12/12/2016

Por ordem de preferência

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Na primeira delação vazada à imprensa, de um dos 77 executivos da Odebrecht, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da empresa Cláudio Melo Filho, 54 políticos são citados como receptores de propinas.

Era de se esperar que o PT e PMDB, não necessariamente nessa ordem, por terem sido os principais partidos da era petista, estivessem encabeçando a lista, mas o PSDB, pitando de bom moço, corria por fora e teve mais nomes citados que o próprio PT, como abaixo se demonstra.

Número de parlamentares citados por partido, na delação de Cláudio Melo Filho:

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Na sua delação Melo Filho também traduz alguns dos codinomes grafados nas planilhas de propinas da Odebrecht, revelando que o pessoal no departamento de propinas da empresa tinham humor referente afinado:

O Jornal Nacional “esqueceu” de colocar no tape mais três figuras ilustres cujos apelidos foram revelados e referidos na delação de Melo Filho.

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), era o “Mineirinho”, o ex-presidente nacional do PSDB e atual prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, era o “Kimono” (Virgílio é faixa-preta de Karatê)e o ex-prefeito de S. Paulo, presidente nacional do PSD e atual ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, era o “Kafta”.

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