Pular para o conteúdo principal

A vez do Ministério da Agricultura

shot002

Pelo jeito a presidente Dilma Rousseff, se continuar seguindo a pauta das denúncias publicadas na imprensa, vai ter que voltar ao supermercado para comprar mais detergente à faxina.

Neste sábado a revista Veja mira na suposta corrupção no Ministério da Agricultura, através da bilionária Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab), e quem faz as denúncias é Oscar Jucá Neto, irmão do senador Romero Jucá, líder do governo no Senado.

Jucá Neto foi demitido da direção da Conab pelo ministro da Agricultura Wagner Rossi, que ocupa a pasta em uma espécie de consórcio entre o PMDB e o PTB.

A causa da exoneração foi uma denúncia da própria Veja, de Jucá Neto teria “autorizado um pagamento de 8 milhões de reais a uma empresa-fantasma que já foi ligada à sua família e que hoje tem como ‘sócios’ um pedreiro e um vendedor de carros.”.

Jucá não se rogou e saiu atirando para todos os lados: disse à Veja que na Conab “há um esquema de corrupção e desvio de recursos maior do que os escândalos do Dnit” e que lá “só tem bandido". O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, a quem a empresa é subordinada, é colocado por Jucá Neto no meio dos “bandidos”.

No meio da peleja sobrou até para o vice-presidente da República, Michel Temer, com quem tanto o senador Jucá quanto o irmão estão magoados, porque Temer teria agido no Ministério da Agricultura contra os interesses de ambos, colocando brasa na sardinha do PTB.

Clique na imagem para ler mais sobre o assunto no site da Veja.

Comentários

  1. O bom é que,na atualidade se faz detergente até no quintal de casa rs(sai mais barato)

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Comentários em CAIXA ALTA são convertidos para minúsculas. Há um filtro que glosa termos indevidos, substituindo-os por asteriscos.

Postagens mais visitadas deste blog

Campanha para nomeação de Defensores Públicos aprovados em concurso

Os aprovados no concurso da Defensoria Pública do Pará, em 2009, labutam pela nomeação e, às vésperas da expiração do prazo do concurso, 23.07.2011, iniciam uma campanha para não terem as suas expectativas frustradas. No concurso de 2009 foram aprovados 148 candidatos, dos quais 56 foram nomeados e 92 aguardam nomeação. Por emenda da deputada Simone Morgado, o Orçamento do Estado, para 2011, prevê dotação para a contratação de 45 Defensores Públicos. A Defensoria Pública do Pará está recebendo, desde janeiro deste ano, os repasses financeiros já acrescido o valor da emenda citada, mas, até o momento não notificou os aprovados para nomeação, assim como não dá explicação alguma da não providência. Dos 144 municípios do Pará, 83 não possuem Defensores Públicos. Das 117 comarcas instaladas no Pará, em apenas 65 há Defensores Públicos lotados. O Grupo de Concursados requer a nomeação dos 45 Defensores Públicos para os quais o órgão possui dotação orçamentária e recursos financeiros para c...

Deputado Alessandro Novelino, assessor e piloto perecem em acidente aéreo

O Corpo de Bombeiros sobrevoou, de helicóptero, a área onde foram encontrados os destroços da aeronave bimotor Sêneca, de propriedade do deputado Alessandro Novelino (PMN), e lá desembarcou, através de cabos, dois policiais da corporação, que confirmaram não haver sobreviventes. Os corpos das três pessoas que estavam na aeronave foram localizados a certa distância dos destroços: o piloto da aeronave, Roberto Carlos Figueiredo, o deputado Alessandro Novelino e seu assessor parlamentar, José Augusto dos Santos. Os corpos já foram transportados, pelo Corpo de Bombeiros, para Belém e estão no Instituto Médico Legal Renato Chaves, que depois dos procedimentos exigidos os entregará às respectivas famílias. O Sêneca decolou às 8h30m de hoje (25) do aeroclube do Pará, com destino à fazenda do deputado no município de Tomé-Açu. Após 18 minutos de voo desapareceu do radar. No final da manhã os destroços da aeronave foram localizados em uma área, sem acesso por terra, no município do Acará. ...

Parsifal

Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.