Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Revista Veja, agora de graça. Daqui a pouco, nem de graça...
ResponderExcluirBabem! É o máximo cara.
ResponderExcluirPergunta inútil:
ResponderExcluir"A revista Veja é imparcial quando noticia o PSDB?"
Pergunta útil:
"Cadê (ou quede, com diz o caboco) o áudio do grampo telefônico da conversa entre o senador Demóstenes Torres (DEMo/GO) e o ministro do STF, Gilmar "2 Habeas Corpus em menos de 24 horas para Daniel Dantas" Mendes?