29/05/2015

Toque de recolher

A fala do governador Simão Jatene (PSDB), na colagem acima, vai na contramão do que o Estado deve prover ao cidadão no quesito segurança pública e sugere a falência do aparato estatal de segurança ao opinando que o contribuinte tem que se homiziar em casa: uma espécie de toque de recolher. 

O correto, governador, é que o Estado garanta segurança às pessoas que desejam estar em lugares com grande aglomeração e tenham como hábito, ou cultura, frequentar festas até tarde da noite.

A vida noturna, além de ser aspecto cultural em todo o mundo, é uma importante atividade comercial. 

54 comentários:

  1. O Sr. Governador pode, também, é devolver nossos impostos para que possamos nos proteger mais, já que se omite da sua obrigação. É um brincalhão esse Simão Preguiça.

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  2. Parsifal, as eleições já terminaram, voce perdeu!

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    1. Pois é. Eu perdi. Mas isso não me tirou a cidadania e nem me isentou dos impostos que pago (R$ 148.278,32 só de pessoa física em 2015); continuo morando em Belém do Pará (não mudo nem sob tortura); sou notívago e adoro sair uma hora da manhã para tomar café com pão quentinho na primeira fornada da padaria e no mundo inteiro, Belém não é exceção, as festas de casamento, aniversário etc, são todas à noite.
      Aliás, o nosso governador era um homem da noite: ele tocava até as 3 da manhã quando Belém, o Pará e o Brasil eram locais menos inseguros.
      Mas você deve ter ganhado a eleição e foi ser representante do Pará na Islândia, o país mais seguro do mundo.
      Parabéns, periférico!

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    2. O Governador acaba de instituir o toque de recolher. Locais com grande aglomeração agora só sem presença, festa só matinal. As tratativas das autoridades sobre segurança pública no Pará e no Brasil em geral tem a linguagem dos horóscopos: serve pra todo mundo, mas, não resolve a vida de ninguém.

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    3. problema da situação é achar que quando um cidadão cobra do governo atitudes é ser do contra.não sou politico e muito menos empregado do governo.apenas um cidadão que quer ter direito de ir e vir sem ser molestado por marginais .hoje somos refém da bandidagem.o estado tá desamparado de segurança,saudê e educação.só sabem usar esse argumento é critica de quem perdeu.pelo amor de deus amigo.ore para que nunca alguém de sua família seja vitima da violência

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  3. Parsifal, provavelmente o povo é muito mais a favvor de leis mais duras contra o crime do que o senhor pensa: Meu raciocinio é o seguinte: as pessoas que se aproximam do senhor, pensam em obter alguma vantagem para si, para familiares ou conhecidos (seja no presente seja no futuro), então não emitem uma opinião que eles pensam que possa não agradar.

    Praticamente todas as pessoas com que falo querem leis mais duras (exceção para uma funcionaria da justiça). Certa vez quando falei da idéia de colocar os presos numa piscina com esgoto até o pescoço, uma pessoa disse: mais mais (queria que fossem mergulhados totalmente para morrer). Um conhecido meu sugeriu abrir as portas das prisões, deixar todos fugir, e metralhar todos na saída.

    É imperdoavel que não construam penitenciarias em lugares onde não há sinal de celular. No Brasil deve haver muitos lugares na zona rural em que não há sinal de celular.

    É dificil para o governador melhorar a segurança a maioria dos politicos não colabora.

    É verdade que a noite também deve haver mais segurança. Também falta esforço para que as leis sejam aplicadas em todo o territorio nacional (refiro-me a bairros onde os bandidos são a lei, e fazem até julgamentos.

    roberto

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    1. Tire o provavelmente daí. O povo É favorável a penas mais duras.
      E eu nunca falei que não é. Afirmo que leis mais duras não diminuem os índices de criminalidade. E não afirmo isso porque eu acho, mas baseado em estudos e pesquisas cientificamente comprovadas.
      Tanto faz se a pena é de 30 anos, prisão perpétua ou de morte, a criminalidade não vai diminuir por isso, pois penas não são elementos de prevenção, mas de punição.
      É baseado nessas pesquisas que a maioria dos países que adotavam a pena capital a aboliram. Nos EUA, há 20 anos, 49 estados adotavam a pena de morte, hoje são 31, e em todos, a maioria das penas de morte são convertidas em prisão perpétua.
      O que diminui a criminalidade é investimento em educação, distribuição de renda, ciência e tecnologia. A criminalidade é inversamente proporcional ao aumento do PIB do país e da geração de empregos firmes na economia. Os países que investiram nisso estão no topo não só de segurança como têm os maiores IDHs do mundo.
      Os países do Oriente Médio, que ainda aplicam a sharia, estão entre os mais violentos do mundo e nenhum deles está acima da grade 50 em todos os rankings de segurança e IDH. E eles chicoteiam, cortam mãos, enforcam e fuzilam todos os dias, porque a criminalidade é alta e não diminui. Isso sem considerar a instabilidade social gerada pelas guerras tribais entre lideres, que causam enorme violência na população, com êxodos constantes, como é o caso da Síria, que já perdeu 30% da sua população em êxodos. Portanto nenhum deles, e nem o sistema penal deles, é bom exemplo para ninguém.
      Culpar políticos pelos males que são de todos nós não é uma saída honesta. Os políticos que estão no poder no Brasil não deram golpes de estado e nem são de outro planeta. Eles foram eleitos e são daqui mesmo, saíram do meio do povo que os elegeu. Se você plantar bananeiras vai colher bananas. O problema do Brasil somos nós, o povo brasileiro, e o nosso problema jurídico não são as nossas leis, que são ótimas, mas o não cumprimento delas.
      No Brasil ninguém quer cumprir lei. Nem os políticos e nem que os elegeu. Todo mundo quer tirar vantagem de alguma coisa. Sabe qual é a maior corrupção no Brasil? A sonegação de impostos: R$ 250 bilhões por ano. E quem sonega? Políticos, comerciantes, empresários, marreteiros, médicos, advogados, engenheiros, odontólogos, industriais, e quem mais pode sonegar.
      Ah, sonegam porque os políticos roubam? Ok. São ambos ladrões. Isso é uma forma de violência.

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    2. se o povo é favoravel a leis mais duras, os representantes devem eleborar leis mais duras, ou não são realmente representantes...
      suas afirmações sobre os paises que aplicam a sharia estão em conflito com a realidade a meu ver. Diversas nações muçulmanas tem taxas de homicidio em torno de 1/10 da taxa no brasil. Tirando fora violencia politica, onde aplicam a sharia há pouca violencia. Argelia, Egito por exemplo tem menos de um decimo da. taxa de homicidios do brasil. A taxa na malasia (que não é muçulmana e onde ha conflitos religiosos) é tambem muito mais baixa. Até no paraguai ha menos homicidios do que no brasil. Abaixo um link para a wikipedia.

      E nenhuma palavra sobre a construção de penitenciaris em lugares onde o celular não chega?

