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Debate na RBA: meras considerações

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O debate entre as frentes pró e contra a divisão do Pará nada esclareceu sobre o objeto a que se deveria propor. Os debatedores se comportaram como se estivessem sobre um palanque, sofregamente angariando votos para as suas respectivas tulhas.

Nem um dos participantes respondeu às perguntas do outro, preferindo, à guisa de respostas, réplicas e tréplicas, debulhar mais do mesmo: o debate não passou de uma decorada reprise que o bate-boca de todos tem protagonizado.

Impressionou-me a falta de urbanidade e poder argumentativo: os debatedores, literalmente, esculhambaram-se do início ao fim, beirando as falas a impropérios mútuos.

Infelizmente o objeto do plebiscito travestiu-se em tentativas de um pegar o outro na esquina: sofrível.

Se alguém tivesse caído em coma antes do início da campanha plebiscitária e acordasse na hora do debate, ao assisti-lo, intuiria que teria que votar em um dos quatro debatedores para algum cargo político, pois todos estavam fazendo comícios a si mesmos.

Analisando os núcleos de cada mensagem emitida durante os diversos blocos, é possível concluir que os participantes se quedaram àquela imagem do cão que corre atrás da própria cauda, sem conseguir alcançá-la e, caso a alcançasse, estaria sagrando o próprio traseiro.

A participação de cada um, enfim, além de ter sido um derrame desnecessário de testosterona, reduziu-se às respectivas obviedades de cada qual.

Mas, não de todo isto pode ser considerado mal: antigamente, e ainda hoje, em alguns países as diferenças são resolvidas com guerras e não com votos.

Comentários

  1. Por isso que sempre leio suas postagens..
    Compartilho com sua opinião e acrescento que:
    Não somos pobres e miseráveis so em infrs estrutura saude educação, somos miseráveis tb em material humano na política, isso demonstrou agora no debate...os quatro nenhum respondeu a pergunta do outro,nenhum argumentou sua proposta,todos estranhamente de baixíssima inteligencia...mas...pelo sim e pelo não..
    sou contra a divisão - não e não - vamos votar 55

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  2. Meu caro,

    Concordo em parte com seus comentários.Para o bem da verdade, eu tiraria de sua análise, em relação ao que os quatro estão em campanhas nos seus respectivos redutos, O Zenaldo.Não falo de forma partidária, mas sim porque o vejo lutar contra a divisão faz tempo.Não está nessa somente pq quer se candidatar a Prefeitura de Belém.É verdade q ele quer se candidatar a prefeito, isso Belém toda sabe, mas dizer q ele está nessa campanha contra a divisão somente por isso, seria uma generalização.Seria Jogar na vala comum.Aliás, por ironia do destino, você é político, mas comete o mesmo erro de análise dos despolitizados e manipulados: Jogar na Vala comum a todos os políticos.Os ladrões e honestos, os verdadeiros e hipócritas....ninguém é perfeito...

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  3. Paulo Cesar02/12/2011 01:05

    De que adiantaria se o anônimo das 00:23 entendesse, de qual quer forma estaria se posicionando contra, Eu.Paulo Cesar Gama, filho de Professor, residindo no Bairro do Marco, próximo ao bosque,antes do debate,estava em duvidas agora não tenho nenhuma em ver a situação dos irmãos do Bairro da terra firme, nome por ironia não se atolam porque existe muita serragem e caroços de açaí agora imaginem se aqui em Belem está desse jeito imaginem fora de Belem, fiquei com raiva do Zenaldo e do Sabino, não mostraram nenhuma proposta, só se preocupam em querer o Pará grande,esperei por esse debate, e fui convencido pelo SIM, não só Eu como os que estavam em minha casa assistindo o debate, dizer não ´realmente é aceitar a situação como estar e isso tem que mudar, como vou dizer para os meus netos mais tarde se concordar com esta bandalheira, o não teve toda a sua oportunidade para nos convencer a não votar mais não tem proposta so diz que não por tanto não tenho mais duvida, e muitos que antes defendiam o não aqui em Belem, agora já tem duvidas, ou não votam mais no não como ja ouvir de muitos depois do debate, realmente foi fraco, mais o sim me convenceu agora é 77 SIM.

