07/01/2014

Em Abaetetuba

Abaixo, imagens, gravadas por uma câmera de segurança, do exato momento em que uma erosão engoliu casas e, devido a interdição de 30 imóveis das bordas da ocorrência, deixou 67 famílias desabrigadas em Abaetetuba, no último sábado (4).

Episódio dessa magnitude já ocorreu, por mais de uma vez, na cidade de Cametá, no Tocantins.

3 comentários:

  1. As autoridades brasileiras são pródigas em viver no faz de conta. Faz de conta que as pessoas não estão construindo em áreas comprometidas, sem segurança, mananciais... Depois, quando ocorrem as tragédias, decreta-se Estado de Emergência, essas coisas. Falta governo, falta autoridade e criatividade para resolver problemas de habitações em áreas de risco. Morro do Bumba, Abaetetuba, Cametá, Morros do Rio de Janeiro, Favelas aqui e acolá. Governar não é exatamente fingir que governa. Tomem tenência!

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  2. Pois é, em Cametá, o Tocantins valente lambeu a beira do rio destruindo tudo. Fui com Gerson Peres ver o estrago. Gerson, filho de Cametá anunciou que uma medidas para conter o rio seria criar um obstáculo contra a corrente. E os técnicos sugeriram afundar naquela frente do rio, um velho navio, o Poraquê, que por muitos anos serviu como gerador de energia em Miramar, onde estava docado e envelhecendo. Pois bem o Poraquê foi rebocado pra Cametá, encheram ele de areia e o velho navio foi depositado naquele perímetro atingido pela erosão do rio. Fiz as matérias para O Liberal, publicada nem me lembro mais da data. Me parece que não deu certo. O rio continuou comendo as beiras de Cametá, para desespero de Gérson e dos Moreira que mandavam por lá.
    Abraços,
    Agenr Garcia
    jornalista

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    1. Cametá precisaria de um enorme espigão, ou, no mínimo, afundar uns 10 navios para conter a saída do Tocantins na volta.

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