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_taxa_de_homic%C3%ADdio_intencional

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    3. O povo quis a morte de Jesus Cristo à de Barrabas, um ladrão, o povo elegeu Adolf Hitler e deu suporte a ele para instituir o Terceiro Reich, apenas para ficar em dois exemplos capitais: nem sempre o que a maioria deseja é o que vai resolver um problema ou é o certo.
      Mas se você acha que deve ser assim, ainda assim, se os políticos não fazem o que o povo quer, é simples a solução: o povo troca os políticos, porque continua elegendo os mesmos? Na eleição passada, no Pará, mais de 2 mil candidatos disputaram a eleição. Sempre têm candidatos para todos os gostos e credos e o “povo” elege exatamente os que fazem o que ele não quer ou não fazem o que ele quer. Quem está equivocado nessa história afinal? Quem vota ou quem é votado? Ou os dois?
      Enquanto nós não acabarmos com esse negócio de que a culpa é do vizinho, não vamos encaminhar uma solução para essa questão.
      Não confunda aplicação da sharia com países muçulmanos. A maioria dos países muçulmanos não aplica mais a sharia. Você está totalmente enganado: Argélia, Egito e Malásia têm códigos penais contemporâneos. O Egito, inclusive, recentemente, rejeitou, através de plebiscito, uma proposta de constituição que recepcionava alguns pontos da sharia (não os penais) e continuou com o sistema republicano.
      Os países que adotam a sharia são as tiranias fundamentalistas que não dividem a Igreja do Estado, que são a minoria no mundo muçulmano. A maioria, com repúblicas instituídas, adotam o sistema dual, ou seja, recepcionam alguns elementos do Corão nos seus códigos contemporâneos. Outra parte, os chamados seculares, embora a maioria da população seja muçulmana, adotam-se na constituição como países laicos.
      Não estamos discutindo se o Brasil é, ou não violento e se o Paraguai tem menos homicídios dolosos que no Brasil (e lá não se adota a sharia e as leis são as mesmíssimas nossas, copiadas do sistema romano-germânico). O que discordamos é no método de diminuir criminalidade
      No link que você enviou, que mostra taxas de homicídios dolosos (com intenção de matar), dos primeiros 50 países com menores taxas de homicídios (lendo de baixo para cima) somente a Arábia Saudita, uma monarquia absolutista fundada em 1926 pelos Al-Saud, é que adota a sharia e está na 17ª posição, os demais não sabem o que é isso.
      Os Emirados Árabes abriram-se para o mundo ocidental e há 50 anos abandonaram a sharia, embora os países que fazem parte sejam monarquias (emir).

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  4. Este dinheiro que o Senhor pagou acho que é muito pouco para que ganha um politico. O Governo deveria editar uma Lei para que politicos não ganhem estes rios de dinheiro como é em alguns paises, com isto penso que a classe se moralizava. Não quero dizer que não tem politicos bons e honestos.

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    1. Não me confunda com os bugalhos. Como deputado o meu salário era de R$ 16 mi por mês e nunca usei nada além disso e um motorista. O imposto sobre esse valor, no ano, é de R$ 51.840. Não é muito pouco porque sou político e nem muito: é o valor do imposto. O restante é imposto por conta de outras atividades que tenho, fora os da pessoa jurídica, que também não é muito em nem pouco, é o imposto que tem que ser pago.
      Não é possível editar leis em que políticos, ou quem quer que seja, pague mais, ou menos impostos. O imposto é uma alíquota sobre a sua renda, não interessando se o que você é ou exerce. Há político desonesto porque há pessoas desonestas (os políticos não vierem de outro planeta) e há políticos honestos porque há pessoas honestas.

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  5. se o candidato eleito pelo povo faz o que o eleitor não quer, a culpa é do candidato, ele é o delinquente, se o povo reelege o candidato que fez o que o eleitor não queria, a culpa é do eleitor. Na lingua inglesa, ha o ditado: fool me once, shame for you; fool me twice, shame for me. Penso assim em principio, mas admito contestações.
    entre os paises que os enhor classifica como tendo codigos penais contemporaneos, ha grandes diferenças. Na Malasia, por exemplo, que tem em torno de 20 vezes menos assassinatos do que no brasil, dois brasileiros foram fuzilados por trafico de drogas há pouco tempo.

    Aquele país em que dá para deixar telefone celular no carro com a janela aberta, deve ser o qatar ou um dos emirados arabes, e lá dão 37 chibatadas em praça publica nos ladrões, as sextas-feiras em frente as mesquitas, depois da saida dos fieis. Eles não aplicam totalmente a sharia, mas pelo que se ve, as leis são mais severas e eficientes do que aqui. O entrevistado ainda disse que não cortam o braços, mas podem enviar para a arabia saudita para que essa pena seja aplicada.

    Aliás, penso que os brasileiros devem tomar cuidado antes de viajar para paises arabes, geralmente as leis são severas, mesmo nos que se abriram para o mundo. Tem gente presa porque comprou apartamento e não conseguiu pagar as prestações. Alias a tonica no resto do mundo é mais respeito as leis do que no brasil. Contaram-me que um brasileiro em zanzibar foi advertido que deveria colocar uma camisa, pois não era permitido andar sem camisa, ele continuou andando sem camisa e foi preso.
    No Japão, colocaram um anuncio na tv dirigido aos brasileiros lá residentes, colocaram um locutor afro descendente falando num portugues perfeito, conclamando os brasileiros a respeitar as leis, fazendo algumas advertencias, mostraram o anuncio na tv. Eu vi o anuncio, mas o vi aqui.

    A respeito do exterior, algumas coisas podem ser adaptadas aqui, outras não.

    Enquanto tiver essa tolerancia com bandidos nas cadeias, não existe sistema de educação que vá reduzir a criminalidade. Tolerancia com celulares, visitas, etc.

    O que pode ser feito mais rapidamente para combater o estado de guerra é construir presidios onde não há sinal de celular e conseguir um dietista adepta do vegetarianismo que aceite uma dieta vegetariana de baixo valor calorico para os presos.
    E mandar presos para o exterior.
    Se apenas mandassem 3 presos para a malasia (bem escolhidos), um monte de bandidos já cuidaria de ser menos violento.

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    1. Então, no Brasil, a culpa vem sendo do eleitor já há bastante tempo. Que se redima da culpa ou continue errando e batendo no peito, reconhecendo isso.
      Você continua se equivocando demais. Não foi na Malásia que dois brasileiros foram executados por tráfico de drogas e sim na Indonésia.
      Mais uma vez: não estamos discutindo dados, ou onde se pode deixar celular em carro aberto e esse negócio de "aquele país" é muito vago. Quero o nome do país para checar os dados e verificar a veracidade do "aquele", para vermos se são as 37 chibatadas que resolvem o problema e o simples fato de ter esse espetáculo na frente das mesquitas é sinal que não resolveu, pois tem gente que rouba, mesmo sabendo que vai ficar sem o couro das costas se for pego.
      Você ouve, e conta, muita estória. As pessoas quando não têm argumentos inventam alguma coisa que ocorre, sempre alhures, para exemplificar. No Japão nunca ouve o que você afirma. O governo japonês jamais faria isso. Também não é verdade que haja alguém preso, em algum lugar do Oriente Médio, por não pagar o apartamento. Até na sharia quem responde por dívidas é o patrimônio.
      Se formos levar a conversa dessa forma, eu começarei a inventar que ouvi isso no Butão, aquilo na Nigéria e assim por diante. Aí ficaremos os dois desacreditados, contando o peso do peixe sempre maior que o do outro.
      E até se fosse verdade o que lhe contaram, estaria ratificado o que eu lhe afirmo: brasileiros não gostam de cumprir leis e fazem tudo para contorná-las. As nossas leis são ótimas, mas ninguém quer cumprir.
      Não é necessário construir presídios onde não pega celular. Há tecnologia para bloquear sinal de celular, e de qualquer eletrônico, dentro dos presídios. A questão aí é que o sistema penitenciário do Brasil está comandado pelo crime organizado e isso não é problema de lei dura ou mole, e sim de cumprimento das regras e o país gerenciar bem o seu sistema carcerário.
      Não é possível mandar presos para o exterior. Nenhum país aceita presos do exterior. Cada um que cuide do seu delinquente. A Malásia já tem os dela para cuidar.

