF já se manifestou, e o regimento do supremo determina que o processo seja incluído na primeira sessão depois da manifestação do STF
    Portanto, meus amigos se o ministro Barbosa, não colocar em pauta na primeira sessão de agosto o processo de Jader. Quem perde não é Jader, é o Brasil, pois, estará materializado um sentimento de revanchismo judicial jamais visto nas cortes superiores.
    Aos críticos do senador Jader , não se esqueçam que amanhã será um processo seu, ou de um amigo ou de um parente que estará sendo julgado no STF
    A volta de Jader será breve, pois, 1.800.000 de pessoas que em grande parte não tem acesso a blog, a site do supremo desejam Jader no Senado

    ResponderExcluir
  19. A Marinor não consegue nem uma ambulância por isso Jader já.

    ResponderExcluir
  20. Politica Abel Figueiredo17/07/2011, 18:49

    Apos anuncio de mudança de partido politico por parte do vice-prefeito Jardisom, que esta saindo do PT em direção ao PMDB.

    O PT ja declarou que tera candidato proprio, as articulações vem de Belém via Bom Jesus do Tocantins, a chapa seria PT/PDT.

    A chapa PT/PDT teria o apoio do ex-prefeito de Abel Dativo Araujo( Atualmente titular da secretaria de obras de Bom Jesus do Tocantins) e do dr. Sidney Moreira ( Prefeito de Bom Jesus do Tocantins)

    Os nomes são Alan Gonçalves ( PT ) e Arielson Araujo ( PDT ) , Alan é militante organico do PT ,é bem visto pela militançia do PT em Abel Figueiredo, Arielson Araujo é sobrinho do ex-prefeito Dativo Araujo e cunhado do prefeito de Bom Jesus do Tocantins Sidney Moreira.


    O prefeito Hildelfonso Araujo ( PP ) perdeu o sono, ver a real possibilidade de seu grupo politico perder o controle sobre a prefeitura de Abel Figueiredo.

    ResponderExcluir
  21. O senhor vai se basear em blog de Barata? Por favor, deputado, não desça a tal nível.

    ResponderExcluir
  22. Papaco, Destilando a Cicuta.18/07/2011, 05:55

    Vou ficar muito, mas muito emocionado mesmo quando o JADER assumir, e quero ter uma foto do TRIO PARADA DURA, todos juntinhos defendendo o Pará. Olha este elenco MARIO COUTO, FLEXA RIBEIRO E JADER BARBALHO, se gritar pega ladrão fica um meu irmão ? Parsifal, Barata não é referencia pro seu nivel, me admiro de vc meu Deputado, tem horas que o senhor tem cada uma que dá licença. Pare com esse negocio de Jader.

    ResponderExcluir
  23. O Jader vai esperar até outubro, essa é a previsão.
    A justiça é morosa e agora pelo menos essa morosidade tá ajudando o mais fraco hahahahaha

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.

Postagens mais visitadas deste blog

Campanha para nomeação de Defensores Públicos aprovados em concurso

Os aprovados no concurso da Defensoria Pública do Pará, em 2009, labutam pela nomeação e, às vésperas da expiração do prazo do concurso, 23.07.2011, iniciam uma campanha para não terem as suas expectativas frustradas. No concurso de 2009 foram aprovados 148 candidatos, dos quais 56 foram nomeados e 92 aguardam nomeação. Por emenda da deputada Simone Morgado, o Orçamento do Estado, para 2011, prevê dotação para a contratação de 45 Defensores Públicos. A Defensoria Pública do Pará está recebendo, desde janeiro deste ano, os repasses financeiros já acrescido o valor da emenda citada, mas, até o momento não notificou os aprovados para nomeação, assim como não dá explicação alguma da não providência. Dos 144 municípios do Pará, 83 não possuem Defensores Públicos. Das 117 comarcas instaladas no Pará, em apenas 65 há Defensores Públicos lotados. O Grupo de Concursados requer a nomeação dos 45 Defensores Públicos para os quais o órgão possui dotação orçamentária e recursos financeiros para c...

Parsifal

Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.

Deputado Alessandro Novelino, assessor e piloto perecem em acidente aéreo

O Corpo de Bombeiros sobrevoou, de helicóptero, a área onde foram encontrados os destroços da aeronave bimotor Sêneca, de propriedade do deputado Alessandro Novelino (PMN), e lá desembarcou, através de cabos, dois policiais da corporação, que confirmaram não haver sobreviventes. Os corpos das três pessoas que estavam na aeronave foram localizados a certa distância dos destroços: o piloto da aeronave, Roberto Carlos Figueiredo, o deputado Alessandro Novelino e seu assessor parlamentar, José Augusto dos Santos. Os corpos já foram transportados, pelo Corpo de Bombeiros, para Belém e estão no Instituto Médico Legal Renato Chaves, que depois dos procedimentos exigidos os entregará às respectivas famílias. O Sêneca decolou às 8h30m de hoje (25) do aeroclube do Pará, com destino à fazenda do deputado no município de Tomé-Açu. Após 18 minutos de voo desapareceu do radar. No final da manhã os destroços da aeronave foram localizados em uma área, sem acesso por terra, no município do Acará. ...