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  4. João Pedro02/12/2011 01:32

    João Pedro, sou morador da estrada nova aqui em Belem,ando por cima de palafitas, sou tocador de Ônibus, da linha Canudos Ver-o-Peso,fui eleitor do Zenaldo, assistindo o debate, descobrir, que ele como Presidente da Alepa, na época,concordou com essa Lei Candir de roubar os Royalties dos minérios do Pará, e agora vem dizer que vai lutar para colocar a baixo,como é que o governo vai criar uma lei para cobrar 6,00 seis reais por tonelada de minérios extraido no Pará, no mínimo seria uma inconstitucionalidade, se já existe uma que rege os destinos dos Royaties, antes votaria no 55, não mostraram nenhuma solução coitado dos moradores da terra firme praticam,ente dentro do Palácio do Governo e se não passar os estados a serem criados que duvido muito, com que cara o o Governador vai a região de Carajás e Tapajós, ele deveria ter ficado neutro como governador deste Estado deixassem o povo escolher, mudei meu voto agora e SIM, por um Pará melhor sim, perdi meu voto votando no Zenaldo, me sinto culpado tanbem.

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  5. Talita, Moro no Bairro de Nazaré com Braz de Aguar,se o anônimo da 00:23, com os comentários que fez, tivesse um pouco de coerência, no mínimo, votaria em branco como é que ele vai assumir uma posição se não foi convencido por nenhuma frente, Eu pelo contrario antes defendia o não os Deputados Zenaldo e Sabino, não responderam nada, como é que vão mandar para um debate, um Deputado sem argumento como o Dep. Sabino, gente o povo de Belem ficou na sua maioria indeciso, como Eu fiquei, antes tinha minha opinião formada. quer saber de uma coisa eles não sabem é de nada nem os pelo sim e nem os que defendem o não, quem ainda me esclareceu alguma coisa, foi o Dep. Lira Maia do Tapajós Eu vou é pra Salinas isso SIM.

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  6. Jarbas Figeiredo02/12/2011 01:55

    Jarbas Figueiredo, de Tucuruí, não me convenceram, não vou as urnas,justificarei na segunda feira, é muita perca de tempo ter que me deslocar ate Ananindeuas, com duvidas, o melhor que faço é pescar na represa.

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  7. Amigos, não posso me identificar, pois sou funcionaria do Legislativo á 15 anos, estou decepcionada com o que sofrem o povo das regiões de Carajás e Tapajós, não conheço nenhuma das regiões, olha se não fosse o JN no ar, mostrar para nós da Capital o sofrimento das pessoas com falta de infra estrutura, saneamento básico e saúde com a maior dificuldades para chegar aqui em Belem, gente que absurdo, os políticos, não se importam com nada disso, juro que iria cometer uma injustiça, esse povo merece um pouco de dignidade de que adianta ficar com o Pará do tamanho que é, se não existe qualidades de vida nem aqui em Belem viram na terra firme como estão sofrendo os moradores do Bairro, E por sermos um povo Evangélicos, devemos chorar com os que choram, Eu e minha familia em solidariedade com este povo, resolvemos mudar nosso voto, agora e SIM 77

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  8. Eu, estou com o Dep. ZENALDO, e não abro, o povo dessas regiões tem que levar e couro quem manda não querer morar aqui em Belem é 55 e 55, ninguém divide o Pará

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  9. De fato, os debatedores passaram ao largo de uma discussão das questões econômicas, políticas, sociais e regionais do Estado do Pará.