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    2. a informação dos cidadãos presos em um pais dos mais modernos do oriente tem tudo para ser verdadeira, e ocorreu com no minimo um frances. Quanto a mandar presos para o exterior, eu imagino como um negocio para o outro pais, o brasil terá que pagar. Como há muitos paises pobres no mundo, acho que não dave ser tão dificil, o maior obstaculo é interno. Se a Indonesia não quer, quem sabe a Mongolia, o Tadjiquistão., etc. Tem mais de 200 países no mundo e mais de 100 são muito pobres.

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    3. Enganado de novo! A mulher francesa (Sofia), não foi presa: apenas disseram para ela que ela poderia ser presa. Disseram. E ela, como você, de boa fé acreditou no que disseram, sem checar se era verdade.
      Esqueça, ninguém aceita exportação de presos, só commodities. Eles já têm um enorme problema com o que se virar. Como você mesmo diz, são pobres e têm os seus próprios criminosos para dar chibatadas, jogar em piscinas de excrementos e juntar gente para dar vaia.

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  6. neste site, do new york times, na quarta linha esta escrito que pode ir para a cadeia por não pagar prestaçao de apartamento em dubai.
    Eu posso me enganar, confundir malasia com indonesia, mas não invento.

    http://www.nytimes.com/2009/02/12/world/middleeast/12dubai.html?pagewanted=all&_r=0

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    1. Mais uma vez você está totalmente enganado!
      Sugestões
      1. Não leia uma matéria só pela metade.
      2. Se você não tiver fluência em tradução de uma língua estrangeira, não tente argumentar a partir de algo lido em língua estrangeira.
      3. Não lei apenas uma fonte: cheque em, no mínimo, outras duas.
      Não há prisão por dívida em Dubai e em nenhum dos Emirados Árabes. Eis o que diz a matéria que você forneceu o link:
      Quando o boom da construção civil começou em Dubai, milhares de estrangeiros se mudaram para lá e financiaram apartamentos, carros, e outros bens para fixar residência.
      Em 2009, quando a crise econômica mundial afetou os emirados, os estrangeiros começaram a ser demitidos e saiam do país deixando as dívidas. Como os financiamentos eram garantidos pelo governo (emir), quando o estoque da dívida alcançou a casa do bilhão o emirado começou a deter quem emitia bilhetes de saída (debtors’ prison) para forçá-los a ficar, trabalhar e pagar a conta (trabalho similar à escravidão, condenado por resolução da ONU da qual os emirados são signatários).
      A Justiça do Emirado começou a conceder habeas corpus aos detidos, houve pressão internacional (EUA, Inglaterra e França ameaçaram congelar os fundos do emirado depositados em seus territórios).
      O emir recuou e encerrou as prisões por dívidas, que eram, de fato, arbitrarias, e instituiu a cassação dos vistos de quem fosse demitido e não pagasse as dívidas, deportando-os
      O caso que o New York Times exemplifica (Sofia) é de uma moça que foi demitida (laid-off) e se enquadrava na deportação. Aí disseram para ela (disse-me-disse) que ela ainda poderia ser presa (“If I can’t pay it off, ‘I was told’ I could end up in debtors’ prison.” = “Se eu não puder pagar, me disseram que ainda posso ir para a prisão dos devedores”). “Disseram”, mas não era verdade, porque a “debtors prison” já havia sido destituída por pressão internacional sobre o emirado.
      Al Maktoum, o emir do Catar, ainda tentou mais uma manobra para não assumir o prejuízo, que alcançou US$ 5 bilhões: para respaldar a “debtors’ prison”, enviou ao Corpo Legislativo um projeto de lei (draft = esboço; law = lei. Draft Law = Projeto de Lei) instituindo a prisão de estrangeiros que visassem abandonar o país sem quitar as suas dívidas.
      Mas isso também não deu certo e não foi aprovado, também por pressão internacional, porque feria a resolução da ONU, assinada pelo emirado.

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    2. o caso do frances preso aconteceu há mais tempo atras. No link que coloquei ha o caso de uma britanica que tinha medo de ser presa por divida.

      Então se não existe mais a debtors prision, então ela já existiu.

      sua tradução: "“Disseram”, mas não era verdade, porque a “debtors prison” já havia sido destituída por pressão internacional sobre o emirado."

      já havia sido destiruida? então existiu antes de ser destituida;

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    3. parece ue o nobre deputado está se esforçando mais para provar que não sei defender minhas opinições do que em verificar se elas estão corretas ou não.
      no site abaixo do dia 31 de maio de 2015, os especialistas recomendam mais cuidado para aqueles ue fazem dividas nos emirados (ou no qatar, não lembro) e tentam escapar para outros paises. Concluo que a prisão por dividas ainda existe.
      Na wikipedia também diz que há prisão nos emirados arabes, mas não vi data.
      a informação do preso franes eu vi em jornal, não foi na internet.
      não deixe de ler esse link:

      http://gulfnews.com/news/uae/general/debt-trap-in-uae-to-repay-or-to-run-away-1.1357579

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    4. abaixo um link em portugues, da uol, sobre uma ferrari abandonada por um endividado que fugiu para não ser preso. Foi em 2012.
      Outrossim, ha paises pobres com baixa criminalidade graças a leis mais severas. eu disponho de mais informações via jornal do que via internet.

      Me esforço para que o nobre politico não tenha ilusões a respeito de segurança publica.

      Esse preferiu fugir depressa:

      http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2012/04/23/apos-ser-abandonada-e-ficar-coberta-de-po-ferrari-sera-leiloada-nos-emirados-arabes-unidos.htm

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    5. 19:04

      Meu Deus! Você confunde até o que envia. O que você enviou é o caso de uma francesa (Sofia) e não de um britânico. E nunca teve caso de francês algum preso “há mais tempo atrás (sic)".
      Sim, as “debtors’ prison” houveram por um curto tempo, mas foram uma medida arbitrária, jamais existentes no sistema legal, e estamos tratando de leis, pois não?.
      Aliás, nós estávamos, em algum momento, tratando se penas mais duras diminuíam criminalidade, o que você acha que sim e eu não. Não precisaria você tentar fundamentar a sua acepção de forma tão equivocada: você ainda não conseguiu demonstrar nada do que você tenta, porque os seus exemplos são falsos. Não porque você os quer inventar, mas porque se equivoca na pesquisa.

      19:20
      Não precisa se esforçar para destituir seus fundamentos: basta ler o link que você envia para ver que é falsa a sua argumentação. E não é possível discutir sobre argumentação falsa.
      Procure uma verdadeira e poderei tratá-la sem destitui-la.
      Por favor, leia o que você envia. O link que você envia não trata de prisão por dívida e versa sobre as dívidas contraídas em Dubai poderem ser cobradas no Catar. Claro! Dívida não tem fronteira.
      Se eu for para o Afeganistão, contrair dívida lá e vir embora para o Brasil, o estabelecimento onde fiquei devendo pode me executar aqui no Brasil. Dívida sobrevive até à morte do devedor e passa para os herdeiros.
      Não, a Wikipedia não diz que há prisão por dívidas nos emirados, porque não há. Já lhe expliquei o que houve: uma arbitrariedade do emir que não deu certo.

