Pular para o conteúdo principal

O Rolls-Royce Ghost Series II

Screen002

A joia acima é o Rolls-Royce Ghost Series II, reestilizado a partir do modelo I, que saiu de linha. Mas para os proprietários de um RR sair de linha não é problema: eles passam a ser colecionadores.

E a concessionária paulista, nos Jardins é claro, já vendeu um dos dois que chegaram em 2015.

A RR garante que o Ghost (Fantasma) não faz ruído algum ao se deslocar: o motor, um 6.6 V12 biturbo, de 563 cv, é hermeticamente fechado em uma cápsula e o interior do veículo também tem um perfeito isolamento acústico.

Screen001

Os bancos são revestidos de couro de bois criados na própria fazenda da RR, na Inglaterra (esses touros devem comer leite moça ao invés de capim), que produzem a pele “mais macia do mundo”.

Quem já dirigiu um desses afirma que o possante turbo e a suspensão em estado de arte faz os 2.360 kg e 5,4 metros do Ghost “flutuar” de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. A velocidade máxima é de 250 km/h.

Screen003

Ah, e a suspensão é regulada eletronicamente conforme o peso e o terreno, fazendo com que os 4 eixos – sim, cada roda tem um eixo independente - se adaptem em busca do chassi permanecer o mais plano possível no deslocamento, ou seja, se um pneu cai em um buraco, os outros três eixos compensam o desnível (isso é ótimo para andar na estrada que liga marabá a Xinguara).

Screen004

O preço? Quem compra um RR não se preocupa com isso: encomenda e manda pagar. Mas se você quiser saber, o Ghost SII, o mais barato da série, é vendido no Brasil por R$ 3,1 milhões.

Comentários

  1. Vou encomendar...mas não vou mandar pagar..é claro que a encomenda é sonho irrealizável..belíssima peça!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.

Postagens mais visitadas deste blog

Campanha para nomeação de Defensores Públicos aprovados em concurso

Os aprovados no concurso da Defensoria Pública do Pará, em 2009, labutam pela nomeação e, às vésperas da expiração do prazo do concurso, 23.07.2011, iniciam uma campanha para não terem as suas expectativas frustradas. No concurso de 2009 foram aprovados 148 candidatos, dos quais 56 foram nomeados e 92 aguardam nomeação. Por emenda da deputada Simone Morgado, o Orçamento do Estado, para 2011, prevê dotação para a contratação de 45 Defensores Públicos. A Defensoria Pública do Pará está recebendo, desde janeiro deste ano, os repasses financeiros já acrescido o valor da emenda citada, mas, até o momento não notificou os aprovados para nomeação, assim como não dá explicação alguma da não providência. Dos 144 municípios do Pará, 83 não possuem Defensores Públicos. Das 117 comarcas instaladas no Pará, em apenas 65 há Defensores Públicos lotados. O Grupo de Concursados requer a nomeação dos 45 Defensores Públicos para os quais o órgão possui dotação orçamentária e recursos financeiros para c...

Deputado Alessandro Novelino, assessor e piloto perecem em acidente aéreo

O Corpo de Bombeiros sobrevoou, de helicóptero, a área onde foram encontrados os destroços da aeronave bimotor Sêneca, de propriedade do deputado Alessandro Novelino (PMN), e lá desembarcou, através de cabos, dois policiais da corporação, que confirmaram não haver sobreviventes. Os corpos das três pessoas que estavam na aeronave foram localizados a certa distância dos destroços: o piloto da aeronave, Roberto Carlos Figueiredo, o deputado Alessandro Novelino e seu assessor parlamentar, José Augusto dos Santos. Os corpos já foram transportados, pelo Corpo de Bombeiros, para Belém e estão no Instituto Médico Legal Renato Chaves, que depois dos procedimentos exigidos os entregará às respectivas famílias. O Sêneca decolou às 8h30m de hoje (25) do aeroclube do Pará, com destino à fazenda do deputado no município de Tomé-Açu. Após 18 minutos de voo desapareceu do radar. No final da manhã os destroços da aeronave foram localizados em uma área, sem acesso por terra, no município do Acará. ...

Parsifal

Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.