    Ficaram devendo à opinião pública as propostas - de uma e de outra frente, do "não" e do "sim" - de caminhos alternativos, mais justos e menos excludentes, que, efetivamente, possam eliminar ou amenizar o desequilíbrio da balança social no Estado do Pará, cujo déficit social é agravado pelo modelo de desenvolvimento regional adotado pelo Governo do Estado, independentemente de quem seja o governante do momento.

    Acredito que seja ponto pacífico a concepção de que o Estado deve subordinar-se à sociedade, e não ao governante da hora ou a um partido.

    O tempo dos chefes de governo que acreditavam personificar o Estado ficou pra trás há mais de 300 anos.

    Luís XIV achava que o Estado era ele.

    Nas democracias, no Brasil, em qualquer Região ou Estado da Federação não há lugar pra Luís assim.

    O que se viu no Debate foi que os debatedores se preocuparam tão somente com o patrulhamento de quem pensa diferente, com o esmagamento das ideias contrárias.

    João Salame e Lira Maia, no meu ponto de vista, conseguiram ser menos piores e expressaram com maior firmeza a ideia de que a divisão melhorará a vida da população paraense, seja no Estado remanescente ou nos desmembrados.

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  10. Penso que os debatedores separatistas demonstraram maior coragem na sustentação das convicções dos seus sonhos, mesmo não tendo o apoio da maioria do povo do Pará, que, segundo apontam as pesquisas, sufragará a vitória do "não".

    Eleição é uma escolha sobre o futuro. É manifestação de esperança no futuro.

    O resultado do plebiscito, em se confirmando as pesquisas, deverá provocar um despertar - assim se espera - pra se ampliar responsabilidades e compromissos com a redução do déficit social do Estado do Pará, especialmente naquelas mesorregiões nas quais Estado e Governo não se fazem presentes com políticas públicas eficientes e eficazes, que diminuam a extrema pobreza, os vastos bolsões de miséria, desemprego, concentração de renda, exclusão social, violência rural e urbana e falência dos serviços públicos.

    A MAIORIA DA POPULAÇÃO PARAENSE, QUE SE CONSTITUI, ECONOMICAMENTE, DE POBRES E MISERÁVEIS, PRECISA DE MUDANÇAS.

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  11. Concordo contigo em gênero, número e,pricipalmente, em grau.
    Ô fiasco. Ô pobreza.

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  12. Adorei ver o despreparo do Político Paraense, a conclusão que cheguei é que se o Estado tá ruim não é por causa da distância, mas da incompetência do nossos Políticos.
    Não descobri nada que todo mundo que todo mundo já sabia.

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  13. Exatos 13 comentários foram moderados por conterem pesadas ofensas aos debatedores.
    Por favor, eu não me sinto bem ao moderar comentários: parece que estou pulando na boca de alguém e impedindo-lhe de falar, mas, infelizmente, não posso liberar impropérios chulos.
    Se desejarem refaçam os comentários sem os termos chulos e extremamente ofensivos.

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  14. A resposta do Dep Lira Maia que iriam governar em barracas e nao em palacios me fez decidir NAO .Va ser demagogo e mentiroso.E nasci no Oeste do Para.

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  15. Sou Alexandre, Pedagogo, sou do interior do Pará. Acredito Deputado Parsifal que as frentes pró e contra a divisão do Pará perderam uma chance enorme de esclarecer de forma equilibrada e tecnica suas opiniões. Lamentavelmente o Problema do Estado é Gestão.É preciso que se mude o forma de governar, fazendo com que o poder, as políticas públicas cheguem até o mais miserável dos paraenses. Isso infelizmente não acontece porque quando se ganha uma eleição se pensa em nomear pessoas para cargos de confiança e esqueçam de dar guarida aqueles que lhes deram confiaça: o povo, o eleitor, O PARAENSE.É preciso resgatar a auto estima do Povo do Pará.

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  16. O debate entre as frentes na RBA produziu uma verdadeira água de salsicha.O que eu achei interessante foi as considerações finais do deputado João Salame PPS que,esbanjou elogios ao PT ?