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    6. 19:46

      O caso narrado pelo UOL, mal e incompletamente traduzido da imprensa britânica, não narra caso de prisão por dívida civil.
      O dito cujo fugiu de Dubai para não ser preso (isso foi em 2012, e as debtors’ prison ocorreram em 2009) não por dívida civis, mas dívidas com o governo do emirado.
      E que dívida era essa? Multas. A Ferrari tinha mais de US$ 30 mil em multas e não pagar multas de trânsito é crime em vários países do mundo, inclusive nos EUA (no Brasil é contravenção), por isso, se um estrangeiro comete tal crime é preso e só sai mediante fiança ou pagamento da multa, e se foge do país é colocado na lista da Interpol.
      Eu tenho sim ilusões a respeito de segurança pública. Quero viver em um país seguro e o mínimo violento possível (há alguém que não quer?).
      Como chegar a isso é um caminho que precisa ser trilhado sem a selvageria que queremos combater e sem o comprovado equívoco de que endurecer penas diminui a criminalidade.
      Como eu já lhe disse, podem instituir a pena de morte e isso não diminuirá em um milésimo os nossos índices, porque a causa é outra e a prova disso está nos milhares de compêndios que você pode acessar e ler, com dados científicos, e na aceitação disso por todos os países que estão entre os 20 mais seguros do mundo.

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    7. no link que enviei consta esse texto:

      "Muitos estrangeiros saem do país para evitar a prisão – já que ter dívidas é crime nos Emirados Árabes – e são colocados na lista de procurados da Interpol pela pressão de autoridades locais."

      encontrei na widipedia referencia a prisao por divida, mas não coloquei o link porque não constava data.
      o link da gulf news também mostra que há prisão por divida.
      não acredito que só houve prisão por divida por um curto tempo. Pode ser que em algum emirado tenha mudado, mas estão dando conselhos para evitar a prisao no site do gulfnews, que é recente.
      muita gente age para que o pais não seja seguro, alguns deputados, juizes e advogados por exemplol. Fatos são fatos.

      N paises são mais seguros que o brasil, infelizmente não há nenhum onde se fale o portugues e ao mesmo tempo haja receptividade para imigrantes.

      Furtaram aboboras e bananas de minha horta, então a classe juridica e da segurança deste país não vale nada, não é uma opinião logica?
      Não coloquei nada de irreal.

      mas eu não defendo que no brasil se coloque caloteiros na cadeia, ocorre que o nobre deputado quer desqualificar tudo que afirmei, e a meu ver eu coloquei coisas importantes.

      abaixo sobre o tadjikistao ou quirkistao.



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    8. O texto da UOL está mal traduzido e incompleto. A prisão é por dívida de multa, o que é crime.
      Envie-me o link da Wikipedia e pesquisarei a origem. Não tenho dificuldades para pesquisar, pois passei 20 anos da minha vida acadêmica fazendo isso.
      O link da Gulf News não mostra que há prisão por divida. Sequer fala em prisão, e sim em cobrança de dívidas feitas em Dubai em outros países.
      Você não acreditar é uma coisa (podemos acreditar no que quisermos) e existir é outra. Pesquise melhor. Acesse sites de direito comparado. Se você quer discutir e fundamentar, estude, pesquise exaustivamente. Há muito material de direito comparado na internet. Coisa séria. A Wikipedia é ótima, mas não acredite em tudo que há nela, pois nenhum dos seus textos são certificados e são escritos por pessoas sem credenciamento científico.
      Sim, muita gente age para que o Brasil não seja seguro: os brasileiros, que insistem em não respeitar as mais comezinhas leis e querem se dar bem com tudo. Se não mudarmos a mentalidade do brasileiro não mudaremos o Brasil, porque os políticos, e todos os que você citou, não vieram de Marte.
      Não é um pensamento lógico terem furtado banana na sua horta e isso significar que a classe jurídica e de segurança não vale nada. Significa que um ladrão entrou na sua horta. Você emitir opinião pejorativa sobre a causa não é lógica é mera revolta e isso tem provimento de razão, claro.
      Não, não desejo desqualificar o que você afirmou, apenas destituir os fundamentos que você usou para o que você afirmou, porque são falsos e sem base científica alguma.
      Você querer que haja prisão por dívida é a sua opinião. Não precisa fundamentá-la em equívocos pois aí a sua opinião se desqualifica. Opiniões devem ser respeitadas e as respeito, mas não concordo com elas, não as professo, e não contarão jamais comigo para defender o que não vejo consequência para resolução do problema que ambos os dois, e o Brasil inteiro, quer ver resolvido.

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  7. veja isto, Parsifal, no Qatar condenaram indiano a 40 chibatadas por dirigir embriagado. Eu pesquisei, coloquei stealers entre os termos pesquisados, mas apareceram na primeira pagina apensa casos de estrangeiros embriagados. Não sera porque os locais sabendo o que os espera, não roubam?

    http://www.ndtv.com/world-news/indian-sentenced-to-40-lashes-in-qatar-575384

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    1. Em quem lhe falou que os locais do Catar não roubam?! Há crimes no Catar. O país sequer um dos 10 mais seguros do mundo. Mas o emirado é bem colocado na posição geral: em índice de homicídios dolosos ele está em 13° e em índice de segurança geral em 12°.
      Mas isso é porque dão 40 chibatadas em quem dirige embriagado? Absolutamente não, mas sim porque o Catar, com um PIB de US$ 323 bilhões (2014) e uma população de apenas 1,9 milhão de habitantes (menos que a região metropolitana de Belém!), tem um PIB per capita de US$ 144 mil, é um dos países mais desenvolvidos do mundo.

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  8. há paises pobres onde ha muita segurança.
    não peça para que eu prove, cabe aos polilticos procuram sistemas melhores. Do jeito a que a coisa chegou, tudo o que juristas brasileiros escreveram é lixo.

    um sujeito deu uma entrevista a um jornal do interior, onde ele trabalha numa grande empresa. Por algum tempo, ele trabalhou em um pais ao norte do afganistao, no quirguistao ou tadjiquistao, não lembro, não tenho assessor pago para aperfeiçoar meus estudos. Lá é muito seguro, ele diz, apesar da pobreza, não há violencia, só pequenos furtos. Quem não é bobo não comete violencia lá, disse ele, as prisões ficam no meio do deserto, no verão falta agua e a temperatura vai muito além dos 40 graus e no inverno é extremamente frio, não lembro de é 30 ou mais graus abaixo de zero, e não tem calefação. Quem não é bobo ou maluco não comete violencia lá, disse o sujeito que lá trabalhou por algum tempo.
    Certa vez um estrangeiro me disse que nos andes há muitas regiões pobres onde não ha violencia. A confrmar.
    nos estados unidos, onde o numero de mortes por tiros é apenas 3,7 vezes menor do que no brasil, há memos vantagens indevidas para quadrilheiros. Podem algumas informações aplicarem-se a apenas alguns estados, mas lá vai:
    familiar de preso não tem direito automatico de visita, as autoridades podem impedir que familiares visitem o preso se acharem que a visita não ajude na recuperação. Acho que isso e um detalhe que pode fazer a diferença entre o inferno e o paraiso.
    não há visita intima (concordo que antes de proibir é necessario colocar todo mundo em ceas individuais.

    Parsifal, vc parece defender o sistema juridico atual, ele fracassou, não presta, é lixo.

