06/06/2016

Dilma Rousseff desaparece do ranking das 100 mulheres mais poderosas do mundo

Os problemas políticos e policiais enfrentados pelo governo da presidente Dilma Rousseff, que culminaram com a suspensão do seu mandato por efeito do impeachment que ela enfrenta no Senado, desidrataram a tal ponto a sua liderança que ela desapareceu da lista anual publicada pela revista Forbes, das 100 mulheres mais influentes do mundo.

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Em 2015, quando a listava como a 7ª mulher mais poderosa do mundo, a Forbes já observava que ela enfrentava problemas. No ranking de 2016, publicado ontem (5), Dilma não aparece entre as 100.

Outra sul-americana que figurava entre as 100, em 2015, a ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner, também desapareceu da lista em 2016. A América Latina, portanto, só tem agora entre as 100 mais poderosas do mundo, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, que aparece no 18º lugar.

Bachelet, todavia, assim como Dilma Rousseff, enfrenta um escândalo de corrupção envolvendo seu filho e responde judicialmente a acusações de irregularidades na sua campanha.

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No ranking de 2016, da Forbes, permanece no topo, pelo sexto ano consecutivo, como a mulher mais poderosa do mundo e a segunda pessoa mais poderosa do mundo, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que há quase 11 anos governa a Alemanha com pulso firme e um lema intransigível: gastar mais do que arrecada é crime capital e pecado mortal.

A arrochada política fiscal de Merkel sustentou as finanças alemãs nos mais duros anos da recessão da União Europeia, e a elevou à líder de fato da região.

Um comentário:

  1. a imprensa e o pessoal paparica demais as mulheres, talvez isso ajudou a dilma a ser eleita.

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