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  17. De uma coisa serviu o debate, para mostrar a incompetencia do nosso DEP ZENALDO, além de ter contribuído para para com a Lei Candir levar os Royalties dos minérios do Pará, quando poderia ter lutado juntamente com o povo para que não acontecesse, pergunto ao Deputado Parcifal, se o Sr. tem conhecimento se os defensores da frente do Não, implantaram comitês fora de Belem e onde?, se não existirem, fica superintendido que não há preocupação com o Pará e sim com a Prefeitura de Belem, se assim for, não queremos políticos que so defendem seus próprios interesses, o Município de Belem, já foi sucateado de mais, por tanto o DEP ZENALDO, mostrou insegurança no debate, com respostas evasivas, esperava que Ele alcançasse o ápice do debate coisa que não aconteceu respondeu coisa com coisa e nada mais, para quem quer ser prefeito de Belem, seus objetivos estão, muito alem do que se espera.

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  18. Prezado Deputado,

    Mesmo estando em campos ideológicos diferentes (vc opta pelo sim, eu pelo não) sempre aproveito esse espaço democrático para boas discussões - e não poderia deixar de concordar com sua opinição - DEBATE MEDÍOCRE.

    Mas não sei o que foi pior - o mediador ou os debatedores.
    Claro que tivemos as pérolas do debate:
    - iremos governar não em palácios, mas em barracas
    - PPS, da base do governo do PSDB e oposição ao governo federal (D. Dilma) falando bem do Lula

    e por aí vai.

    Acho que o debate não serviu para nada - quem já decidiu seu voto não vai mudar, mas que está indeciso, ficou bem pior com o debate de ontem!!!

    Agora, gostaria de colocar meu texto corriqueiro, mostrando que grande parte das demandas levantadas pelos separatistas são de atribuição da Prefeitura.
    E ainda coloquei o link para ajudar assessores

    Como engº de Saneamento, sabemos que É COMPETÊNCIA DA PREFEITURA o tratamento e abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto sanitário, coleta e destinação de resíduos sólidos (lixo), drenagem pluvial (que previne doenças de veiculação hídrica pela ausência de acumulo de água nas ruas), vigilância sanitária dos alimentos (fiscalização em feiras, restaurantes, supermercados e congêneres) e vigilância em saúde - podendo solicitar verbas ao Ministério das Cidades (http://www.cidades.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1027:secretaria-nacional-de-saneamento-ambiental-grupo-3&catid=70&Itemid=105)

    Sabemos também que para a ASSISTÊNCIA BÁSICA EM SAÚDE, a prefeitura pode ir direto ao ministério da Saúde solicitar fundos ao FUNDO NACIONAL DE SAÚDE (http://www.fns.saude.gov.br/)

    Sabemos que para EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL (antigo 1º grau), basta a prefeitura solicitar verba ao FUNDEB (http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12407)

    Moradia também é uma relação direta entre governo federal e prefeitura (http://www.cidades.gov.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=137&Itemid=55)

    Se saneamento, educação básica, saúde, moradia são todas de responsabilidade das prefeituras, porque dividir???
    Se os futuros prefeitos serão os mesmos políticos, que poderiam atrás desses recursos (mas poucos vão), como será que vai mudar alguma coisa

    E o Exc. Dep. Giovanni Queiroz já foi Presidente da FUSANA - ele sabe o que é disponibilizado de verbas para o saneamento municipal pois ele liberava os recursos...

    Ou seja, colocam à culpa no estado o que é obrigação da prefeitura.
    E estão prometendo chocolates suiços e políticos com MBA depois dessa divisão!

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  19. Olá dflopes,

    Procedem as suas colocações quanto à forma, mas, como eu já lhe disse antes aqui, é de difícil aplicação o conteúdo por absoluta falta de recursos do governo federal, que dispõe cotas financeiras para atender os pleitos municipais na áreas que você cita. Para sua informação, a FUNASA, gestora de todos as aplicações de saneamento no Brasil, destinou aos municípios paraenses, em 2011, para aplicação em 2012, pouco mais de R$60 milhões o que faz com que todos os projetos apresentados sofram cortes, necessitando refazer projetos.
    Este é um debate lateral à questão plebiscitária, porque é uma questão sistêmica da federação, que privilegia, com grandes investimentos, os interesses da União, em detrimento da mitigação das desigualdades regionais.