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    1. Nenhum dos países mais pobres do mundo está no topo dos rankings de segurança pública da ONU, ou seja, você está certo e a ONU, além de todas as instituição que colhem dados mundo afora estão errado.
      Mas já que não precisa dar fontes, eu também tenho um amigo que trabalhou no Sul do Sudão, ou Butão, não lembro, que me disse que lá eles matam as pessoas e bebem o sangue, por isso todo mundo tem medo de ter sangue e se drenam antes de sair nas ruas (você não precisa ter assessor pago para lembrar de alguma coisa: só precisa de boa memória e estudar).
      No Sudão, ou Butão, as prisões são no meio do Oceano, embora lá não tenha Oceano, mas quem comete crimes lá eles matam afogado no Oceano que não existe.
      Um estrangeiro, também me disse certa vez, que nos Alpes ninguém esquia, pois lá todo mundo é rico e eles pagam assessores para esquiar por eles.
      Bem, o que eu vou dizer pode servir apenas para algumas cidades, mas lá vai: nos EUA o preso tem que plantar bananeira na cadeia e se o diretor não gostar da banana o preso é executado na frente das visitas que ele recebe.
      É verdade, o sistema jurídico atual do Brasil é lixo não presta. É o tal de sistema jurídico Romano-Germânico, adotado em toda a América Latina, toda a Europa Continental, parte da Ásia (exceto partes do Oriente Médio) e cerca de metade da África. E a Alemanha, cujo sistema jurídico serviu de base para o nosso (copiamos todos os nosso códigos dos deles), um dos países mais seguros e desenvolvidos do mundo, também tem que jogar os seus códigos no lixo.

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    2. nosso sistema juridico copiado da alemanha, ha ha ha...
      tenho alguns exemplos de como ocorre o trabalho da policia.
      o futebol da seleção tb é semelhante ao da seleção alemã, baseado nos mesmos principios, ha ha ha...
      se levamos 7 x 1 no futebol, no funcionamento da policia e justiça levamos de 20 x 0.
      Certamente o sistema está longe do que eu gostaria que fosse no brasil, mas lá há muitos muitos juizes, o que diminui as mas consequencias de um judiciario imperfeito. Não sei se ganham tanto como aqui, apostaria que tem um salario mais proximo da media do que aqui. Não estou dizendo que ganhem menos que aqui, estou dizendo que seus salarios devem estar mais proximos dos dos outros trabalhadores.

      Por aqui, do jeito que as coisas funcionam, nem com 1 milhão de juizes iria funcionar bem.

      Vc está muito valente nas suas afirmações, Parsifal. Se eu digo que vi na tv um anuncio feito no japao incitando os brasileiros a não cometer delitos, ninguém pode afirmar que tal não ocorreu. Quem viu também pode confirmar que que o video existe. Quem não viu não tem como saber se é verdade. Só Deus é onipresente para poder contestar e dizer que algo não existiu. Eu não disse quem pagou o anuncio, nem sei, não pode ser a associação dos supermercados?

      Celulares, não acredito na sua alegação de que existem equipamentos para bloquear. Li em jornais que não é assim. As empresas de celulares tem tecnologias diferentes, algumas não são bloqueadas. E ainda que fosse facil bloquear, o fato é que isso não está sendo feito. Por essa resposta, até parece que o nobre politico está do outro lado.

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    3. Não confunda sistrema jurídico com futebol e nem com sistema judiciário. Não se trata de valentia. Não posso afirmar como fundamento de uma argumentação o que eu não posso demonstrar, ou a teses descamba para conversa de pescador.
      O governo japonês jamais faria um vídeo desse. Envie-me o link do vídeo e poderemos verificar o que ele é na verdade. Se você não pode demonstrar não deve usá-lo como argumentação.
      Claro que existe bloqueio de celulares, e não é nada moderno. A cadeia de Farad existe há muito e um dos seus efeitos é isolar transmissão de ondas. Se uma é bloqueada, todas são, pois os celulares nacionais usam apenas um tipo de onda, em embora com três tipos de frequências diferentes.
      Se não está sendo feito é outra história e eu já tratei disso aqui. O sistema penitenciário está dominado pelo crime organizado.
      A sua última frase descambou para a descortesia pura e simples.

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  9. "e quem lhe falou que os locais do qataar não roubam?"

    quem falou foi um brasileiro que lá vive e trabalha que eu vi na tv.
    A palavra dele até razão em conyrario vale mais do que a de qualquer jurista, phd em direito, juiz, advogado, etc.

    eu NAO disse nenhuma vez que sou a favor de prender caloteiros, apenas não gosto de ver a verdade passar por mentira. E falei no assunto para os leitores tomaresm cuidado ao viajar para esses paises, lembrando dos descuidados que fizeram coisa ruim na indonesia.

    educação não influi tanto na segurança publica, é uma faca de dois gumes, pode ajudar ou prejudicar. Mas uma boa educação é uma meta boa por outros motivos , só que esperar que a educação diminua a criminalidade é uma ilusão.

    e não podemos esperar, a ccriminalidade e a grossura precisam diminuir nas proximas horas. Quem quer apostar na educação como meio de reduzir a criminalidade, melhor faria se fosse para o rotary, lions (eu já disse isso para um candidato de meia duzia de votos (conhecido) que pensa como o senhor), alguma instituição beneficiente e deixasse a politica para quem quer resolver problemas com mais rapidez.

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    1. Os governantes do Catar são uns mentirosos, pois são eles que fornecem os dados para a ONU, dos roubos, furtos e homicídios que acontecem lá e os coloca no 13ª posição inversa de homicídios dolosos, acima de 12 países. Se os governantes do Catar descobrirem que esse brasileiro os desmentiu na TV, com certeza vão mandar dar uma chibatadas nele.
      De fato, a criminalidade e a grossura precisam diminuir no Brasil, nisso concordamos plenamente.
      Mas quem lhe disse que o Rotary e o Lions são agentes educativos?! Eles são instituições de prestação de serviços sociais.
      Você, como o cara da TV ao falar uma inverdade, disse uma incongruência ao político com poucos votos. Devia dizer para ele ir para Harvard.
      Há uma bancada da bala no Congresso, que defende posições como a sua (mas eles defendem educação também), mas pegue a parte da bala e os propague, é a democracia: vota-se em quem pensa como nós.
      Eu faço parte de várias instituições beneficentes e da política também: sou um cidadão que pensa diferente de você e só por isso não me sinto no direito de lhe aconselhar a deixar o Brasil e ir morar no Catar.

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    2. é porque se forem para o rotary e o lions as pessoas que dizem acreditar que com eduação se melhora a segurança publica farão menos mal a nação do que se forem para o congresso.
      No rotary e no lions se distribuem bosas de estudo, atividade inofensiva em relação a leis que favorecem bandidos como a sua turma fez em 2003, admitir progressão de pena sem precisar passar por uma junta.

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    3. Ainda acho melhor você os mandar para Harvard, pois como eu estou no meio dos que você quer despachar, prefiro ir pra lá, pois no Rotary ou no Lions, nós ainda vamos ficar por aqui, influenciando as decisões do Congresso, mesmo fora dele.
      Aproveite e mande a Igreja Católica de volta para o Vaticano e faça uma resenha de todas as instituições que pensam diferente de você neste quesito para também mandar embora.
      De fato, me convenço a cada dia, que educação é algo imprescindível. Estou falando, agora, daquela educação que dá às pessoas condições de conviver com as diferenças e não tentar destruí-las.

