Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Acho que a maioria de nós, eleitores (não me excluo), na verdade tenta esconder de si mesmo este pecado inconfessável.
ResponderExcluirReginaldo
Estes dados são uma tristeza, agora pergunte para o BRASILEIRO, quem matou ODETE ROITIMMAN, ou quem ganhou os BIG BROTHER da vida, duvido que ele não tenha o nome na ponta da lígua.
ResponderExcluirEste é o BRASIL, que um dia irá mudar. EU ACREDITO
Caros Deputado Parsifal,
ResponderExcluirsomente agora entendi o porquê de tanto empenho do Ministério Público em caçar a candidatura do palhaço Tiririca, é que no seu lugar entrará o patife do José Genoíno.
Confesso que prefiro o palhaço ao deputado mau caráter, mensaleiro e dedo duro.
Estuda Tiririca! Afinal não será tão difícil alcançar o nível de alfabetização do atual Presidente da República.
É para o senhor ver como os políticos são dispensáveis nas nossas vidas. Eles e nada dá no mesmo ou fica pior.
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