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  20. Parsifal,
    obrigado pela resposta,

    e desculpe não comentar naquele post da D. dilma, em que indiquei a pesquisa de opinião acerca da divisão.

    Voltando ao assunto, minha humilde e irrelevante opinião é que essa não deveria ser um debate lateral, e explico.

    Como mencionado, grande parte do abandono no "restante do Pará" se deve ao descaso e despreparo das prefeituras - se os políticos que as assumem não fazem nada, por que mudaria depois da divisão?

    Saneamento, moradia, transporte público, educação fundamental e assistência básica à saúde poderiam ser melhor atendidas se as prefeituras se capacitassem

    Eu fiz muitos projetos de saneamento antes de passar num concurso - e fiz concurso pois os prefeitos contratavam os projetos mas não pagavam, ou não pagavam o combinado - e isso não se restringe ao Pará! E sempre acontecia isso que V.Sa. mencionou - corte nos projetos. Se dimensionássemos 4 bombas, deveriamos mudar para trabalhar com 2 ou 3...

    Mas a questão é, o recurso existe e as prefeituras poderiam fazer o que estivesse dentro do orçamento disponibilizado!

    E obrigado pela atenção e pelo espaço.

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  21. Caro Deputado Parsifal ou Passe o Fal como gosto de chamá-lo repita este meu comentário que erroneamente enviei hoje logo após o debate as 00:18 para outra postagem que não foi o foco do dito cujo.

    Antecipadamente Agradeço
    MCB

    Voto Consciente no Plebiscito

    O voto consciente neste plebiscito exige erudição e sobriedade, erudição para saber todos os pormenores dos fatos reais que devem ser considerados e sobriedade para analisá-los sem os olhos cegos por paixões ou apegos desnecessários e sim com serenidade e discernimento!

    Cada eleitor deveria conhecer verdadeiramente o que o futuro lhe reserva através de seu voto, contando, avaliando e medindo, contar os pros e os contras, avaliar as conseqüências futuras e medir a extensão da sua opção!

    Agora como agir se as citações sobre as razões da manutenção ou divisão são vagas, incertas e duvidosas quando as partes ignoram propositalmente um enunciado rigoroso com claras intenções de confundir para melhor direcionar?

    Não é tão simples , a complexidade se da exatamente pela forma singela que se apresentam as propostas e contra propostas , sem usar ornamentos desconhecidos fazem o eleitor pensar ter uma noção completa de que vê o seu futuro através dos vidros transparentes apresentados!

    Ele esta correto quanto aos vidros, porem não são vidros incolores , um película com a cor do que querem fazer ser o real foi sutilmente aplicada , se o vidro esta azul o que for visto através dele também será azul , mudando a cor para amarelo tudo que for visto será flavo!

    Seria necessário que a mente dos paraenses e aderentes fossem dotadas de sentidos paranormais para notarem que o parasitismo aparece em casamento e a simbiose em concubinato e assim poderem decompor com precisão matemática o correto em cada situação apresentada!

    O que poderia ser cômico se não fosse nefasto é o sentimento de altruísmo por parte de Carajás e Tapajós e de paúra pela turma do Parazinho!

    Dependendo de quem expõe os fatos Carajás oscila entre o rico sem posse e o violento sem pose , Tapajós balança da beleza natural ao IDH sobrenatural , Parazinho vai de um filho estabilizado até um que deve ser desmamado, acabei de assistir o debate e só achei nele essa tática nazista de fazer na repetição uma idéia se tornar verdadeira, realmente para cabeça de quem faz o seu primeiro voto neste plebiscito esta tudo muito esclarecedor!