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  10. "envie-me o link da wikipedia e pesuisarei sua origem"

    aqui está, não o coloquei antes para não discutir datas.

    veja o paragrafo sobre united arab amirates

    http://en.wikipedia.org/wiki/Debtors%27_prison

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    1. A própria Wikipedia já avisa, no início do artigo, que ele pode ser improcedente (This article's factual accuracy is disputed), por muitas dúvidas levantadas sobre a sua acuidade.
      Na verdade, o artigo faz um histórico bom sobre a origem das Debtors' prison em, diversos países, até meados do século XVIII, quando esse instituto começou a declinar até ser abolido definitivamente, restando apenas vigente a prisão por dívidas advindas de multas ou sentenças judiciais penais, o que ainda confunde muitos leigos que entendem como sendo pura prisão civil por dívida.
      No Brasil também vige a prisão por dívida oriunda de não pagamento de multa ou ressarcimento por sentença judicial. Recentemente, os presos do mensalão que formam condenados a multas e ressarcimentos, só puderem progredir de regime (para prisão domiciliar) depois de pagarem a multa e o ressarcimento, ou permaneceriam presos.
      De fato não há a data no que toca à parte onde há referência aos Emirados e poderíamos dizer que o artigo poderia ter sido editado em 2009, quando isso ocorreu em Dubai. Mas, se você ler com atenção, irá verificar que no final do artigo há duas fontes (13 e 14) no qual o autor se baseia para dizer que há prisão por dívida nos Emirados e as duas são falsas.
      A “13”, adivinhe, é a fonte que você passou antes, do NYT, onde a Sofia declara que “disseram” para ela que poderia ser presa.
      A segunda fonte, “14” (bingo!), nos traz uma luz na confusão que a imprensa precipitada cria e as pessoas acreditam porque há uma tendência em acreditar, sem pesquisar e checar, em tudo que a imprensa publica e a pessoa que colocou o parágrafo dos Emirados na Wikipedia só errou porque não leu o artigo todo, ou não leu direito.
      O artigo, do The National, localizado nos próprios emirados, escrito por Wayne Arnold, primeiro faz um histórico das Debtors' prison (como o da Wikipedia), e elucida o que são algumas prisões que se alegam no Ocidente como por dívidas civis: emissão de cheques sem fundos para pagamentos de hipotecas ou financiamentos.
      A prisão aí não é pela dívida e sim pelo estelionato, no qual a emissão de cheque sem fundo, em abstrato, se enquadra. Aliás, isso também é crime no Brasil, desde que fique comprovado que a emissão foi com o intuito de obter vantagem ilícita para si. A pena para emissão de cheque sem fundo, caracterizado com estelionato, no Brasil, é de 1 a 5 anos.

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  11. Ricardo, o algoz30/05/2015 23:12

    Eterno blogueiro, as custas do erário, me dá nojo dos políticos do Pará.

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  12. Parsifal, você não existe mesmo. Só você com tanta paciência, e perdendo tempo, discutindo com um bando de loucos! Tem um aí que eu li que defende uma pena de mergulhar o criminoso em uma vala de merda e chamar um bocado d gente para bater palma! Égua mano! Essa vai pro caderninho de anedotas.
    Tu tem certeza que esses caras não são membros disfarçados do Estado Islâmico? Se eles te pegarem na rua cortam o teu pescoço em praça pública para dar exemplo.
    Te cuida Parsifal!

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  13. o que eu não posso demonstrar eu posso sim usar como argumentação perante quem é representante do povo. Eu estou dando informações para que o nobre politico posso cumprir melhor seus deveres, assmi como quando se tem uma informação sobre um crime a gente telefona para a policia sem provar nada.
    Vc esteve lá, o que fez para que o crime organizado deixasse de dominar o sistema prisional? o que fez para que a educação diminuisse a criminalidade?, cabe lembrar que estamos no decimo terceiro governo do pt e a criminalidade só aumentou.

    eu não preciso provar, o cidadão Parsifal não precisa provar nada, mas o politico Parsifal precisa provar.

    eu já disse que a incitação aos brasileiros residente no japao eu vi na tv, acrescento que faz muito tempo. Dou mais informações para o senhor cumprir melhor seus deveres: no japão eles acreditam em recuperação de presos e trabalham para recuperá-los. Mas os presos são proibidos de falar uns com os outros,porque eles acreditam que eles precisam rfeletir sobre seus erros. Os deslizes na prisão são punidos seeveramente com torturas, há uma especie de camisa de força ou caixinha japonesa que os brasileiros de lá conhecem bem, dizem que é terrivel.

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    1. Para desenvolver uma conversa séria, as argumentações precisam ser demonstradas ou a tese é inepta. Você não liga pra polícia para dar uma opinião e argumentar que está certo.
      Se me proponho a opinar, tenho que demonstrar os fundamentos da minha argumentação e você da mesma forma. O fato de você não ser político não lhe isenta de responsabilidade com o que você quer opinar.
      Não existe incomunicabilidade nas prisões japonesas. Já visitei prisões no Japão, na Áustria, na Rússia, nos EUA e até na Líbia (isso já foi assunto de postagem aqui) e todas têm refeitórios coletivos e áreas de socialização dos presos. A incomunicabilidade, como no Brasil, pode ser aplicada individualmente, se o preso é de alta periculosidade ou se infringe alguma regra da prisão.
      O deputado estadual não tem prerrogativa constitucional para legislar sobre direito penal e nem sobre o sistema penitenciário: isso é prerrogativa constitucional exclusiva do Congresso Nacional.
      Não Imagine que apenas os políticos são responsáveis pelo país. Os responsáveis somos todos nós. Os políticos não vieram de outro planeta e saíram do meio social em que vivemos, eleitos. Se a mentalidade do povo brasileiro não mudar os políticos não mudarão.
      A minha vida é ligada à educação. Sou o que sou e tenho o que tenho porque o meu processo educacional me proporcionou isso e todos os meus amigos de infância que conseguiram se graduar estão em situação econômica bem melhor do que aqueles que não conseguiram.
      Antes de me graduar em advogado e engenheiro eu já era professor. Fundei, juntamente com amigos que pensam como eu, o segundo grau em Tucuruí e lecionamos de graça por um ano e hoje Tucuruí tem o segundo grau pleno, embora, como de resto do Brasil, ainda precário pedagogicamente. Pós graduei-me, conclui doutorado, e lutei para que se implantasse em Tucuruí o IFPA, construí a sede e doei à instituição, a Uepa também construí a sede, e a UFPA, reformei o prédio onde se instalou.
      Fui professor universitário e lecionei, de graça, em curso de preparo para vestibular para alunos que não podiam pagar, institui ajuda de custo para alunos que passavam em vestibular nas capitais e não podiam custear a vida fora.
      Fui defensor público e fiz mais de 150 tribunais de júri em todo o baixo-Tocantins e sul do Pará, para dar solução a presos de justiça que apodreciam em delegacias, esquecidos pelo sistema. Atuei como defensores dativo em mais de 3 mil processos. Construí a sede da Defensoria Pública em Tucuruí e a doei para a instituição. Fiz parte da comissão que equiparou os vencimentos dos defensores públicos aos dos procuradores e emendei o orçamento para que a Defensoria tivesse recursos para a interiorização.
      Consegui verba para construir a penitenciária de Tucuruí. Hoje, infelizmente, uma penitenciária feita para 100 detentos, abriga o triplo e não há como alguém sair de lá recuperado. Se alguém chegar lá e perguntar para um apenado se ele prefere estar lá ou ter levado 200 chibatadas em praça pública e ir pra casa, ele escolheria o chicote.
      Visito penitenciárias onde vou, pois embora não tenha sido essa a minha tese de doutorado, estudo o assunto há mais de 20 anos e umas das piores realidades prisionais do mundo é a do Brasil.
      Ajudo em todos os eventos de socialização de presos e faço doações mensais a institutos de educação beneficentes.
      Minha vida, não somente política, mas como cidadão, tem parte dedicada a isso, tanto faça eu ter, como não ter mandato. Pois antes de tudo sou brasileiro e acredito que o problema e a solução do Brasil é o brasileiro.
      Não precisamos inventar novas leis e nem a quadratura do círculo. Para termos um Brasil como imaginamos, basta que todos nós, políticos ou não, cumpramos as leis existentes. Cidade limpa se deve a duas coisas:
      1.A um povo educado, que não suja a cidade.
      2.A um eficiente serviço de coleta pública.
      País seguro é país educado e desenvolvido.

