O Corpo de Bombeiros sobrevoou, de helicóptero, a área onde foram encontrados os destroços da aeronave bimotor Sêneca, de propriedade do deputado Alessandro Novelino (PMN), e lá desembarcou, através de cabos, dois policiais da corporação, que confirmaram não haver sobreviventes. Os corpos das três pessoas que estavam na aeronave foram localizados a certa distância dos destroços: o piloto da aeronave, Roberto Carlos Figueiredo, o deputado Alessandro Novelino e seu assessor parlamentar, José Augusto dos Santos. Os corpos já foram transportados, pelo Corpo de Bombeiros, para Belém e estão no Instituto Médico Legal Renato Chaves, que depois dos procedimentos exigidos os entregará às respectivas famílias. O Sêneca decolou às 8h30m de hoje (25) do aeroclube do Pará, com destino à fazenda do deputado no município de Tomé-Açu. Após 18 minutos de voo desapareceu do radar. No final da manhã os destroços da aeronave foram localizados em uma área, sem acesso por terra, no município do Acará. ...
Deputado,compre logo um para Da. Ann,ela vai adorar,abraços,
ResponderExcluir"C.A.F.S" é fiscal concursado de uma autarquia do município de Belém. Na última semana de abril deste ano, sofreu uma tentativa de homicídio que lhe rendeu um dano neurológico grave, o qual após 45 dias de estado comatoso na UTI, até hoje não lhe permite deixar o hospital de referência, pois não está no domínio de sua consciência e nem movimenta braços e pernas, conseguindo apenas responder a pouquíssimos estímulos, com o fechar e abrir das pálpebras e uma discretíssima modificação bucal. Ainda respira parcialmente pelo orifício da traqueostomia, tendo se libertado do pulmão artificial há poucas semanas.
ResponderExcluirBem mais do que antes, a vida de "C.A.F.S" precisa de cuidados especiais - e onerosos (a família gostaria de assisti-lo com o parecer de mais um especialista e previsíveis gastos com fisioterapia especial... mas aí começa um drama sobre outro: a quase impossibilidade de sua mãe (lavadeira) poder usar o benefício do INSS (já concedido) em favor da recuperação do filho. Os cartórios se recusaram, pois ele não está consciente, orientando a mãe a procurar a "D.P" a qual aparentemente ainda não reconheceu a urgência do caso, ou cheia de tarefas não teve tempo para visitá-lo, embora atendentes deixassem escapar algumas previsões negativas (conflito com uma pensão de um salário-mínimo deixada pelo pai à viúva). Enquanto isso vão aparecendo as escaras, a família se cotiza para comprar almofadas d'água (não fornecidas pelo hospital), para pagar acompanhantes, para pagar transporte, etc, e além de tudo isso, os 3 filhos menores do paciente tiveram suas vidas prejudicadas pela imediata suspensão das pensões alimentícias que vinham recebendo. O que fazer? Juridicamente é um caso perdido? o estado de inconsciência do paciente trará problemas insuperáveis?