    Enquanto decompor é sinônimo de separar para as frentes pró Carajás e Tapajós e para as frentes contra Carajás e Tapajós significa apodrecer , para esse insignificante digito em mapa eleitoral que escreve sua visão sobre o plebiscito decompor é apenas examinar por partes ou seja analisar!

    Minha consciência me vaticina que após o plebiscito independente do resultado ocorrera uma erosão formada por lagrimas e gargalhadas que com o passar do tempo evoluirá para um abismo intransponível entre os irmãos de sangue ou adoção transformados em massa de manobra nesse jogo de interesses acobertado pelo véu da suposta sinceridade , os culpados entretanto nunca serão sentenciados em sua totalidade, de um lado serão heróis da mudança ou resistência do outro apenas merecedores de escárnio e inspiração para riso zombeteiro!

    Eu como um bom etílico religioso apadrinharei um idílio entre o copo e o vinho sagrado saudando a utopia dessa nova era e formando uma trindade com Baco e Morfeu !

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  22. Olá dflopes,

    Sua opinião não é irrelevante porque você a coloca com urbanidade.
    Nós continuamos concordando com a forma mas mantemos a diferença no objeto. Não creio que possa ser jogado, exclusivamente, no colo dos prefeitos a omissão de certos serviços que são, formalmente, encargos municipais. Isto soa como se chamássemos uma pessoa e lhes dessemos a missão de ir à Síria derrubar al-Assad e não oferecemos a ele sequer a passagem de ida.
    O debate é lateral porque ele antecede qualquer projeto de divisão territorial e passa pelo pacto federativo, ou melhor, pela total ausência do pacto federativo. Observe que a 90% dos investimentos históricos feitos pela União no Pará são para prover os próprios interesses da União.
    Dou-lhe o exemplo mais recente: Belo Monte, onde a União investirá R$ 30 bilhões (ao final será mais que isto) para gerar energia para o Brasil. O Pará não demandará 5% desta energia e os investimentos em mitigação estão previstos em R$ 500 milhões, o que não será 10% daquilo que os municípios do entorno necessitariam para responder aos encargos econômicos sociais consequentes.
    Você jamais lerá aqui, e nem me ouvirá dizer, que a divisão do Pará nos resolverás os problemas. Enxergo a divisão territorial do Brasil como uma elementar ferramenta de gestão e de redistribuição da renda federativa.
    Um regime federativo que atendesse as desigualdades regionais, buscando mitiga-las com justiça, seria um caminho de solução, com as ferramentas elaboradas por uma redivisão territorial mais racional.
    O Brasil caminha para a ser a sexta economia do mundo, com índices sócias, na maior parte só seu território, que chegam a perder para países africanos.

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  23. So quem ganha com esta divisão são os politicos profissionais, mais cargos, mais empregos, mais DAS e muito mais dinheiro para eles roubarem. Não foi a toa que esta divisão é patrocinada por politicos e de outras terras.

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  24. só digo uma coisa nnnnnãããããããoooo

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  25. o Brasil esta lutando para ser a 6ª, economia do mundo, em quanto o Pará esta lutando para não cair para a 27º posição em desenvolvimento, quantos contrastes,e mazelas deixado pelos governos passados, que só investem na capital, não posto palavras bonitas com ilustração textuais, procuro sempre passar para os muitos leitores do Blog, do Parcifal, que inclusive quero aqui parabeniza-lo pelo oportunidade que o oferece para expressão de muitos, que ávidos de um sentimento de revolta pelo abandono e a ausência do governo, muitos que por aqui passam,´só nos criticam, acho que deveriam predicar tanbem, afinal somos todos intelectuais, sempre vai existir auguem sabendo mais do que auguem, se você que posta aqui é Dr. em letras , parabéns, agradeça ao grande criador que lhes deu a oportunidade de ser, imaginem se todos fossem Dr., não existiriam os sofridos professores, responsável pela educação de todos.

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