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  14. conheço um sujeito de mentalidade parecida. Ele disse que está dando aulas para um moça pobre que pretende cursar direito, ele acha que com isso está dando sua contribuiçao para melhorar o pais, ele deve ter 70 anos. Ele me disse que na constituição está escrito que o brasil deve ajudar as nações mais pobres da america latina, por isso se justifica a tolerancia do brasil com algumas diatribes do evo morales, mas eu não acredito que isso esteja escrito na constituição. Penso que o sujeito não colabora em nada para melhorar o pais. A moça que ele ajuda se for eficiente vai ganhar mais que os outros mas não vai somar nada para a coletividade, pois não faltam advogados. Se ele ensinasse uma pessoa a sentar tijolos estaria ajudando mais o pais. De boas intenções o inferno está cheio.

    então suas opiniões decorrem do grande contato com presos, o senhor conhece um lado da violencia, tem pouco contato com o outro, daí suas opiniões assimetricas.

    vi um site em portugues com as regras nas cadeias japonesas, mas não vou trabalhar para por o link pois parece que o nobre politico gosta de rejeitar a verdade. MAS OS BRASILEIROS LÁ SOFREM, e a lingua cria dificuldades adicionais. Há visitas sim mas há punições para quem abrir a boca fora das regras, tem que pedir licença, etc.

    então o senhor ajudou muitos presos, mas não ajudou a diminuir a criminalidade. Sua receita educacional seria util se todos pudessem ser profissionais de nivel superior, se fosse possivel viver sem cozinheiros, motoristas de caminhao, trator, etc. Mas localmente as atividades educacionais suas foram uteis, eu penso.

    Olhei um site a respeito de bloqueio a celulares, trata de são paulo, custa muito caro, requer acompanhamento constante para funcionar direito. Pagaram mais de 1 milhão por cadeia e precisam pagar mensalmente uma empresa para operar. Percebi logo que é só subornar os funcionarios da empresa terceirizada para furar o bloqueio. Quem leva a integridade fisica da população a serio vai lutar para construir cadeias em area sem celular para acabar com essa pouca vergonha de chefões estarem controlando trafico, darem ordens para matar, para queimar onibus, etc. de dentro da cadeia.

    Penso que os deputados estaduais podem ter influencia na construção de penitenciarias, podem fazer leis que facilitem a construção, e muito mais.

    eu ja viajei muito em onibus ao lado de presos que saiam de dia para trabalhar, percebi que a socialização entre eles só reforça sua criminalidade. Eles estavam muito integrados, mas...
    para o senhor todos parecem anjinhos porque o senhor vai lá ajudar.

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    1. Se esse senhor que ensina a moça dizer a ela que está escrito na Constituição que o Brasil tem que ajudar os países pobres da América Latina, ela já está reprovada em Direito Constitucional, pois isso, de fato, na está escrito lá.
      Tanto quem ajuda alguém a ser advogado, quanto assentar tijolos está prestando serviço à coletividade e fazendo a sua parte. O Brasil tanto precisa de advogados quanto de pedreiros.
      E se você acha que é melhor ensinar a assentar tijolos, obrigado: formei mais de 50 turmas de pedreiros, carpinteiros, mecânicos, recepcionistas, costureiras e todos os demais cursos profissionalizantes que pude levar aos municípios. Agora mesmo, vamos começar uma turma de capacitação em atividade de filetagem: 60 vagas.
      Somos livres para escolher o que queremos ser. O país tem que dar as oportunidades.
      Não hesite em demonstrar o que diz, mas, de fato, sou rigoroso com argumentações equivocadas: se a planta é bananeira e me aparecem com manga, refuto e demonstro o porquê.
      As prisões japonesas são rigorosíssimas, estão entre as mais rigorosas do mundo, mas não existe a regra de um preso não poder falar com outro e nem receber visitas: isto é pura invenção.
      Brasileiros sofrem em qualquer país estrangeiro por dificuldades de língua e diferenças culturais, e não só no Japão.
      Claro que bloquear celulares custa caro e requer manutenção. O seu carro custa caro e requer manutenção. Você viver custa caro e requer manutenção. Investir em segurança pública custa muito caro e requer manutenção.
      E não seria preciso bloquear celulares se as regras fossem cumpridas: não entrar celular na prisão. Se as regras não forem cumpridas não adianta instalar bloqueadores, matar quem opera o bloquei etc.. porque tudo será burlado, e se matar todos os funcionários da empresa outros virão e serão subornados de novo. O problema está onde então? Em nós, brasileiros, que não queremos cumprir regras e queremos levar vantagem em tudo.
      Não, preso nenhum parece, e nem é, anjinho. São verdadeiras máquinas de delinquência porque a prisão é uma escola de criminalidade da forma como é feita no Brasil. E sabe quem os criou assim? Alienígenas de outra galáxia? Não. Nós, o sistema penal brasileiro. E sabe porque a criminalidade não diminui com cadeia? Porque quando prendemos no atual sistema, quem entra lá no jardim de infância sai pós graduado no crime e quer pegar você, eu e quem esteja na frente. Formamos bandidos para nos assaltar.

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  15. " Se alguém chegar lá e perguntar para um apenado se ele prefere estar lá ou ter levado 200 chibatadas em praça pública e ir pra casa, ele escolheria o chicote"

    o nobre politico e advogdo sempre querendo reduzir as penas....

    isso de levar chibatadas e ir para casa não deve existir em nenhum lugar do mundo. Leva chibatadas e volta para a prisão.

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    1. Não. Você não conhece a Sharia e nunca leu o Alcorão, onde está fundamentada a legislação pura islâmica.
      As chicotadas são as penas finais. A pessoa fica presa durante o processo e ao final, se a sentença são chicotadas, ela recebe a pena e está terminado.
      Para roubo, por exemplo, a Surata 5:38 (Surata corresponde aos versículos da Bíblia e aos artigos no Código) estabelece como pena o corte das mãos, que pode ser convertido em chicotadas ou vergastadas, dependendo da gravidade do roubo.
      Ocorre, muitas vezes, de um apenado estar preso aguardando o processo e ser condenando a 50 chicotadas. Ao levar a 10ª chicotada pode desmaiar. A pena então é interrompida, o apenado volta à cadeia e assim sucessivamente até que tenha tomado todas as 50 chicotadas e cumprido a pena, quando então está livre.
      Por favor, pesquisem antes de escrever o que simplesmente lhes vem à cabeça. Se querem citar ou arguementar algo que venha do Alcorão, leiam o Alcorão, com atenção, antes. Ele está disponível nas livrarias, ou, de forma mais resumida, no link http://www.ibeipr.com.br/ibei.php?path=alcorao
      É uma leitura longa, como a Bíblia, mas se querem argumentar com ele, ou com a Bíblia, leiam.

