Em uma noite de plenilúnio, às margens do Rio Tocantins, o lavrador pegou a lanterna e saiu correndo de casa à busca da parteira. Sua mãe, uma teúda mameluca, ficou vigiando a esposa que se contorcia com as dores do parto. Quando voltou com a parteira, o menino já chorava ao mundo. Não esperou: simplesmente nasceu. A parteira cortou o cordão umbilical e o jogou ao Rio Tocantins. Após os serviços de praxe de pós parto, a mãe de Ismael o chamou ao quarto para ver o filho. O lavrador entrou no quarto. A lamparina o deixou ver a criança ao peito da mãe: nascera Parsifal, pensou ele orgulhoso. O lavrador pegou uma cartucheira calibre vinte, carregou o cartucho ao cano, armou e saiu à porta. O Tocantins espreitava-lhe manteúdo. Apontou a mira da vinte à Lua e disparou: era assim que os caboclos do baixo Tocantins anunciavam a chegada de um homem à família.
Deputado:
ResponderExcluirO sr. tem certeza que aquilo ali não é parente do monstro discretíssimo de Loch Ness?
É Deputado, essa espécime nós também temos aqui nestas plagas, a nossa baleia também e perita em derrubar mastros e nos dias atuais também vem perambulando atrás de votos. Nos, peixinhos miúdos, devemos ficar atentos ao ataque desta baleia por onde ela passa não fica pedra sobre pedra.
ResponderExcluirAbraço.
ADOLFO ALVES.
Isto é coisa de algum paparazzi, invadindo a privacidade da governadora durante seu banho de mar. Dep. diga de que revista de fofoca vc tirou esta foto. abss (só pra descontrair)
ResponderExcluirOlá Ademir,
ResponderExcluirPor favor, troco o senhor pelo tu, ou vou ter que lhe chamar de Doutor.
Olá Adolfo,
ResponderExcluirCuidados devemos, então, ter com os mastros...
13:57:00,
ResponderExcluirNão seja assim tão cruel com a vaidade feminina.