17/12/2013

Pará é o segundo pior Estado do Brasil para o cidadão acessar a Justiça

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Os índices amargados pelo Pará apontam que perdemos o horário: a passo de cágado em um corrida de obstáculos, resfolegamos a medíocre incompetência administrativa dos últimos 19 anos.

Por que incompetência administrativa? Por que o PIB do Pará cresceu nominalmente – o Estado agregou capital de R$ 29,9 bilhões entre 2009 e 2011 – sem que tal grandeza fosse aproveitada para melhorar a qualidade de vida da população: todos os índices sociais caíram em relação aos demais estados. 

E por que 19 anos? Porque – quem duvidar procure a escala histórica dos índices – é a partir desse pretérito que as tabelas começaram a empurrar o Estado para a linha de fundo.

> Acesso à Justiça

E mais uma tabela, saída ontem (16), desta feita o “Índice Nacional de Acesso à Justiça” (INAJ), desvela que o problema no Pará é menos estrutural e mais funcional: somos o segundo pior Estado para que o cidadão acesse a Justiça no Brasil.

O estudo, elaborado pelo Ministério da Justiça em parceria com universidades e instituições públicas, baseia-se nas informações prestadas pelas Defensorias Públicas, Ministérios Públicos, Procons e instâncias do Poder Judiciário.

O Distrito Federal é a unidade federativa no qual o cidadão tem o melhor acesso à Justiça. O pior índice é ostentado pelo Maranhão, seguido pelo Pará:

3 comentários:

  1. Então porque o deputado não votou a favor da Lei da Defensoria?

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    1. Você está pessimamente informado. Demita o seu assessor de informações. O PMDB fechou questão a favor da lei, eu fui à tribuna dizer isso e, inclusive, no discurso, ouvido por todos os defensores que lá estavam, eu disse que votava a favor exatamente para que os defensores tentassem melhorar o acesso do cidadão à Justiça, citando a colocação do Pará.
      Aliás, a bem da verdade, a lei da defensoria foi aprovada por unanimidade: todos os deputados presentes votaram a favor.

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  2. Deputado,
    Com todo respeito a sua postagem, a nossa justiça paraense para alguns ela não é tão inerte, veja o que está acontecendo no IML, A rapidez foi tanta que a atual diretoria tentando se manter na ASPOP impetrou ação contra a Comissão Eleitoral, tendo como consequencia a suspensão das eleições da Associação de Peritos pela Liminar constante no PROCESSO Nº 0086540-06.2013.814.0301, exarada pela Dra. Lailce Ana Marron da Silva Cardoso, Juíza de Direito, respondendo pela12ªa Cívil da Capita.
    Enquanto poderiam ser célere para tentar evitar o PREJUIZO que os peritos terão com a aprovação da lei recem aprovada na ALEPA, com o tal de REENQUADRAMENTO.










































































































































































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