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    2. eu não falei em alcorão.
      ontem numa rapida leitura, vi que um medico foi condenado a um monte de chibatadas por viciar a princesa em morfina, levou as chibatadas em longas prestaçoes.
      os paises muçaumanos não tem legislação igual.
      quando cortam o braço, acho quase evidente que o deixem ir para casa. Mas a maioria não faz mais isso.

      mas quero desfazer um possivel mal entendido: quando falei em colocr os presos numa piscina cheia de esgoto até o pescoço, eu pensei que todo mundo iria entender que seriam penas de prisão longas com centenas de banhos de esgoto a toda hora. Pelo jeito não entenderam assim.
      Onde hoje a punição é de 6 anos e o cara sai depois do primeiro ano por bom comportamento sem precisar aprovação de uma junta, substitua-se 6 anos por 12 anos e inclua-se 2.000 banhos de piscina com esgoto por 6 horas cada, e um mais longo tempo de serviços pesados e inuteis expostos a execcração publica, no minimo mais de 1.000 vezes.
      Pra incendio de onibus, prisão perpetua com regime diario de banhos de esgoto e trabalhos pesados e inuteis. Não colaborou, então corta-se a agua e alimentação.


      Minha idéia é essa, independentemente de como é no oriente medio.




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    3. suas afirmações sobre o japao e a alemanha não condizem com a realidade, tenho muitas informações sobre esses paises. Se o nobre deputado visitou prisões e falou com gente importante, isso não significa que tenha um conhecimento sobre o assunto. Então vejo algumas afirmações suas sobre outros assuntos com descuidadas.
      O nobre deputado pode dizer que nós permitimos que o preso faça universidade do crime na prisão, esta certo, mas não me sinto incluido nessse nós. O pessoal do pt e pmdb provavelmente está bem incluido.
      Não li o alcorão e não tenho vergonha disso. Se errei numa suposição, isso em nada tira o valor de minhas sugestões. Pios quero mudanças no brasil e não quero ensinar o alcorão ou o sistema de outros paises, tudo que menciono só vale como inspiração para mudar aqui.

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    4. ah, se a pena fosse só dar banho em piscina cheia de esgoto por algumas horas, o crime iria disparar no brasil.
      quero transmitir uma ideia que não apoio, mas só para o senhor conhecer, foi dada por um sujeito formado em direito. Seria instituir a pena de morte e fazer execução na hora da novela mais vista, interromper a novela em momento importante e mostrar a fumaça saindo do condenado. Eu acho que não é por aí.
      Minhas sugestões teriam melhor efeito que essa, sem causar tanta comoção.

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    5. 18:11

      Desculpe, eu não pude deixar de rir muito. Foi a primeira vez que não levei nada a sério do que você escreveu até agora.

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    6. 18:25,

      Não, eu não falei com ninguém importante nos países que visitei. Apenas com estudiosos do tema, que para mim são importantes, e todas as informações condizem exatamente com a realidade.
      Se você afirma de outra forma, comprove. Para comprovar o que eu afirmo, por favor, vá até uma livraria jurídica é procure livros de direito comparado (você encontrará de vários autores e diversas obras.
      Sobre o sistema de execução penal alemã, aconselho o de Jörg Stippel, especialista alemão em assuntos carcerários e membro da Sociedade Alemã de Cooperação Internacional e atualmente diretor do programa Estado de Direito no Chile.
      Há ainda um ótimo trabalho da professora doutora Luzia da Silva, antropóloga e professora de Antropologia Juríca e de Economia Política da faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade de Buenos Aires.
      Há ainda, sobre o direito comparado alemão, “Statistisches Bundesamt, Bestand der Gefangenen und Verwahrten”, um relatório de Bestand der Gefangenen sobre o sistema prisional alemão. E, de Guilherme de Souza: Prisão e Liberdade, onde ele faz um ótimo estudo comparado da execução penal do Brasil com vários países, inclusive a Alemanha.
      Depois de ler tudo e quiser mais literatura, por favor avise, que terei prazer em informar. Ou, ao final das leituras, você pode simplesmente concluir que todos esse autores estaõ errados e que na Alemanha é como você pensa e não eles, e escrever a eles avisando isso. Eu, você já avisou.
      Não se exima. Todos somos brasileiros e todos somos cumplices e culpados, de alguma forma, do que ocorre no Brasil. Sejam políticos ou não, o Brasil quem faz somos nós, e só vamos começar a resolver o problema quando tivermos espelho em casa e parar de colocar a culpa no vizinho.
      As suas sugestões têm valor. E dou tanto valor a elas que estou lhe dando atenção. Poderia simplesmente parar de responder ou nem publicar. O que não tem valor são argumentos equivocados e inexistentes em correspondências com o que se quer demonstrar. E nem precisava você se dar a esse trabalho, porque as suas sugestões têm valor e precisam ser consideradas independentemente disso.
      Se você não quer ensinar o Corão ou citar sistema de outros países não os mencione, sem conhecê-los, como eu já lhe disse, a sua opinião e sugestão são o bastante e sempre serão postadas e respeitadas.

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  16. não tenho interesse especial em como funciona internamente a justiça alemã. Na alemanha eu sei que processos demais. Há um pouco na cultura alemã a imitar, no funcionamento da policia, mas na justiça penso que não, embora não tenha certeza.
    O direito romano e seus filhotes são umas pragas. Suponho que o direito romano só valia para os cidadãos romanos, e não valia para a maioria, a plebe e os escravos, então se davam ao luxo de muita conversa, erudição, compridos processos. O direito tem que funcionar como no filme "de volta ao futuro": de manhã a gurizada fez uma trampolinagem no chafariz, de tarde foram julgados e enviados para a prisão, assim tem que funcionar o direito.

    Eu desejo penas mais duras, extremamente duras, repetindo: muito tempo na cadeia, e todo dia trabalhos forçados e inuteis, banhos de piscina de esgoto, castigos (regulados) do primeiro ao ultimo dia.

    Mas sou a favor de celas individuais, para salvaguardar a integridade fisica, não deve-se permitir que presos ou guardas imponham castigos adicionais a qualquer um, essa responsabilidade do estado precisa ser levada a serio.

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  17. não tenho interesse especial no funcionamento interno da justiça alemã. Lá há processos demais, me parece.
    O direito romano e seus filhotes são umas pragas. Penso que só era aplicado a um numero reduzido de cidadãos romanso, a vasta maioria de plebeus e escravos não tinham acesso ao direito, então podiam dar-se ao luxo de admirar a erudição e tolerar longos processos.

    A justiça deveria funcionar como no filme "de volta ao futuro": de manhã a meninada fez uma trampolinagem no chafariz, de tarde todos foram julgados condenados e presos. Nao importa se isso existe ou não em algum lugar, é assim que deve funcionar, na minha opinião.

    Para que não fiquem duvidas. sou a favor de penas mais duras e longas, com castigos diarios como ficar longas horas em piscina com esgoto e fazer trabalhos pesados e inuteis, todo o dia em castigo sem descanso, do primeiro ao utimo dia.

    Mas também sou a favor de celas individuais para preservar a inegridade fisica dos presos.

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    1. Justiça célere é o ideal de todos. Isso deve ser perseguido com equilíbrio, todavia, pois assim como Justiça que demora não é boa, a que se precipita pode ser péssima.

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    2. conceitualmente sua opinião é razoavel, mas não vejo sinais de que isso esteja sendo perseguido com equilibrio, nem sequer está sendo perseguido.

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  18. o jatene esqueceu que o filho dele trabalha com eventos noturnos...como é que fica??

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